Arquitetura corporativa apoiando cultura organizacional e relacionamentos

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Bancadas de trabalho longas e com divisórias de vidro para facilitar o trabalho colaborativo. No mesmo ambiente, áreas mais reservadas com sofá booth para atividade mais focada. Crédito: Divulgação RS Design

Relacionar-se é preciso e a arquitetura pode contribuir com essa missão! Robert Waldinger, um dos palestrantes mais reconhecidos do TED, disse em uma de suas apresentações: bons relacionamentos nos mantêm mais felizes e saudáveis. Uma boa vida se constrói com boas relações.

No ambiente de trabalho, principalmente nesta fase de intensa humanização que estamos vivendo, é indispensável que o projeto arquitetônico acompanhe as necessidades das empresas. E criar um ambiente propício para que as pessoas possam se relacionar de forma positiva e agradável é sempre uma dessas necessidades.

De acordo com a Organização Gallup, empresa de pesquisa de opinião dos Estados Unidos, pessoas que fazem bons amigos no escritório têm mais chances de ficarem satisfeitas com o trabalho. Além disso, aquelas que têm melhores amigos no dia a dia profissional estão sete vezes mais propensas a estarem engajadas com suas atividades.

Nós, seres humanos, somos criaturas naturalmente sociáveis, que buscam relações de confiança e respeito. Primeiramente por uma questão de sobrevivência, mas, também, pois construir boas relações no trabalho torna o ambiente mais divertido e o time mais inovador e criativo.

Uma pesquisa publicada pela marca norte-americana Haworth afirma que a cultura organizacional é ainda mais importante do que a eficiência e o desempenho quando tratamos de design de escritório. Isso significa que a arquitetura corporativa deve estar cada vez mais alinhada com a busca pela integração dos times, pela aceitação e compreensão de suas culturas e pela priorização de seus valores e comportamentos.

Desta forma, empresas que querem incentivar uma cultura colaborativa, devem priorizar um design flexível com mais espaços para atuação em grupo. As que visam inovação e criação, podem apostar em áreas mais informais e com poucos espaços restritos e fechados. Já para promoção de uma cultura com regras mais rígidas e que vise o seguimento de processos fixos, a ideia de salas mais privativas faz mais sentido por dar ênfase à concentração.
Ou seja, construir o ambiente físico correto é fundamental para reforçar a cultura que a empresa precisa para se desenvolver e progredir. Hoje, é preciso entender que a tendência está na humanização dos espaços independentemente do tipo de cultura que o escritório quer fazer prevalecer. Assim, todo e qualquer escopo de trabalho pode (e deve) estar humanizado para garantir o conforto e qualidade de vida de todos os funcionários. Seja em salas individuais, seja em espaços compartilhados.

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