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	<title>Biofilia Archives - RS Design</title>
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	<description>A RS Design fornece soluções completas de móveis para escritório, com ideias para melhorar a forma como as pessoas trabalham. Solicite o seu orçamento!</description>
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	<title>Biofilia Archives - RS Design</title>
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		<title>Humanização hospitalar – Espaços que geram bem-estar contribuem com tratamento e recuperação dos pacientes</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 13:27:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a pandemia de covid-19, a população como um todo passou a dar mais atenção à assistência à saúde e um dos temas que ganharam relevância foi o conceito de humanização. Um atendimento humanizado é composto por várias vertentes que transitam desde o processo de treinamento dos profissionais para receberem os pacientes até os detalhes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_22661" aria-describedby="caption-attachment-22661" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-22661 size-full" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/02/rs-design-ambiente-hospital-humanizacao-moderno-1.jpg" alt="" width="650" height="460" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/02/rs-design-ambiente-hospital-humanizacao-moderno-1.jpg 650w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/02/rs-design-ambiente-hospital-humanizacao-moderno-1-300x212.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-22661" class="wp-caption-text">Os projetos hospitalares se abriram para ambientes mais confortáveis como nesse exemplo da imagem: mobiliário aconchegante, colorido, tons de madeira natural, boa entrada de luz solar e acesso visual à um jardim. A proposta é sempre promover maior sensação de bem-estar aos pacientes e familiares.</figcaption></figure>
<p>Com a pandemia de covid-19, a população como um todo passou a dar mais atenção à assistência à saúde e um dos temas que ganharam relevância foi o conceito de humanização. Um atendimento humanizado é composto por várias vertentes que transitam desde o processo de treinamento dos profissionais para receberem os pacientes até os detalhes que compõem o ambiente físico das instituições.</p>
<p>De acordo com o estudo “<a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/humanizacao_ambiente_fisico.pdf" target="_blank" rel="noopener">A humanização do ambiente físico hospitalar</a>” dentro de edifícios hospitalares, a arquitetura pode ser um instrumento terapêutico se contribuir para o bem-estar físico dos pacientes ao criar espaços que, além de acompanharem os avanços tecnológicos, desenvolvam condições de convívio mais humanas.</p>
<p>“Quando consideramos a humanização das instituições de saúde, estamos falando em pensar todo o projeto arquitetônico sob a perspectiva do cliente. Como aquele paciente que busca atendimento médico quer ser recebido? Será que ele realmente gosta de ser atendido em um local com o layout padrão de um hospital? De sentar naquelas cadeiras desconfortáveis e aguardar sua senha ser chamada no painel? Ou preferia chegar, ser recepcionado e já ter sua entrada registrada em um ambiente mais aconchegante e confortável, que transmita sensação de bem-estar. Um espaço com aspecto mais similar à de um hotel do que de um hospital?”, questiona Lisandra Mascotto, da RS Design.</p>
<p>Um dos fatores que o estudo menciona é que a iluminação jamais deve ser pensada de forma separada do projeto de layout e da definição de cores e texturas do espaço. Como é inevitável utilizar iluminação artificial, o ideal é desde o início considerar a quantidade e a qualidade da iluminação. Interessante lembrar que, no Brasil, como vivemos em clima tropical, temos mais possibilidades de aproveitar a luz natural, mesmo que seja nos ambientes não assistenciais como as salas de espera.</p>
<figure id="attachment_22662" aria-describedby="caption-attachment-22662" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-22662 size-full" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/02/rs-design-ambiente-hospital-humanizacao-antiquado-1.jpg" alt="" width="650" height="432" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/02/rs-design-ambiente-hospital-humanizacao-antiquado-1.jpg 650w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/02/rs-design-ambiente-hospital-humanizacao-antiquado-1-300x199.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/02/rs-design-ambiente-hospital-humanizacao-antiquado-1-390x260.jpg 390w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-22662" class="wp-caption-text">Diferentemente da imagem anterior, aqui temos um modelo de sala de espera hospitalar mais tradicional: tudo branco, azul e sem vida.</figcaption></figure>
<p>Quando pensamos na definição de cores, é natural que imaginemos um hospital totalmente branco, com pequenos detalhes em tons verde ou azul. Esse é o tradicional ambiente de saúde, mas a realidade está mudando.</p>
<p>Não que essas cores não possam ser usadas (o estudo acima citado menciona, inclusive, que pessoas com problemas respiratórios se sentem mais à vontade em quartos azuis, visto que essa cor dá sensação de maior volume de ar), mas é possível trabalhar com mais atenção o conforto de outras tonalidades sem perder a sensação de limpeza e higienização.</p>
<p>Nessa hora, por exemplo, tons da natureza são muito bem tolerados. É a biofilia também fazendo parte da humanização hospitalar. Em uma visita ao Qatar pouco antes da pandemia de covid-19 estourar, Lisandra visitou o Sidra Medical and Research Center, um prédio moderno, feito de aço, vidro e cerâmica branca, que reflete o belo céu do Oriente Médio. Na parte interna, muita madeira e vegetação (clique <a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/os-ambientes-de-cura-de-um-hospital-qatar/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> para saber mais detalhes da arquitetura dessa instituição).</p>
<p>Como uma boa tendência, já começamos a observar esse tipo de mudanças e a inclusão de mobiliários com tons amadeirados e texturas e formas mais orgânicas nos espaços assistenciais do Brasil.</p>
<p>Por fim, notamos que o arquiteto e o designer envolvidos na elaboração de um projeto de layout hospitalar precisa estar bastante atento, já que hoje sabemos como o espaço físico impacta nossas emoções e nossa saúde, podendo auxiliar (ou atrapalhar) o processo terapêutico.</p>
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		<title>A cor do ano no ambiente corporativo – Biofilia também se faz presente</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 13:46:39 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_22388" aria-describedby="caption-attachment-22388" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-22388 size-full" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2021/12/veryperi_cordoano_pantone_violeta_convivencia_rsdesign_1.jpg" alt="" width="650" height="426" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2021/12/veryperi_cordoano_pantone_violeta_convivencia_rsdesign_1.jpg 650w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2021/12/veryperi_cordoano_pantone_violeta_convivencia_rsdesign_1-300x197.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-22388" class="wp-caption-text">O tom arroxeado destes pufes da RS Design, que foram inseridos neste ambiente colaborativo, está totalmente alinhado com a cor do ano de 2022.</figcaption></figure>
<p>Sempre que chegamos a dezembro, surge a expectativa: qual será a cor do ano que vem? Como tradição, o Pantone Color Institute aponta a tonalidade que deve se destacar como tendência global influenciando o mercado da moda e do design. <strong>Para 2022, a cor escolhida foi Very Peri, um tom arroxeado, perfeita mistura entre azul e vermelho, que remete diretamente ao tom das violetas, planta muito querida pelos brasileiros e presente em inúmeras residências.</strong></p>
<p>Porém, desta vez, não vamos apenas enfatizar a aplicação da cor do ano nos ambientes corporativos. Queremos mergulhar mais fundo nesse assunto, pois as definições das paletas de cores não seguem apenas as tendências ditadas pelo mercado. Nos escritórios, elas têm influência bastante ampla no comportamento e no sentimento dos trabalhadores, podendo ser fator chave para a motivação ou a desmotivação.</p>
<p>Um estudo de caso intitulado “<a href="http://revista.faculdadeprojecao.edu.br/index.php/Projecao4/article/view/1596/1280" target="_blank" rel="noopener">Cor na arquitetura: influência no comportamento humano</a>” selecionou um grupo de alunos e fez, a cada 30 dias, modificação nas cores da sala de aula para então analisar quais as mudanças comportamentais poderiam ocorrer. A princípio, o espaço tinha paredes branco gelo, cadeiras com estofamento azul e mesas em fórmica cinza. Na sequência, os ambientes foram ganhando cor: primeiro vermelho, depois verde e azul.</p>
<figure id="attachment_22389" aria-describedby="caption-attachment-22389" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-22389 size-full" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2021/12/veryperi_cordoano_pantone_violeta_refeitorio_rsdesign_3.jpg" alt="" width="650" height="383" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2021/12/veryperi_cordoano_pantone_violeta_refeitorio_rsdesign_3.jpg 650w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2021/12/veryperi_cordoano_pantone_violeta_refeitorio_rsdesign_3-300x177.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-22389" class="wp-caption-text">Neste outro projeto de um refeitório humanizado, temos a cor Very Peri aplicada a parte dos sofás e totalmente integrada a um ambiente que abusa das plantas naturais. Mobiliário da RS Design.</figcaption></figure>
<p>E, de acordo com os pesquisadores, a mudança de comportamento foi visível já nas primeiras três horas de experimentação cromática, com claras alterações de humor e concentração. Eles notaram que o ambiente predominantemente vermelho dificultou a concentração da maioria dos alunos, provavelmente devido à sensação de excitação gerada pela cor; e que nos ambientes verde e azul, esses mesmos alunos conseguiram ampliar sua capacidade de concentração.</p>
<p>Mas vamos seguir mergulhando ainda mais nessa questão?</p>
<p>Quando imaginamos uma paisagem, quais as cores que naturalmente nos vêm à cabeça? O azul do céu e do mar, o verde das árvores e dos rios? E será que não há nenhuma relação entre as cores encontradas na natureza e a nossa capacidade de concentração? Bingo! Com certeza há! É aí que entra a biofilia, termo que designa uma possível ligação emocional e genética entre o homem e a natureza.</p>
<figure id="attachment_22390" aria-describedby="caption-attachment-22390" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-22390 size-full" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2021/12/veryperi_cordoano_pantone_violeta_cafe_rsdesign_2.jpg" alt="" width="650" height="441" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2021/12/veryperi_cordoano_pantone_violeta_cafe_rsdesign_2.jpg 650w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2021/12/veryperi_cordoano_pantone_violeta_cafe_rsdesign_2-300x204.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-22390" class="wp-caption-text">Mais uma vez temos a Very Peri em um detalhe, na mesa de centro desse espaço de convivência que também traz plantas e outros tons terrosos naturais. Mobiliário RS Design.</figcaption></figure>
<p>Todas as combinações de cores que existem na natureza tendem a nos trazer conforto visual, melhorando nossa percepção e nossas sensações dentro de um ambiente construído. Como viemos da natureza, é como se essas cores estivessem em nossa memória coletiva há séculos.</p>
<p>Mas depois de todas essas explicações, <strong>como podemos aplicar a nova cor do ano, Very Peri, nos ambientes corporativos? Vamos resgatar o conceito de biofilia: quando olhamos para a natureza, nós vemos esse tom arroxeado em grandes ou pequenas proporções? Sempre nos detalhes! Nas pequenas flores pelo caminho ou nos pássaros que habitam a região.</strong></p>
<figure style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-22391 size-full" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2021/12/veryperi_cordoano_pantone_violeta_convivencia_rsdesign_4.jpg" alt="" width="650" height="434" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2021/12/veryperi_cordoano_pantone_violeta_convivencia_rsdesign_4.jpg 650w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2021/12/veryperi_cordoano_pantone_violeta_convivencia_rsdesign_4-300x200.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2021/12/veryperi_cordoano_pantone_violeta_convivencia_rsdesign_4-390x260.jpg 390w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption class="wp-caption-text">Podemos utilizar a natureza como referência para implementar a cor do ano da pantone nos ambientes, ou seja, pequenos pontos arroxeados no meio de outras cores predominantes.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Portanto, na hora de implementar o Very Peri no projeto, o ideal é pensar em pequenos pontos de cor espalhados pelo ambiente, bem como vocês puderam notar nas imagens que foram dispostas ao longo desse post!</p>
<p>Utilizar a natureza como referência de paleta de cores é muito útil em qualquer tipo de projeto e também nos projetos corporativos, que estão cada vez mais humanizados, resgatando o bem-estar das pessoas e as estimulando em todos os sentidos.</p>
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		<title>Projeto biofílico e projeto sustentável – São a mesma coisa?</title>
		<link>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/projeto-biofilico-e-projeto-sustentavel-sao-mesma-coisa/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2020 13:09:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vamos começar esse post sendo taxativos: um projeto biofílico é diferente de um projeto sustentável. Podemos, inclusive, dizer que eles se complementam. Mas vamos detalhar um pouco mais para que fique fácil de compreender o que cada uma dessas vertentes quer dizer dentro da arquitetura. Importante enfatizar que tanto o projeto biofílico quanto o projeto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_22394" aria-describedby="caption-attachment-22394" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-22394 size-full" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Refeitorio-humanizado.jpg" alt="" width="650" height="383" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Refeitorio-humanizado.jpg 650w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Refeitorio-humanizado-300x177.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-22394" class="wp-caption-text">Neste projeto desenhado pela RS Design há muito espaço para o verde.</figcaption></figure>
<p>Vamos começar esse post sendo taxativos: um projeto biofílico é diferente de um projeto sustentável. Podemos, inclusive, dizer que eles se complementam. Mas vamos detalhar um pouco mais para que fique fácil de compreender o que cada uma dessas vertentes quer dizer dentro da arquitetura.</p>
<p>Importante enfatizar que tanto o projeto biofílico quanto o projeto sustentável dizem respeito à relação entre ambiente construído, homem e natureza. Porém, enquanto a biofilia atua para suprir as necessidades humanas de contato com o meio ambiente, trazendo para os espaços físicos elaborados pelos seres humanos conceitos, contextos e texturas naturais; o projeto sustentável investe em infraestruturas capazes de reduzir ao máximo o impacto que nós causamos na natureza durante a nossa existência.</p>
<p>Durante algum tempo, os edifícios eram construídos para que fossem extremamente funcionais, sempre pensando na nossa rotina e nas nossas necessidades dinâmicas. Mas, com o passar dos anos e com os avanços da ciência – inclusive da neuroarquitetura – os especialistas notaram que os projetos não podiam atender apenas nossas demandas de produtividade, precisavam também colaborar com nossas carências emocionais.</p>
<p>E foi assim que os projetos biofílicos começaram a surgir. A criação de ambientes mais saudáveis que promovam experiências multissensoriais com a natureza, estimula a sensação de conforto, bem-estar e melhora, até mesmo, o nosso desempenho cognitivo. Mas o que está envolvido nessa criação?</p>
<p>A inclusão de mais áreas verdes dentro dos espaços fechados por meio de plantas diversas, bem como a construção de locais que permitam a contemplação da natureza, a exemplo de varandas com acesso visual ao céu ou janelas maiores direcionadas aos jardins, são alguns exemplos. Mas os caminhos são inúmeros e envolvem todos os nossos sentidos.</p>
<p>Há quem opte, por exemplo, pela integração de fontes de água para permitir que o som produzido por esse mecanismo soe como um momento de tranquilidade em dias corridos. Isso sem falar na adoção de texturas mais naturais como pedras e madeiras mais rústicas, aproximando nosso tato ao que sentimos quando estamos junto à natureza.</p>
<p>Agora, como o projeto de um edifício torna-se sustentável? Criando alternativas para que aquela ocupação afete o menos possível a natureza. Isso significa, por exemplo, investir em um sistema de refrigeração que gaste menos energia; apostar em energia solar; incorporar, ao prédio, uma boa estratégia de gestão de resíduos sólidos urbanos; adotar estrutura luminotécnica com lâmpadas eficientes e ecológicas; e ter sistemas de reaproveitamento da água da chuva e de melhor gestão hídrica são algumas alternativas.</p>
<p>E por que sugerimos que os projetos se complementam? Pois imagine um projeto de arquitetura corporativa, um escritório que preza pela boa relação do homem com a natureza e quer refletir essa preocupação no ambiente construído. Quando o profissional opta por criar janelas amplas para permitir a maior entrada de luz solar e uma ventilação natural, ele contribui com o projeto de sustentabilidade do espaço. Ao mesmo tempo em que entrega, ao ocupante, a possibilidade de manter contato visual com o ambiente externo, permite que aquele espaço tenha menos necessidade de uso de energia para iluminação e ar-condicionado.</p>
<p>Outro exemplo: a opção por elementos naturais interfere diretamente no conforto térmico dos espaços. Pedras esfriam, madeiras esquentam. Enquanto se define o que é preciso para esse conforto térmico, também se define como será a sensação de toque das pessoas nessa opção pelo vínculo natural.</p>
<p>Essa relação entre projeto biofílico e projeto sustentável mostra como a arquitetura vem sendo uma somatória de conhecimentos que raramente se sobrepõem, mas sim de completam.</p>
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		<title>Biofilia e COVID-19 – Como o contato com a natureza ajuda a enfrentar a pandemia</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2020 16:40:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A COVID-19 se espalhou rapidamente pelo mundo impactando de forma drástica a rotina das populações. Alguns países implementaram forte lockdown, multando quem estivesse circulando pelas ruas sem justificativas plausíveis. Outros optaram por restrições mais brandas, cancelando eventos, fechando comércios e reduzindo o número de profissionais que se deslocavam para trabalhar todos os dias. Porém, independentemente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_20547" aria-describedby="caption-attachment-20547" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-20547" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/12/rs-design-home-office-biofilia-pandemia-1.jpg" alt="Quem pode optar por trabalhar na varanda ou mesmo no quintal algumas horas por dia se sentiu privilegiado." width="650" height="340" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/12/rs-design-home-office-biofilia-pandemia-1.jpg 650w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/12/rs-design-home-office-biofilia-pandemia-1-300x157.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-20547" class="wp-caption-text">Quem pode optar por trabalhar na varanda ou mesmo no quintal algumas horas por dia se sentiu privilegiado.</figcaption></figure>
<p>A COVID-19 se espalhou rapidamente pelo mundo impactando de forma drástica a rotina das populações. Alguns países implementaram forte <em>lockdown</em>, multando quem estivesse circulando pelas ruas sem justificativas plausíveis. Outros optaram por restrições mais brandas, cancelando eventos, fechando comércios e reduzindo o número de profissionais que se deslocavam para trabalhar todos os dias. Porém, independentemente de qual foi a estratégia adotada por cada nação, em 2020 todos nós permanecemos muito mais tempo dentro de nossas casas.</p>
<p>E nada como a privação, para que percebamos como amamos a nossa liberdade. O isolamento social – medida apontada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das mais eficazes para evitar a disseminação do novo coronavírus – fez com que notássemos de forma ainda mais intensa a falta que nos faz o contato com a natureza. Mesmo que esse contato se resumisse à observar o céu enquanto se deslocava para o trabalho; ver as árvores pelo caminho mudando de cor de acordo com a passagem das estações do ano; o barulho feito pelos passarinhos no decorrer do dia; ou aquela fugidinha até a praia no final de semana.</p>
<p>Assim, quando nos vimos obrigados a permanecer 100% do tempo dentro dos ambientes construídos, os conceitos de biofilia ganharam ainda mais força. Ficamos carentes de natureza. E mesmo sem perceber, passamos a suprir essa carência apostando em elementos típicos do design biofílico. Caso não tenha muita familiaridade com o tema, clique <a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto_categorias/biofilia/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> e acesse nossa central de matérias relacionadas à biofilia.</p>
<p>Foi um momento em que as pessoas passaram a valorizar ainda mais varandas e quintais, ou seja, qualquer possibilidade de se aproximar de elementos naturais, nem que fosse para apreciar os passarinhos cruzando o céu. Um artigo assinado por Andréa de Paiva, consultora de neuroarquitetura, e publicado no neuroau.com diz: “Mesmo que a casa seja pequena, ficar perto da janela e olhar a vista ajuda a sentir menos sufocado. Além disso, ajuda a receber mais luz natural, o que é importante para manutenção do ritmo circadiano. Sentir o vento e olhar para o céu também nos aproxima da natureza”.</p>
<p>O conceito de Urban Jungle, que já vinha ganhando cada vez mais adeptos, se fortaleceu. Esse resgate da natureza dentro das residências e dos escritórios, começou a fazer ainda mais sentido. Houve, inclusive, aumento no interesse pelo cultivo de plantas. Segundo o Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), em agosto a venda de flores cresceu 10% no comparativo com o mesmo período de 2019. Isso sem falar que, estando isoladas, as pessoas conseguiam cuidar mais de seus jardins, acompanhando o desenvolvimento das mudas e querendo sempre colocar mais vida ainda dentro de casa. Há, inclusive, quem afirme que a jardinagem tem efeito terapêutico.</p>
<p>Mas a biofilia que ganhou ainda mais vida durante a crise do novo coronavírus não se resume à busca por espaços abertos como varandas e quintais ou a inserção de jardins e plantas avulsas dentro de casa. É todo um contexto que transforma o ambiente dando, a ele, um ar mais natural. E isso envolve a mudança de revestimentos, aplicação de novas texturas e de elementos como madeira, água, algodão cru e cerâmica.</p>
<p>“As pessoas passaram a abrir mais as janelas, apostar em aromas e até mesmo em uma alimentação mais orgânica e balanceada. Tudo isso faz parte da imersão na natureza que comprovadamente traz inúmeros benefícios ao organismo”, finaliza Lisandra Mascotto, da RS Design.</p>
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		<title>Biofilia – Workshop em São Paulo promoveu o tema trazendo experiências internacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2020 12:57:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A relação entre o homem e a natureza sempre foi vista com positividade e seus benefícios jamais foram questionados. Porém, de uns tempos para cá, com a disseminação da importância da biofilia – inclusive nos ambientes corporativos – essa conexão tornou-se pauta de importantes debates e eventos. No domingo, dia 15 de março, foi realizado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_19711" aria-describedby="caption-attachment-19711" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-19711" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rs-design-workshop-biofilia-1.jpg" alt="I Workshop Internacional de Design Biofílico foi realizado dia 15 de março em São Paulo" width="650" height="455" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rs-design-workshop-biofilia-1.jpg 650w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rs-design-workshop-biofilia-1-300x210.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-19711" class="wp-caption-text">I Workshop Internacional de Design Biofílico foi realizado dia 15 de março em São Paulo</figcaption></figure>
<p>A <strong>relação entre o homem e a natureza</strong> sempre foi vista com positividade e seus benefícios jamais foram questionados. Porém, de uns tempos para cá, com a disseminação da importância da biofilia – inclusive nos ambientes corporativos – essa conexão tornou-se pauta de importantes debates e eventos.</p>
<p>No domingo, dia 15 de março, foi realizado o <strong>I Workshop Internacional de Design Biofílico</strong>, evento em São Paulo que contou com <strong>patrocínio da RS Design</strong>, já que a marca reconhece a importância da inclusão da natureza em qualquer espaço construído e está sempre atenta aos movimentos de transformação dos espaços de trabalho.</p>
<p>“Nós acreditamos na força e no impacto dos ambientes na vida das pessoas. Portanto, apoiamos essa corrente que visa pensar em projetos cada vez mais <strong>humanizados</strong>, focados nas necessidades das pessoas, estimulando os seus sentidos. Isso traz melhorias para a qualidade de vida dos usuários, interferindo no humor, na forma de trabalhar e na saúde”, comenta <strong>Lisandra Mascotto, da RS Design</strong>, ao enfatizar que em uma sociedade assolada pelo estresse e pela ansiedade, na qual as pessoas muitas vezes chegam ao seu limite, é preciso buscar alternativas e ações capazes de mudar essa perspectiva.</p>
<p>Voltado a todos os profissionais do setor interessados na temática da biofilia, o encontro foi idealizado pela arquiteta <strong>Bia Rafaelli</strong> e surgiu da necessidade latente de melhorarmos os ambientes construídos, já que as construções nem sempre foram feitas pensando, realmente, nas pessoas que as habitariam.</p>
<figure id="attachment_19712" aria-describedby="caption-attachment-19712" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-19712" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rs-design-workshop-biofilia-2.jpg" alt="Na foto, da esquerda para a direita, Cassio Thomé, representante da Escotelhado; Andréa de Paiva, especialista em neurociência aplicada à arquitetura; Bia Rafaelli, arquiteta e urbanista especialista em Design Biofílico e idealizadora do workshop; Débora Lefreve, representante da Certificação HBC; Carol Piccin, sócia-fundadora da MateriaLAB; e Guilherme Takeda, arquiteto paisagista e diretor da Takeda Design; " width="650" height="346" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rs-design-workshop-biofilia-2.jpg 650w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rs-design-workshop-biofilia-2-300x160.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-19712" class="wp-caption-text">Na foto, da esquerda para a direita, Cassio Thomé, representante da Escotelhado; Andréa de Paiva, especialista em neurociência aplicada à arquitetura; Bia Rafaelli, arquiteta e urbanista especialista em Design Biofílico e idealizadora do workshop; Débora Lefreve, representante da Certificação HBC; Carol Piccin, sócia-fundadora da MateriaLAB; e Guilherme Takeda, arquiteto paisagista e diretor da Takeda Design;</figcaption></figure>
<p>O evento também contou com uma apresentação virtual de <strong>Elizabeth Freeman Calabrese</strong>, especialista internacional, arquiteta e educadora em <strong>Design Biofílico</strong>.  Atuando há três décadas nesse segmento, Elizabeth assina projetos internacionais e acredita que a ecologia e a biofilia deveriam integrar as bases dos programas profissionais de design. Como professora, incentiva uma abordagem holística e integrada de ecossistema na incorporação da biofilia nos projetos arquitetônicos.</p>
<p>Segundo Elizabeth, muitas vezes os clientes buscam um <strong>design minimalista</strong> e não aceitam com tanta facilidade a inserção de plantas em seus projetos. Nesse caso, o arquiteto pode buscar outros <strong>elementos</strong> como <strong>água, luz natural e ar fresco</strong> para suprir essa necessidade. Para ela, se houver a possibilidade, é sempre positivo pensar em boas e amplas janelas voltadas para a natureza.</p>
<figure id="attachment_19713" aria-describedby="caption-attachment-19713" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-19713" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rs-design-workshop-biofilia-3.jpg" alt="Elizabeth Freeman Calabrese participou virtualmente trazendo experiências internacionais para o debate em São Paulo" width="650" height="455" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rs-design-workshop-biofilia-3.jpg 650w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rs-design-workshop-biofilia-3-300x210.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-19713" class="wp-caption-text">Elizabeth Freeman Calabrese participou virtualmente trazendo experiências internacionais para o debate em São Paulo</figcaption></figure>
<p>A especialista mencionou, inclusive, que podemos apostar no <strong>design biofílico natural</strong>, que envolve elementos como árvores, fogo, animais, ar e água frescos, ecossistemas naturais, madeira, pedras, terra, grama e luz natural; e no <strong>artificial</strong> que conta com a aplicação de cores e geometrias naturais, formas orgânicas, simulação da luz e do ar naturais, biomimética (temos, <a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/voce-sabe-o-que-e-biomimetica/" target="blank" rel="noopener">AQUI</a>, um ótimo artigo sobre isso) e imagens de natureza.</p>
<figure id="attachment_19709" aria-describedby="caption-attachment-19709" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-19709" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rs-design-workshop-biofilia-4.jpg" alt="Todos os detalhes do evento foram pensados de acordo com o design biofílico, até mesmo os brindes distribuídos pela RS Design" width="650" height="455" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rs-design-workshop-biofilia-4.jpg 650w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rs-design-workshop-biofilia-4-300x210.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-19709" class="wp-caption-text">Todos os detalhes do evento foram pensados de acordo com o design biofílico, até mesmo os brindes distribuídos pela RS Design</figcaption></figure>
<p>Ao longo de toda a manhã os debates foram aprofundados nos inúmeros subcampos da biofilia, inclusive com argumentações extremamente válidas para quem projeta escritórios e ambientes corporativos.</p>
<p>Se passamos 90% do nosso tempo dentro de ambientes construídos, esses ambientes precisam suprir todas as nossas necessidades, inclusive às de <strong>interação com a natureza</strong>. E o <strong>design biofílico</strong> surge para suprir muitos desses pontos de carência ao prover benefícios de saúde física, ambiental, social, biológica e psicológica.</p>
<figure id="attachment_19710" aria-describedby="caption-attachment-19710" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-19710" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rs-design-workshop-biofilia-5.jpg" alt="O workshop foi realizado no escritório da It's Informov, empresa de engenharia e arquitetura especializada em desenhar projetos com vida para empresas com alma" width="650" height="455" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rs-design-workshop-biofilia-5.jpg 650w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/04/rs-design-workshop-biofilia-5-300x210.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-19710" class="wp-caption-text">O workshop foi realizado no escritório da It&#8217;s Informov, empresa de engenharia e arquitetura especializada em desenhar projetos com vida para empresas com alma</figcaption></figure>
<p>Mas quais são os atributos do design biofílico? O workshop explanou de forma detalhada cada um deles, que vamos explicar agora:</p>
<ol>
<li><strong>Envolvimento com a natureza</strong></li>
<p>Quando o ser humano está em contato com a natureza desperta sensações extremamente benéficas para si mesmo e para sua atuação na sociedade. No espaço de trabalho, os colaboradores assumem a responsabilidade pelo ambiente, cuidando das plantas e transformando aquele local em um ambiente de cura. Ao criar um habitat saudável e resiliente para mudanças, a empresa também propicia aos ocupantes experiências multissensoriais muito similares as de quem se aventura na natureza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<li><strong>Saúde física, mental e bem-estar</strong></li>
<p>Uma empresa só é saudável se seus colaboradores estiverem saudáveis. Além de fortalecer o sistema imunológico atuando na prevenção de doenças, a natureza integrada ao espaço de trabalho – que pode surgir por meio da aplicação de elementos naturais no escritório ou pela elaboração de uma boa vista para um espaço arborizado – ajuda a estimular o aprendizado e, consequentemente, a cultura da colaboração. Tudo isso leva os times a um melhor desempenho profissional, mais sabedoria para a tomada de decisões e melhores estratégias focadas em resultados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<li><strong>Ligação emocional ao local</strong></li>
<p>Falamos bastante sobre a importância do propósito para os profissionais modernos (caso não tenha lido nosso post sobre esse tema, clique <a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/com-ou-sem-propositocompanhias-buscam-sentido-para-melhorar-ambiente-e-produtividade/" target="blank" rel="noopener">AQUI</a>). Profissionais que abraçam a causa da empresa atuam com mais paixão e entregam melhores resultados. E o design biofílico ajuda a construir essa cultura corporativa pois a ecologia tem o poder de envolver as pessoas. Por isso é tão importante que os colaboradores, que serão os principais usuários de toda a infraestrutura que está sendo projetada, sejam consultados e tenham suas opiniões ouvidas durante a elaboração do espaço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<li><strong>Interações positivas e conexões</strong></li>
<p>Acima falamos sobre motivar a cultura da colaboração. Para isso também é preciso impulsionar as interações sociais e estimular conexões entre os colaboradores. E a natureza, mais uma vez, surge como um pilar para essa ação. O senso de comunidade gerado por ambientes naturais auxilia na promoção de relacionamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<li><strong>Soluções ecológicas</strong></li>
<p>É preciso, para se investir em design biofílico, pensar em soluções ecológicas para agregar aos ambientes construídos ao mesmo tempo em que se constrói um ambiente sustentável e pouco agressivo à natureza. Deve ser uma via de mão dupla. Aproveitar os recursos naturais sem esgotá-los é uma das vertentes mais importantes discutidas nesse tema. Para isso, importa o posicionamento do edifício, a quantidade (e instalação) das janelas para análise de entrada de luz natural e ventilação, e tantas outras questões que devem ser analisadas desde o início de qualquer projeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Design biofílico tem sido um tema muito presente nas publicações do Espaço do Arquiteto. Clicando <a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto_categorias/biofilia/" target="blank" rel="noopener">AQUI</a> você acessará um menu com todos os materiais que já divulgamos sobre essa temática. Tem muito conteúdo valioso para quem está começando a incorporar a biofilia em seus projetos.</p>
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		<title>Biofilia –Importantes apontamentos para a arquitetura</title>
		<link>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/biofilia-importantes-apontamentos-para-arquitetura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2020 17:00:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A biofilia está em alta. O termo que define um movimento para ampla incorporação da natureza nos espaços construídos pelo homem (clique AQUI para saber mais sobre essa definição) foi o assunto escolhido por Melanie O’Brien, aluna de mestrado em arquitetura em Dublin, na Irlanda, para sua monografia intitulada Biofilia – Percepção do Meio Ambiente. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_22407" aria-describedby="caption-attachment-22407" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-22407 size-full" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Area-convivencia-biofilia_retoque.jpg" alt="" width="650" height="433" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Area-convivencia-biofilia_retoque.jpg 650w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Area-convivencia-biofilia_retoque-300x200.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Area-convivencia-biofilia_retoque-390x260.jpg 390w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-22407" class="wp-caption-text">Nesse projeto desenhado pela RS Design, biofilia é carro-chefe</figcaption></figure>
<p>A <strong>biofilia</strong> está em alta. O termo que define um movimento para ampla incorporação da natureza nos espaços construídos pelo homem (clique <a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/biofilia-e-arquitetura/" target="blank" rel="noopener">AQUI</a> para saber mais sobre essa definição) foi o assunto escolhido por Melanie O’Brien, aluna de mestrado em arquitetura em Dublin, na Irlanda, para sua monografia intitulada <strong>Biofilia – Percepção do Meio Ambiente</strong>.</p>
<p>Devido à sua importância no atual cenário da arquitetura corporativa que preza pelo bem-estar no ambiente de trabalho e reconhece que o <strong>contato com a natureza</strong> tem efeitos muito benéficos para os seres humanos, optamos por destrinchar esse trabalho que traz percepções muito úteis a quem projeta no formato <strong>H2H </strong>(se não sabe o que isso significa, clique <a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/nem-b2b-nem-b2c-o-que-precisamos-e-h2h/" target="blank" rel="noopener">AQUI</a> e entenda).</p>
<p>Para Melanie, biofilia é a conexão entre o ambiente natural, o corpo humano e a mente, sendo indispensável que essa tríade esteja inserida em todo e qualquer ambiente construído que preze pela manutenção da <strong>estabilidade</strong> e do <strong>conforto</strong> de seus ocupantes.</p>
<p>Segundo mencionado na publicação, a mente humana evoluiu para funções superiores que envolvem <strong>criatividade</strong>, <strong>inovação</strong> e <strong>pensamentos abstratos</strong>; porém ainda seguimos com inclinações <strong>primitivas</strong> e <strong>instintivas</strong>. E é nessas inclinações que nos sentimos carentes de natureza.</p>
<p>Considerando a <strong>biofilia</strong> uma plataforma para discussão mais ampla da arquitetura, a mestranda afirma que os arquitetos têm, por ímpeto, aumentar a conexão entre os ambientes internos e externos. Um exemplo está nas constantes criações de espaços a partir dos jardins. Mas sendo habitual, muitas vezes esses profissionais deixam de questionar a real importância disso. E, assim, acabam por projetar em um modo automático, perdendo possíveis ganhos de resultados na entrega final ao cliente.</p>
<p>“Almejamos conexão com o mundo natural, seja por uma brisa fresca, por um lugar ao sol, ou simplesmente pela possibilidade de ouvir o barulho da chuva caindo no telhado. Somos embalados em conforto e contentamento quando nos <strong>conectamos com o mundo natural</strong> ao nosso redor”, diz Melanie em sua monografia.</p>
<p>A publicação Biophilic Design: The Architectureof Life, de Judith Heerwagen e Bill Finnegan, material utilizado como referência pela estudante, diz que “os grandes arquitetos perceberam intuitivamente essas coisas”. E, sim, de fato essa busca pela <strong>imersão da natureza</strong> no ambiente foi algo crescente ao longo do tempo. Mas, um ponto é fundamental na visão da especialista: desde que o homem ganhou a capacidade de influenciar o ambiente que ocupa, passou a escolher pela inserção de itens naturais.</p>
<h2>Oito atributos do <strong>design biofílico</strong></h2>
<p>Oito atributos do <strong>design biofílico</strong>, por Stephen Kellert em seu livro <em>Building for Life</em>:</p>
<ol>
<li>Perspectiva – Capacidade de enxergar ao longe para intensificar a relação do usuário que está no espaço interno com o que ele visualiza no espaço externo</li>
<li>Refúgio – Sensação de proximidade, de acolhimento e segurança em escala mais humana</li>
<li>Água – Um dos mais fortes elementos naturais que pode estar tanto no ambiente interno quanto no externo</li>
<li>Biodiversidade – A sensação de estar perto da natureza não se limita à presença de apenas um elemento natural</li>
<li>Variabilidade sensorial – Sensações de calor e frio, umidades diferenciadas, texturas e cores despertam emoções diferentes em um mesmo espaço</li>
<li>Biomimética (entenda o termo <a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/voce-sabe-o-que-e-biomimetica/" target="blank" rel="noopener">AQUI</a>) – Ambiente interno que se espelha – e se inspira – em formas e elementos naturais</li>
<li>Senso de diversão – Leveza e lazer para a construção da qualidade de vida</li>
<li>Sedução – Ser atraído por um ambiente externo mais interessante e luminoso do que aquele que está sendo ocupado</li>
</ol>
<p>Como conclusão, Melanie aponta que o homem se afastou do <strong>mundo natural</strong> através da tecnologia e de suas extensões que, aos poucos, foram tão incorporadas a nossa cultura que não podem mais ser isoladas. Mas que isso não deve ser visto apenas com negatividade, já que essas <strong>tecnologias</strong> também contribuem com a criação de escopos de <strong>design biofílicos</strong> que trazem, de volta, o <strong>contato do homem com a natureza</strong>.</p>
<p>“É necessária uma coreografia cuidadosa para criar um espaço biofílico bem-sucedido”, diz a especialista no texto. “Para que qualquer movimento permaneça predominante, e para que o progresso seja alcançado, é preciso discutir sobre a natureza e o <strong>ambiente</strong> em uma plataforma de design mais acessível”, complementa.</p>
<p>Quer saber mais sobre como a biofilia impacta positivamente os espaços de trabalho? <a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/por-que-a-biofilia-e-tao-importante-no-ambiente-profissional/" target="blank" rel="noopener">ESTE POST</a> traz exatamente a importância da natureza nos escritórios e <a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/ja-ouviu-falar-sobre-o-disturbio-do-deficit-de-natureza/" target="blank" rel="noopener">ESTE TEXTO</a> fala sobre o distúrbio do déficit de natureza, uma patologia sentida em tempos de ausência de elementos naturais no ambiente construído. Aproveite para conferir, também, nossa matéria sobre o <strong>AmazonSpheresof Seattle</strong>, um dos ambientes mais incríveis construídos com base na biofilia. Clique <a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/amazonspheresof-seattle-predominancia-da-natureza-no-ambiente-construido/" target="blank" rel="noopener">AQUI</a> para ler.</p>
<p>&nbsp;</p>
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