Nas mudanças de layout, escritórios precisam se manter sustentáveis

Esses painéis, que integram o portfólio da RS Design e são chapas de absorção acústica feitas de 70% de PET reciclado, são excelentes para esse momento.

O mundo moderno está envolto em mudanças constantes. Com a pandemia de COVID-19, muitos comportamentos também foram alterados e, apesar de ser impossível prever exatamente como será o futuro, sabemos que o modelo de trabalho que tínhamos antes da invasão do novo coronavírus não voltará. Estamos começando a era dos escritórios híbridos, isso já é tido como uma certeza, e esse movimento desencadeia mais uma série de mudanças. Mudanças essas que também impactam a infraestrutura dos ambientes corporativos.

O distanciamento social imposto para evitar a disseminação da doença levou milhares de trabalhadores para o home office. E as empresas tiveram de reagir. Tanto que, no segundo trimestre de 2020, segundo a JLL, a cidade de São Paulo assistiu a 122 mil metros quadrados de prédios de classe A serem devolvidos pelas companhias. Assim, a taxa de vacância – que computa a quantidade de espaços livres para locação – chegou a quase 20% no terceiro trimestre do ano passado.

Tudo isso foi um susto para o mercado, obviamente. Nenhum país do mundo estava preparado para encarar uma pandemia, e a vida teve de seguir sem tanto planejamento. Agora que a vacinação está avançando e é possível começar a considerar perspectivas futuras, o trabalho híbrido – que mescla o remoto ao presencial – se consolida e as empresas estão novamente avaliando seus espaços de trabalho.

Aqui, é chegada a hora de trazermos à tona também mais um conceito que nunca pode ficar de fora dos projetos corporativos: a sustentabilidade. Com idas e vindas, as companhias precisam poupar recursos, e isso significa abraçar o conceito dos três Rs: reduzir, reutilizar e reciclar. Mas é possível fazer isso quando o assunto é obra e remodelação de layout para atender às novas necessidades corporativas? Com certeza!

Podemos, inclusive, ampliar de três para seis os Rs da sustentabilidade. Que tal considerarmos renovar, repensar, reutilizar, reorganizar, revitalizar e remanejar? Empresas que mudaram de endereço – que passaram de um espaço mais amplo, para um mais enxuto; que estão adaptando suas acomodações para incorporar o trabalho híbrido; e que tiveram de remanejar suas equipes devido à crise desencadeada pela pandemia podem contar com o suporte de um especialista em arquitetura corporativa para ver o mobiliário e a infraestrutura existente acoplando novidades que, bem planejadas, levarão a um ótimo resultado.

Um bom exemplo de como é possível reaproveitar o mobiliário corporativo está na instalação de painéis de proteção. Se há algum tempo a companhia apostou no open space e, para isso, investiu em longas bancadas de trabalho sem qualquer divisão entre os ocupantes, e agora percebeu que tanto devido à COVID-19 quanto à necessidade de um pouco mais de privacidade para os colaboradores, o ideal seria ter espaços mais individualizados, não precisa se desfazer das bancadas. Pode apostar em painéis de proteção acústicos que podem ser instalados em qualquer tipo de superfície, são móveis e fáceis de higienizar. Ah, e existem opções – como essa da imagem que integra o portfólio da RS Design – que são sustentáveis por serem confeccionadas com PET reciclado.

Outra ideia para quem está mudando a empresa de um espaço para outro é reaproveitar todo o mobiliário, fazendo um remanejamento adequado das peças, e apostar em itens que estão surgindo agora e são capazes de sanar as novas necessidades das equipes sem grandes obras. Uma empresa com poucos espaços privativos para que as pessoas possam fazer suas ligações e videochamadas sem incomodar os outros com o som pode pensar em distribuir, aleatoriamente pelo espaço, cabines telefônicas que, também chamadas de Phone Booth, são charmosas e extremamente confortáveis.

O importante é lembrar que o conceito de “jogar fora” é completamente equivocado. Vivemos em um planeta que consome absolutamente tudo o que a gente movimenta. Não há como simplesmente se desfazer de algo já sem utilidade. Então, além de poupar recursos financeiros para a empresa, esse pensamento sustentável nesse momento de retomada e de volta aos escritórios precisa ser estabelecido. O planeta Terra agradece.

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