Quatro tendências corporativas para ficar de olho

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Espaço projetado pela RS Design com sofá com entrada USB. Crédito: Divulgação RS Design

Reforçamos sempre, aqui no Espaço do Arquiteto, que os ambientes corporativos estão mudando, seguindo uma linha muito mais dedicada à humanização dos espaços e preocupada com o bem-estar dos trabalhadores. Mas, desta vez, seremos ainda mais práticos e diretos. Listaremos algumas das principais tendências que quem atua com a arquitetura corporativa deve ficar atento. Confira!

1) Promoção do equilíbrio

Funcionários saudáveis são funcionários produtivos. A criação de espaços, dentro dos escritórios, para que os colaboradores possam tirar alguns minutos para relaxar corpo e mente já é realidade. Muitas empresas brasileiras apostam, inclusive, em salas para meditação e oferecem aplicativos para estimular esse momento. A inserção de espaços de descompressão que promovam mais do que o relaxamento, o autoconhecimento, e a formação de grupos para prática de atividades físicas chegam para otimizar as tradicionais ginásticas laborais. Os empresários devem olhar seu time sob uma ótica mais humana e o ambiente deve acompanhar essa tendência.

2) Projeto focado em pessoas

A arte da arquitetura para pessoas toma conta do mercado corporativo. O arquiteto e o designer de interiores devem colocar o usuário no centro da criação e do desenvolvimento do projeto. É para ele que todo o ambiente será desenhado e é preciso, acima de tudo, ouvi-lo. Somente sabendo o que o colaborador espera da sua empresa será possível traçar as melhores estratégias para garantir que ele se sinta confortável e abraçado por seu ambiente de trabalho.

3) Flexibilidade como palavra-chave

Ser flexível é estar apto a receber qualquer perfil profissional. E montar uma equipe heterogênea é saudável para qualquer companhia. Escritórios flexíveis são aqueles que atendem, de forma igualitária, as necessidades de todo o time, mesmo quando esse time mescla gerações, raças e gêneros. A construção de um ambiente que promove a integração, permite que o funcionário escolha se trabalhará junto à equipe ou num espaço mais reservado, tenha liberdade para fazer seus horários, espaço propício para fazer refeições com qualidade, e tudo isso reflete em uma maior qualidade de vida para esse profissional e, consequentemente, em um melhor clima organizacional. Não à toa os coworkings estão se espalhando pelo país (leia mais sobre o perfil dos coworkings clicando AQUI).

4) Espaços tecnológicos

A realidade mista já faz parte do nosso dia a dia. Diversos são os softwares que simulam situações e nos levam a realidades virtuais para análise de perspectivas. Mesmo os escritórios mais tradicionais já entendem que a inserção tecnológica é um caminho de mão única. Não há como fugir. Criar ambientes digitalmente adequados significa disponibilizar acesso a tecnologia de forma prática. Se, hoje, o profissional não consegue desempenhar suas funções sem estar conectado, é preciso planejar espaços onde os sinais de internet sejam muito bem distribuídos e onde não faltem tomadas para carregamento de dispositivos.

Ficar de olho nas tendências que modernizam os ambientes de trabalho permite, ao profissional de arquitetura, garantir a satisfação do cliente, criando ambientes que agregarão valor à estrutura da empresa e que atenderão, de fato, as necessidades pontuais da equipe. Não aceitar essas tendências fará com que o empresário note, em um futuro próximo, que precisa mudar sua infraestrutura pois seu time já não desempenha suas funções com a mesma motivação.

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