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	<title>Espaço do arquiteto - RS Design</title>
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	<description>A RS Design fornece soluções completas de móveis para escritório, com ideias para melhorar a forma como as pessoas trabalham. Solicite o seu orçamento!</description>
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	<title>Espaço do arquiteto - RS Design</title>
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		<title>O que realmente aprendemos na Orgatec Tokyo</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:37:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há mais 20 anos visito feiras, empresas e ambientes corporativos em diferentes países. Ao longo dessa trajetória, aprendi que os melhores projetos não nascem apenas da observação do design, mas da compreensão das pessoas, da cultura e da forma como elas vivem os espaços. Todos os anos acompanhamos tendências, lançamentos e novidades do mercado de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-32061" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-0-1024x578.webp" alt="" width="640" height="361" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-0-1024x578.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-0-300x169.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-0-768x433.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-0.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Há mais 20 anos visito feiras, empresas e ambientes corporativos em diferentes países. Ao longo dessa trajetória, aprendi que os melhores projetos não nascem apenas da observação do design, mas da compreensão das pessoas, da cultura e da forma como elas vivem os espaços.</p>
<p>Todos os anos acompanhamos tendências, lançamentos e novidades do mercado de mobiliário corporativo. E como de costume, decidimos ir além.</p>
<p>Nossa participação na Orgatec Tokyo não teve como objetivo apenas conhecer novos produtos ou identificar tendências de design. Aproveitamos a viagem para visitar empresas, conversar com profissionais e, principalmente, <b>observar como os conceitos apresentados na feira são aplicados na prática, dentro de escritórios em funcionamento.</b></p>
<p>Sempre que participamos de uma feira internacional, procuramos reservar alguns dias para esse tipo de visita. Afinal, uma feira apresenta ideias. Os escritórios mostram se essas ideias realmente funcionam.</p>
<p>Entre as empresas visitadas, uma das que mais chamou nossa atenção foi a <b>Kokuyo</b>, uma das principais fabricantes japonesas de mobiliário corporativo. Além de desenvolver produtos para escritórios ao redor do mundo, a empresa utiliza seus próprios 12 andares de escritórios em Tóquio como um verdadeiro laboratório, no qual novas soluções são constantemente testadas, avaliadas e aperfeiçoadas.</p>
<p>Ao final da viagem, voltamos com uma percepção diferente daquela que imaginávamos antes de embarcar. <b>O maior aprendizado não estava em uma nova cadeira, em uma mesa, em um material ou em um acabamento inovador. Estava na forma como os japoneses observam o comportamento das pessoas.</b></p>
<figure id="attachment_32063" aria-describedby="caption-attachment-32063" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-large wp-image-32063" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-1-1024x905.webp" alt="Visita aos 12 andares da Kokuyo em Tóquio, Japão, para observar o desenvolvimento e testes das cadeiras que vão para o mercado." width="640" height="566" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-1-1024x905.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-1-300x265.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-1-768x679.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-1.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-32063" class="wp-caption-text">Visita aos 12 andares da Kokuyo em Tóquio, Japão, para observar o desenvolvimento e testes das cadeiras que vão para o mercado.</figcaption></figure>
<h2>O novo papel do escritório</h2>
<p>O ambiente de trabalho vive mais uma transformação.</p>
<p>Depois da mobilidade e da consolidação do trabalho híbrido, a Inteligência Artificial volta a modificar a maneira como as pessoas trabalham e, consequentemente, o papel dos escritórios.</p>
<p>Se hoje é possível executar inúmeras tarefas de praticamente qualquer lugar, por que as pessoas ainda deveriam ir ao escritório?</p>
<p>A resposta apareceu repetidamente durante a Orgatec Tokyo: <b>o escritório deixa de ser apenas um local destinado à execução de tarefas e passa a ser, cada vez mais, um espaço de encontro, colaboração, cultura, aprendizado e pertencimento.</b></p>
<p>Durante a feira, vimos muitas soluções inovadoras, mas percebemos que os projetos já não são mais centrados exclusivamente nos móveis. Eles são centrados nas pessoas.</p>
<p>Iluminação, acústica, vegetação, tecnologia, arquitetura e mobiliário passam a trabalhar de forma integrada para criar ambientes capazes de estimular criatividade, concentração, colaboração, bem-estar e conexão.</p>
<p>O mobiliário passa a ser estratégico, fazendo parte de um sistema muito mais amplo.</p>
<figure id="attachment_32064" aria-describedby="caption-attachment-32064" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-large wp-image-32064" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-2-1024x569.webp" alt="No laboratório da Kokuyo, destaque para a cadeira 'ing', que se move livremente a 360° de acordo com os movimentos sutis do corpo humano." width="640" height="356" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-2-1024x569.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-2-300x167.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-2-768x427.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-2.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-32064" class="wp-caption-text">No laboratório da Kokuyo, destaque para a cadeira &#8216;ing&#8217;, que se move livremente a 360° de acordo com os movimentos sutis do corpo humano.</figcaption></figure>
<h2>Projetar, observar, medir e corrigir</h2>
<p>Na visita à Kokuyo, um exemplo aparentemente simples sintetizou uma das principais lições da viagem.</p>
<p>Uma área criada para promover a interação entre os colaboradores estava sendo pouco utilizada. Em vez de reformar imediatamente o ambiente ou substituir o mobiliário, a empresa analisou os dados e procurou compreender o comportamento das pessoas.</p>
<p>Como estratégia para incentivar a circulação e os encontros espontâneos, foram instaladas máquinas que ofereciam dois <i>snacks</i> gratuitos por dia para cada colaborador. Depois da mudança, o comportamento das pessoas e a utilização do espaço voltaram a ser medidos.</p>
<p>Essa lógica resume uma postura que observamos repetidamente no Japão: projetar, observar, medir, corrigir e medir novamente.</p>
<p>Os japoneses medem praticamente tudo.</p>
<p>Não apenas a ocupação dos espaços, mas também onde as pessoas permanecem por mais tempo, quais ambientes favorecem encontros, quais áreas são pouco utilizadas e de que forma cada decisão interfere na experiência dos colaboradores.</p>
<p><b>O projeto não termina quando a obra é entregue.</b></p>
<p><b>A entrega é apenas o início de um novo processo de observação e aperfeiçoamento.</b></p>
<p>Essa talvez tenha sido uma das diferenças mais evidentes em relação à realidade brasileira. Enquanto muitas empresas ainda concentram suas discussões principalmente no investimento necessário para executar um projeto, encontramos empresas japonesas preocupadas em entender se os ambientes realmente melhoram a colaboração, o bem-estar, a produtividade e a experiência das pessoas.</p>
<p>Mais do que executar um espaço, existe uma preocupação contínua em avaliar seus resultados.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-32065" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-3-1024x905.webp" alt="" width="640" height="566" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-3-1024x905.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-3-300x265.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-3-768x679.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-3.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<h2>Um escritório também reflete a cultura de um país</h2>
<p>Outra grande lição da viagem foi perceber que não existe um escritório ideal que possa ser reproduzido da mesma maneira em todos os lugares do mundo.</p>
<p>Os ambientes refletem a cultura das pessoas que os utilizam.</p>
<p>Durante nossas visitas, ficou evidente que muitas soluções adotadas no Japão estão diretamente relacionadas à forma como os japoneses enxergam o trabalho e as relações profissionais.</p>
<p>Enquanto no Brasil o trabalho é frequentemente percebido como um meio pessoal para construir uma vida melhor, no Japão existe um forte senso de contribuição coletiva. Em diversos momentos, tivemos a impressão de que o trabalho é visto também como uma missão e como uma forma de gerar valor para a empresa, para a equipe e para a sociedade.</p>
<p>Essa diferença cultural influencia diretamente o comportamento dentro dos escritórios.</p>
<p>Em uma sociedade naturalmente mais reservada, como no Japão, muitas soluções são desenvolvidas para incentivar encontros, estimular conversas e fortalecer a interação entre as pessoas.</p>
<p>No Brasil, essas conexões tendem a acontecer de forma muito mais espontânea.</p>
<p>Por isso, nem tudo o que funciona no Japão precisa ou deve ser reproduzido no Brasil. Uma solução criada para estimular a interação em uma cultura mais introvertida pode não produzir o mesmo resultado em uma cultura expansiva, relacional e informal como a nossa.</p>
<p>A própria barreira do idioma foi um desafio durante toda a viagem. Mesmo em empresas de referência, poucas pessoas falavam inglês. Isso exigiu de nós ainda mais observação, sensibilidade e atenção aos detalhes, tornando a experiência particularmente rica.</p>
<p>Mais do que buscar referências internacionais, precisamos compreender os princípios que tornam determinadas soluções eficientes e interpretá-los à luz da nossa própria cultura.</p>
<p><b>O desafio não está em reproduzir o que vimos, mas em entender por que aquilo funciona.</b></p>
<h2>Duas formas de inovar</h2>
<p>Outra observação interessante surgiu ao compararmos a dinâmica das feiras japonesas e brasileiras.</p>
<p>Na Orgatec Tokyo, tivemos a impressão de que muitos dos produtos apresentados chegavam ao evento depois de um longo processo de pesquisa, desenvolvimento, teste e validação.</p>
<p>A feira parecia representar a consolidação de um trabalho que já vinha sendo amadurecido havia bastante tempo.</p>
<p>No Brasil, nossa percepção é diferente.</p>
<p>Muitas vezes, as feiras funcionam como espaços de experimentação. As empresas apresentam conceitos, escutam arquitetos, clientes e especificadores, observam a reação do mercado e refinam seus produtos a partir desse retorno.</p>
<p>Nenhum desses modelos é necessariamente melhor do que o outro.</p>
<p>São formas diferentes de inovar.</p>
<p>O modelo japonês transmite consistência, profundidade e disciplina, como resultado de um processo de pesquisa bastante estruturado.</p>
<p>O modelo brasileiro revela uma característica que admiramos muito: a agilidade.</p>
<p>Temos capacidade de testar rapidamente novas ideias, adaptar produtos, ouvir o mercado e responder às mudanças com velocidade.</p>
<p>Em um cenário de transformações cada vez mais rápidas, essa flexibilidade pode representar uma importante vantagem competitiva.</p>
<p>Talvez o maior aprendizado não esteja em escolher um dos modelos, mas em combinar o melhor dos dois mundos: a profundidade da pesquisa com a capacidade de adaptação.</p>
<p>Pesquisar profundamente, sem perder a agilidade.</p>
<p>Desenvolver com consistência, sem deixar de ouvir o mercado.</p>
<h2>O Brasil está realmente atrás?</h2>
<p>Antes da viagem, imaginávamos encontrar uma realidade muito superior à nossa.</p>
<p>Voltamos pensando diferente.</p>
<p>O Brasil possui excelentes arquitetos, designers e empresas desenvolvendo ambientes corporativos de altíssimo nível. Visitamos escritórios muito interessantes no Japão, mas também reforçamos a convicção de que temos projetos brasileiros comparáveis e, em determinados aspectos, até superiores aos que conhecemos durante a viagem.</p>
<p>Nossa criatividade, nossa capacidade de adaptação e nossa velocidade para transformar ideias em soluções são grandes diferenciais.</p>
<p>A principal diferença que percebemos não está necessariamente na qualidade dos projetos.</p>
<p>Está na cultura de acompanhar continuamente os resultados das decisões tomadas.</p>
<p>No Japão, encontramos empresas que não apenas projetam espaços, mas procuram compreender, com dados e observação, como esses ambientes influenciam o comportamento, os encontros, o bem-estar e a colaboração.</p>
<p>No Brasil, temos talento, criatividade e capacidade técnica. O próximo passo talvez seja fortalecer a cultura de medir, avaliar e aperfeiçoar os espaços depois de sua implantação.</p>
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<h2>A principal conclusão</h2>
<p>Voltamos do Japão admirando a capacidade das empresas japonesas de transformar observação em melhoria contínua.</p>
<p>Mas também voltamos com ainda mais confiança no potencial do mercado brasileiro.</p>
<p>Não acreditamos que o caminho seja simplesmente reproduzir modelos internacionais.</p>
<p>Acreditamos em compreender os princípios por trás dessas experiências e adaptá-los à nossa cultura, à realidade das empresas brasileiras e à forma como as pessoas realmente trabalham.</p>
<p>Talvez a maior tendência apresentada na Orgatec Tokyo não seja um novo produto, um novo material ou uma nova tecnologia. Talvez seja uma mudança de mentalidade.</p>
<p><b>Projetar ambientes corporativos vai muito além de organizar espaços.</b></p>
<p><b>Hoje, significa entender, medir e responder ao comportamento humano.</b></p>
<p>Porque, no fim das contas, o valor de um escritório está no conjunto de ideias e produtos, incluindo o mobiliário, que proporcionará as melhores experiências.</p>
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			</item>
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		<title>O briefing também mudou. Está na hora de projetar por atividades.</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 14:00:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No artigo anterior mostramos que os escritórios deixaram de funcionar por departamentos e passaram a funcionar por atividades. Mas isso gera uma nova pergunta. Se o projeto já não começa definindo salas, por onde ele começa? A resposta começa muito antes da planta baixa. Ela nasce de um briefing capaz de compreender a empresa, sua [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-briefing-tambem-mudou-esta-na-hora-de-projetar-por-atividades/">O briefing também mudou. Está na hora de projetar por atividades.</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br">RS Design</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-31994" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-1-1024x572.jpg" alt="" width="640" height="358" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-1-1024x572.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-1-300x168.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-1-768x429.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>No <a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-esta-na-hora-de-projetar-por-atividades/">artigo anterior</a> mostramos que os escritórios deixaram de funcionar por departamentos e passaram a funcionar por atividades.</p>
<p>Mas isso gera uma nova pergunta.</p>
<p>Se o projeto já não começa definindo salas, por onde ele começa?</p>
<p>A resposta começa muito antes da planta baixa.</p>
<p>Ela nasce de um briefing capaz de compreender a empresa, sua cultura, suas pessoas e seus objetivos. E nasce também do repertório do arquiteto, construído por meio da observação constante das transformações no mundo do trabalho, do comportamento das pessoas e das soluções disponíveis para responder a essas mudanças.</p>
<p>Neste artigo vamos falar sobre o que deve conter um bom <b>briefing corporativo</b> voltado para as pessoas e o quanto o <b>repertório do arquiteto</b> vai ajudar a compor o projeto assertivo para cada situação.</p>
<p>A soma do briefing e o do repertório do arquiteto impulsiona o início do projeto corporativo. </p>
<p>Podemos definir o preparo de um projeto em 4 pilares.<br />
Vamos começar com três:</p>
<ol>
<li><b>Conhecimento da empresa.</b></li>
<li><b>Conhecimento das pessoas.</b></li>
<li><b>Conhecimento do que está acontecendo no mundo do trabalho.</b></li>
<li>O quarto pilar é o próprio PROJETO. Quando todo esse conhecimento será utilizado para desenvolver um projeto realmente personalizado. E isso será tema de outro capítulo desta série. </li>
</ol>
<h2>1. Conhecendo a empresa, o negócio do cliente!</h2>
<p>Todo projeto corporativo começa com uma investigação.</p>
<p>Antes de falar sobre salas, mesas ou estações de trabalho, vale entender a empresa.</p>
<ul>
<li>Qual é o segmento de mercado? Modelo de negócio?</li>
<li>Qual é o momento da empresa? </li>
<li>Quais as perspectivas futuras? </li>
<li>Está contratando? </li>
<li>Está reorganizando equipes? </li>
<li>Busca estimular inovação? </li>
<li>Precisa fortalecer a cultura? Precisa melhorar a integração?</li>
<li>Quais desafios motivaram este novo projeto?</li>
</ul>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-31995" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-2-1024x683.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-2-1024x683.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-2-300x200.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-2-768x512.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-2-390x260.jpg 390w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-2.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Cada resposta muda completamente a forma de pensar o projeto.</p>
<p>Duas empresas com o mesmo número de colaboradores podem precisar de escritórios completamente diferentes, dependendo de seus objetivos. E um bom projeto precisa responder ao negócio antes de responder ao layout.</p>
<h2>A visita ao escritório vale mais do que muitas respostas</h2>
<p>Sempre que possível, tem algo que é importante acontecer antes mesmo da reunião de briefing: <b>a visita ao ambiente.</b></p>
<p>É caminhando pelo escritório que o arquiteto começa a enxergar informações que muitas vezes nem aparecem durante o briefing.</p>
<p>É importante observar se as pessoas improvisam reuniões em determinados lugares, se existem áreas sempre vazias, como acontece a circulação, onde surgem conversas espontâneas, se existem espaços que estimulam encontros, ou se os espaços acabam afastando as pessoas.</p>
<p>Também é nesse momento que se percebe como o mobiliário está sendo utilizado. Ou, muitas vezes, como ele está limitando novas formas de trabalho.</p>
<p>Mais do que confirmar informações, <b>a visita revela oportunidades de melhoria</b>.</p>
<p>E muitas vezes essas oportunidades nem haviam sido percebidas pelo próprio cliente.</p>
<h2>Entendendo a cultura da empresa</h2>
<p>Toda empresa possui uma forma própria de trabalhar. Ela também estabelece comportamentos que são incentivados, tolerados ou desencorajados dentro da organização.</p>
<p>Algumas estimulam autonomia. Outras valorizam processos bem definidos.</p>
<p>Algumas tomam decisões de maneira colaborativa. Outras possuem estruturas mais hierárquicas.</p>
<p>Tudo isso influencia o projeto, porque o escritório funciona melhor quando é uma extensão da cultura da empresa, comunicando valores e estimulando comportamentos.</p>
<h2>2. Entender as pessoas e a forma como trabalham</h2>
<p><b>O briefing deixou de levantar ambientes. Passou a levantar comportamentos.</b></p>
<p>Durante muito tempo o briefing corporativo respondia perguntas como: Quantos funcionários existem? Quantas salas de reunião serão necessárias? Quantas posições de trabalho?</p>
<p>Essas informações continuam importantes. Mas já não são suficientes.</p>
<p><b>Hoje é preciso compreender como as pessoas trabalham.</b></p>
<p>Uma boa forma de construir esse briefing é acompanhar a rotina da empresa, já pensando em <b>direcionar o projeto para “atividades”.</b></p>
<p>Vale levantar perguntas como:</p>
<ul>
<li>As pessoas trabalham no modelo presencial ou híbrido?</li>
<li>Qual percentual de pessoas no presencial e com que frequência? Existem dias da semana de pico? Quais locais mais procurados?</li>
<li>Existem espaços sempre vazios?</li>
<li>Quais os tipos de atividades acontecem diariamente?</li>
<li>Onde acontecem conversas espontâneas?</li>
<li>Onde as pessoas improvisam reuniões?</li>
<li>Hoje, existe a necessidade de reservas de sala?</li>
<li>Quais atividades exigem colaboração?</li>
<li>Quais funções exigem mais privacidade?</li>
<li>Como acontecem as videoconferências?</li>
<li>Existem treinamentos frequentes?</li>
<li>Os dias presenciais concentram quais atividades?</li>
</ul>
<p>Essas respostas mostram quais experiências o escritório precisa oferecer.</p>
<p>É aqui que começa o verdadeiro conceito de projetar por atividades.</p>
<h2>3. O repertório do arquiteto também faz parte do projeto</h2>
<p>Nenhum briefing, por mais completo que seja, consegue responder sozinho a todos os desafios de um projeto corporativo.</p>
<p>O arquiteto também precisa conhecer aquilo que está acontecendo fora da empresa.</p>
<p>As formas de trabalhar continuam evoluindo. Novas gerações chegam ao mercado. Tecnologias transformam a maneira como as equipes colaboram. Mobiliário e equipamentos são desenvolvidos para atender essas mudanças.</p>
<p>Quem projeta espaços corporativos precisa acompanhar esse movimento continuamente. Seja visitando feiras, conhecendo projetos de referência, observando diferentes empresas, acompanhando estudos de comportamento e trocando experiências com parceiros fornecedores.</p>
<p>Porque muitas vezes a solução que uma empresa procura já foi experimentada em outro contexto. E conhecer essas referências permite criar projetos mais consistentes, atuais e preparados para acompanhar as transformações do trabalho.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-31996" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-3-1024x569.jpg" alt="" width="640" height="356" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-3-1024x569.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-3-300x167.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-3-768x427.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-3.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Projetar por atividades exige muito mais do que um bom levantamento de informações. Exige compreender o negócio, observar as pessoas e manter um olhar atento para as transformações que continuam acontecendo no mundo do trabalho.</p>
<p>Quando esses três pilares caminham juntos, o briefing deixa de ser apenas uma etapa inicial do projeto. Ele passa a ser o alicerce para decisões muito mais estratégicas.</p>
<p>Depois de compreender a empresa, as pessoas e as atividades, chega o momento de transformar todas essas informações em soluções concretas. Mas antes de chegarmos no desenvolvimento do projeto, <b>vamos falar no próximo artigo das principais atualizações de comportamento das pessoas no trabalho e sobre os rumos do corporativo.</b> Essa é nossa forma de colaborar com o repertório dos arquitetos e que acreditamos ser tão importante quanto um briefing bem elaborado para a criação de espaços focados nas pessoas e nas suas atividades.</p>
<p>Siga adiante e continue nos acompanhando&#8230;</p>
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			</item>
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		<title>O escritório deixou de funcionar por departamentos. Está na hora de projetar por atividades.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:48:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante décadas, projetar um escritório seguia uma lógica bastante previsível. Cada departamento ocupava seu espaço: Marketing, Comercial, Financeiro, Suprimentos, Recursos Humanos, Diretoria, salas de reunião, salas de treinamento e refeitório. O layout refletia o organograma da empresa. Cada ambiente era pensado para atender uma função específica e permanecia praticamente inalterado ao longo dos anos. Esse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_31992" aria-describedby="caption-attachment-31992" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-large wp-image-31992" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/projeto-escritorio-por-atividades-1-1024x572.webp" alt="Ambiente preparado para promover encontros, sejam reuniões rápidas e colaborativas na Estação de Trabalho Prosa ou atividades mais concentradas na Cabine de Privacidade para várias pessoas." width="640" height="358" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/projeto-escritorio-por-atividades-1-1024x572.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/projeto-escritorio-por-atividades-1-300x168.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/projeto-escritorio-por-atividades-1-768x429.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/projeto-escritorio-por-atividades-1.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-31992" class="wp-caption-text">Ambiente preparado para promover encontros, sejam reuniões rápidas e colaborativas na Estação de Trabalho Prosa ou atividades mais concentradas na Cabine de Privacidade para várias pessoas.</figcaption></figure>
<p>Durante décadas, projetar um escritório seguia uma lógica bastante previsível.</p>
<p>Cada departamento ocupava seu espaço: Marketing, Comercial, Financeiro, Suprimentos, Recursos Humanos, Diretoria, salas de reunião, salas de treinamento e refeitório.</p>
<p>O layout refletia o organograma da empresa. Cada ambiente era pensado para atender uma função específica e permanecia praticamente inalterado ao longo dos anos.</p>
<p>Esse modelo fez sentido durante muito tempo e ainda é assim em muitas empresas. Mas naquelas empresas que buscam estimular a inovação em seus times, a transformação já vem acontecendo.</p>
<p>E duas mudanças na forma de trabalhar estão provocando essa transformação nos espaços de trabalho.</p>
<p>A primeira é a consolidação dos modelos híbridos de trabalho. Com parte da equipe trabalhando remotamente alguns dias da semana, o escritório deixa de ser o único lugar onde o trabalho acontece. Isso faz com que <b>cada momento presencial tenha muito mais valor.</b></p>
<p>Hoje, <b>o espaço físico precisa oferecer motivos para que as pessoas queiram ir ao escritório. </b>Se antes o escritório era o lugar onde o trabalho acontecia, hoje ele é o lugar onde determinadas atividades fazem mais sentido acontecer. Colaboração, integração, aprendizagem, inovação e fortalecimento da cultura organizacional são experiências que dificilmente podem ser reproduzidas da mesma forma no trabalho remoto. Por isso, os dias presenciais passaram a concentrar atividades que exigem interação entre as pessoas.</p>
<p>Os ambientes precisam estar preparados para os encontros entre as equipes, fazendo com que reuniões estratégicas aconteçam, que conversas informais fluam naturalmente e novos colaboradores se integrem à cultura da empresa.</p>
<p>A segunda transformação aconteceu na própria rotina de trabalho.</p>
<p>Mesmo quando estão presentes no escritório, <b>as pessoas alternam constantemente entre diferentes atividades. </b>Participam de uma apresentação ou treinamento pela manhã, fazem uma videoconferência logo depois, trabalham individualmente algumas horas, colaboram em uma reunião rápida à tarde e encerram o dia num encontro informal com a liderança.</p>
<p><b>Em outras palavras, o desafio deixou de ser criar espaços para pessoas.</b></p>
<p><b>O desafio agora é criar espaços para as atividades das pessoas.</b></p>
<p>E essas atividades mudam constantemente.</p>
<p>Talvez essa seja uma das maiores transformações do projeto corporativo contemporâneo: <b>deixar de pensar em departamentos para começar a projetar pelas atividades que acontecem dentro da empresa.</b></p>
<h2>O escritório projetado por atividades</h2>
<figure id="attachment_31963" aria-describedby="caption-attachment-31963" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-large wp-image-31963" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-2-1024x572.jpg" alt="Espaço preparado para a adaptação conforme a atividade, atendendo a diferentes necessidades ao longo do dia, com mobiliário modular e flexível da RS Design, como Arquibancada Aris, Mesa dobrável Stay, Cadeira com rodízios Liric e Workball." width="640" height="358" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-2-1024x572.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-2-300x168.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-2-768x429.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-2.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-31963" class="wp-caption-text">Espaço preparado para a adaptação conforme a atividade, atendendo a diferentes necessidades ao longo do dia, com mobiliário modular e flexível da RS Design, como Arquibancada Aris, Mesa dobrável Stay, Cadeira com rodízios Liric e Workball.</figcaption></figure>
<p>Nem sempre uma empresa precisa de mais salas. Muitas vezes, ela precisa de <b>ambientes capazes de assumir diferentes funções ao longo do dia.</b></p>
<p>Uma mesma sala pode receber um treinamento pela manhã, uma reunião de equipe após o almoço, um workshop de inovação no período da tarde e uma apresentação para clientes no final do expediente.</p>
<p>Para isso, o mobiliário precisa acompanhar esse dinamismo. Soluções modulares, dobráveis e com mobilidade permitem que o ambiente seja reconfigurado com rapidez, acompanhando diferentes formas de uso ao longo do dia.</p>
<p>Essa mudança exige uma <b>nova maneira de pensar o projeto de mobiliário corporativo.</b></p>
<p>Antes de definir quantos ambientes existirão, vale responder algumas perguntas fundamentais:</p>
<ul>
<li><i>Como as pessoas realmente trabalham?</i></li>
<li><i>Quais atividades acontecem durante a semana?</i></li>
<li><i>Quais espaços permanecem ociosos boa parte do tempo?</i></li>
<li><i>O ambiente consegue se adaptar rapidamente a diferentes configurações?</i></li>
<li><i>O mobiliário acompanha essas mudanças ou limita novas possibilidades?</i></li>
</ul>
<p>Quando o projeto nasce dessas respostas, o escritório passa a refletir a dinâmica real da empresa e não apenas sua estrutura organizacional.</p>
<p>Um bom exemplo é quando há necessidade de planejamento de uma sala de reuniões. Normalmente a demanda chega dessa forma:<br />
<i>&#8220;Precisamos de uma sala de reunião.&#8221;</i></p>
<p>Mas é importante questionar para entender como as pessoas se reúnem e para qual objetivo:</p>
<ul>
<li><i>Que tipos de reuniões acontecem aqui?</i></li>
<li><i>São grupos grandes ou pequenos? Com qual frequência.</i></li>
<li><i>É algo formal, com relatórios, ou mais informal?</i></li>
<li><i>Existe participação de colaboradores remotos?</i></li>
<li><i>O que queremos estimular nessas reuniões?</i></li>
<li><i>Existe a necessidade constante de treinamentos, workshops, encontros de liderança e dinâmicas colaborativas?</i></li>
</ul>
<p>Em muitos desses casos, uma única sala pode atender às diferentes necessidades, a partir de um projeto multiuso. Ou também poderá ser feita a sugestão de mais salas, tudo dependerá da análise da necessidade de cada empresa.</p>
<p>Mas o ponto de partida é pelo tipo de utilização, ou seja, da atividade.</p>
<p><b>Projetar por atividades é compreender comportamentos.</b></p>
<figure id="attachment_31964" aria-describedby="caption-attachment-31964" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-large wp-image-31964" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-3-1024x765.jpg" alt="Ambiente para atividade colaborativa ao lado de estações de trabalho para promover atividades de brainstorm, cocriação e interação entre as pessoas. Mobiliário RS Design." width="640" height="478" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-3-1024x765.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-3-300x224.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-3-768x573.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-3.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-31964" class="wp-caption-text">Ambiente para atividade colaborativa ao lado de estações de trabalho para promover atividades de brainstorm, cocriação e interação entre as pessoas. Mobiliário RS Design.</figcaption></figure>
<h2>Quais comportamentos queremos estimular neste ambiente?</h2>
<p>Se o objetivo é incentivar colaboração, concentração, aprendizagem, criatividade ou integração, o mobiliário precisa contribuir para que essas experiências aconteçam com naturalidade. <b>O mobiliário deixa de ser especificado nas etapas finais do projeto e passa a fazer parte da estratégia inicial, direcionando a forma como os ambientes irão funcionar.</b></p>
<p>O escritório contemporâneo já não é definido pela quantidade de salas ou pelo tamanho dos departamentos. Ele é definido pela capacidade de apoiar diferentes formas de trabalhar ao longo do dia. E isso exige um novo olhar sobre a especificação do mobiliário. Mais do que preencher ambientes, o desafio passa a ser criar espaços capazes de acompanhar pessoas, comportamentos e transformações constantes.</p>
<h2>Este é o primeiro artigo da série &#8220;Projetar por Atividades&#8221;</h2>
<p>Este artigo inaugura uma série de conteúdos do <b>Espaço do Arquiteto</b> dedicada às novas formas de projetar escritórios.</p>
<p>No próximo artigo, vamos explorar como construir um briefing capaz de identificar as atividades reais da empresa, para preparar em conjunto a especificação do mobiliário. Afinal, compreender como as pessoas trabalham é o primeiro passo para criar ambientes mais flexíveis, relevantes e preparados para acompanhar as transformações do mundo do trabalho.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A marca deve estar na parede ou na experiência? O novo caminho do workplace branding</title>
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		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:53:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muito tempo, o workplace branding foi interpretado de forma bastante literal. Bastava aplicar o logotipo na recepção, repetir as cores institucionais em algumas paredes, inserir frases de impacto nos corredores e distribuir elementos gráficos pelo escritório para que o ambiente fosse considerado “alinhado à marca”. Essa lógica ainda está presente em muitos projetos corporativos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_31883" aria-describedby="caption-attachment-31883" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31883 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-0-1024x564.jpg" alt="" width="640" height="353" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-0-1024x564.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-0-300x165.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-0-768x423.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-0.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-31883" class="wp-caption-text">Visita de Lisandra Mascotto, CEO da RS Design, ao escritório do Google em Chicago, EUA. onde existe um projeto de branding, pertencimento e alinhamento à cultura em todos os espaços.</figcaption></figure>
<p>Durante muito tempo, o <em>workplace branding</em> foi interpretado de forma bastante literal. Bastava aplicar o logotipo na recepção, repetir as cores institucionais em algumas paredes, inserir frases de impacto nos corredores e distribuir elementos gráficos pelo escritório para que o ambiente fosse considerado “alinhado à marca”.</p>
<p>Essa lógica ainda está presente em muitos projetos corporativos. Mas ela começa a se mostrar insuficiente diante de uma pergunta cada vez mais relevante: <strong>um escritório realmente comunica a essência de uma empresa apenas porque exibe sua identidade visual?</strong></p>
<p>Em um contexto em que o trabalho híbrido redefiniu a relação das pessoas com o escritório, o espaço físico passou a ter uma responsabilidade muito maior. Ele precisa justificar a presença, estimular conexões, apoiar diferentes formas de trabalho, fortalecer o sentimento de pertencimento e traduzir, na prática, os valores que a empresa declara em seu discurso.</p>
<p>É nesse ponto que o <strong><em>workplace branding</em> deixa de ser uma questão estética e passa a ser uma estratégia de experiência.</strong></p>
<p>A marca, afinal, não está apenas naquilo que se vê. Está também, e talvez principalmente, naquilo que se vive dentro do espaço.</p>
<figure id="attachment_31884" aria-describedby="caption-attachment-31884" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31884 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-1-1-1024x564.jpg" alt="" width="640" height="353" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-1-1-1024x564.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-1-1-300x165.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-1-1-768x423.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-1-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-31884" class="wp-caption-text">Visita de Lisandra Mascotto, CEO da RS Design, ao escritório da Adobe, em São Francisco, EUA. onde existe uma forte identificação com a marca na entrada, mas o principal do projeto são os espaços preparados para estimular os times.</figcaption></figure>
<h2><strong>Do branding visual ao branding experiencial</strong></h2>
<p>O uso de elementos visuais continua tendo seu valor. Cores, logotipos, grafismos, sinalização, materiais e linguagem visual ajudam a construir reconhecimento e coerência. O problema surge quando esses recursos são tratados como a principal expressão da marca dentro do ambiente corporativo.</p>
<p>Uma parede com a cor institucional pode reforçar presença visual, mas não necessariamente gera conexão. Um logotipo ampliado pode comunicar quem ocupa aquele espaço, mas não explica como aquela empresa trabalha, o que valoriza ou como deseja que suas pessoas se sintam no dia a dia.</p>
<p>O <em>workplace branding</em> contemporâneo propõe um deslocamento importante: <strong>em vez de apenas aplicar a marca ao espaço, o projeto deve traduzir a cultura da empresa em experiências concretas.</strong></p>
<p>Isso significa pensar o escritório como um ambiente capaz de revelar, por meio da arquitetura, do mobiliário, da iluminação, da acústica, dos fluxos e das escolhas sensoriais, o que aquela organização acredita e deseja estimular.</p>
<p>Se uma empresa fala sobre colaboração, o espaço favorece encontros reais entre as pessoas? Se valoriza inovação, existem ambientes que promovam experimentação, troca e pensamento criativo? Se defende bem-estar, o projeto oferece conforto, equilíbrio sensorial e autonomia de uso?</p>
<p>Quando essas respostas aparecem no ambiente, a marca deixa de ser apenas uma imagem na parede e passa a ser uma experiência cotidiana.</p>
<h2><strong><br />
A pergunta não deve começar pela cor da marca</strong></h2>
<p>Um dos equívocos mais comuns em projetos corporativos é iniciar a definição da paleta do ambiente a partir das cores do logotipo.</p>
<p>Essa pode parecer uma escolha natural, mas nem sempre é a mais estratégica. As cores institucionais foram, muitas vezes, pensadas para aplicações gráficas, digitais ou comerciais. Uma cor que funciona muito bem em uma marca, em um site ou em uma peça publicitária pode se tornar excessiva, cansativa ou inadequada quando aplicada em larga escala no espaço físico.</p>
<p>Por isso, antes de perguntar “quais são as cores da marca?”, talvez o arquiteto precise fazer outra pergunta:</p>
<h2><strong>Que tipo de experiência este ambiente precisa provocar?</strong></h2>
<p>Essa mudança de perspectiva altera toda a lógica do projeto.</p>
<p>Em uma área de concentração, por exemplo, o objetivo pode ser reduzir distrações, favorecer o foco e criar uma atmosfera de estabilidade. Nesse caso, uma paleta mais suave, materiais acolhedores, controle acústico, iluminação adequada e mobiliário ergonômico podem ser mais importantes do que a reprodução literal da cor institucional.</p>
<p>Já em uma área de colaboração, o projeto pode pedir outra abordagem. Ambientes mais dinâmicos, flexíveis e convidativos podem estimular trocas, encontros espontâneos e construção coletiva de ideias. Aqui, cores mais presentes, mobiliário reconfigurável e espaços de apoio à interação podem fazer mais sentido.</p>
<p>Isso não significa ignorar a identidade visual da empresa. Significa colocá-la em uma camada mais sofisticada do projeto.</p>
<p>As cores da marca podem aparecer em pontos estratégicos, detalhes, grafismos, mobiliários, objetos, sinalização ou composições sutis. Mas elas não devem se sobrepor à função emocional, cognitiva e comportamental de cada ambiente.</p>
<p><strong>A marca não precisa gritar para estar presente. Muitas vezes, ela se torna mais forte quando é percebida de forma integrada, coerente e sensível.</strong></p>
<p>Quando o espaço é coerente com a cultura, ele não apenas comunica a marca. Ele ajuda a sustentá-la.</p>
<p>Essa é uma mudança importante para arquitetos e empresas: o escritório deixa de ser cenário e passa a ser uma ferramenta ativa de comportamento organizacional.</p>
<figure id="attachment_31886" aria-describedby="caption-attachment-31886" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31886 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-2-1-1024x788.jpg" alt="" width="640" height="493" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-2-1-1024x788.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-2-1-300x231.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-2-1-768x591.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-2-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-31886" class="wp-caption-text">Visita de Lisandra Mascotto, CEO da RS Design, ao escritório Mc Donald’s em Chicago, EUA. em que cada espaço foi pensado para mostrar que a marca se preocupa com o bem-estar e aprendizado das pessoas.</figcaption></figure>
<h2><strong>O novo papel do arquiteto no <em>workplace branding</em></strong></h2>
<p>Essa nova visão amplia o papel do arquiteto corporativo. Mais do que traduzir uma identidade visual em soluções espaciais, o arquiteto passa a atuar como intérprete da cultura da empresa. Seu desafio é <strong>compreender o que a organização deseja comunicar, mas também o que precisa estimular em suas pessoas.</strong></p>
<p>Isso exige uma escuta mais profunda.</p>
<p>Antes de definir cores, materiais ou mobiliário, é preciso:</p>
<ul>
<li>Entender como os times trabalham;</li>
<li>Quais atividades acontecem em cada ambiente;</li>
<li>Quais comportamentos precisam ser incentivados;</li>
<li>Quais barreiras o espaço atual impõe à produtividade, ao bem-estar ou à integração.</li>
</ul>
<p>Nesse processo, o projeto corporativo se torna uma ferramenta estratégica, ultrapassando a pergunta “como este escritório deve parecer?” e passa a responder também “como este escritório deve funcionar, acolher, estimular e transformar?”</p>
<p>Essa é uma mudança especialmente relevante para empresas que desejam fortalecer sua cultura, atrair talentos e criar ambientes mais alinhados às novas formas de trabalho.</p>
<h2><strong>A marca deve estar na parede ou na experiência?</strong></h2>
<p>A resposta talvez seja: nas duas. Mas não com o mesmo peso.</p>
<p>A marca pode, sim, estar na parede, nos elementos gráficos, nas cores, nos materiais e na sinalização. Mas ela precisa estar, antes de tudo, na experiência que o ambiente proporciona.</p>
<p>Porque um logotipo pode ser visto por alguns segundos. Uma cor institucional pode ser percebida rapidamente. Já um espaço bem planejado influencia todos os dias a forma como as pessoas trabalham, se concentram, colaboram, criam, descansam e se relacionam.</p>
<p>É essa vivência cotidiana que constrói uma conexão mais profunda com a marca.</p>
<p>O novo caminho do <em>workplace branding</em> não elimina a identidade visual. Ele a reposiciona dentro de uma estratégia maior, orientada por cultura, comportamento e experiência humana.</p>
<p>Afinal, o escritório fortalece uma marca quando faz as pessoas vivenciarem, na prática, aquilo que ela representa.</p>
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		<title>O trabalho mudou. Por que tantos escritórios continuam iguais?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 16:38:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As empresas estão falando sobre inteligência artificial, produtividade, cultura organizacional, trabalho híbrido e novas formas de colaboração. Mas, em muitas delas, uma pergunta essencial continua sendo deixada de lado: o ambiente físico está acompanhando a evolução do trabalho? Nos últimos anos, a forma como as pessoas trabalham mudou profundamente. As equipes se tornaram mais distribuídas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_31856" aria-describedby="caption-attachment-31856" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31856 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-00.jpg" alt="" width="650" height="896" /><figcaption id="caption-attachment-31856" class="wp-caption-text"><em>Área com mobiliário modular da RS Design que permite a mudança rápida de configuração conforme a necessidade, acompanhando o dinamismo das atividades colaborativas.</em></figcaption></figure>
<p>As empresas estão falando sobre inteligência artificial, produtividade, cultura organizacional, trabalho híbrido e novas formas de colaboração. Mas, em muitas delas, uma pergunta essencial continua sendo deixada de lado: <b>o ambiente físico está acompanhando a evolução do trabalho?</b></p>
<p>Nos últimos anos, a forma como as pessoas trabalham mudou profundamente. As equipes se tornaram mais distribuídas, os encontros presenciais ganharam novos significados e a tecnologia passou a mediar grande parte das interações. Ainda assim, muitos escritórios continuam sendo planejados com a mesma lógica de antes: número de pessoas, quantidade de posições, metragem disponível e distribuição de departamentos.</p>
<p>Esses critérios continuam importantes, mas já não são suficientes.</p>
<p>O escritório corporativo deixou de ser apenas o lugar onde as pessoas trabalham. Ele precisa se tornar uma ferramenta estratégica para impulsionar cultura, colaboração, inovação e desempenho.</p>
<h2>O paradoxo dos escritórios corporativos</h2>
<p>Existe hoje uma desconexão evidente dentro de muitas organizações.</p>
<p>De um lado, líderes de RH discutem engajamento, retenção de talentos e cultura. As áreas de tecnologia falam sobre transformação digital, automação e inteligência artificial. A liderança executiva busca produtividade, crescimento e vantagem competitiva.</p>
<p>De outro, <b>o ambiente físico muitas vezes continua sendo tratado como infraestrutura.</b></p>
<p>Essa separação cria um problema silencioso: <b>empresas transformam sua estratégia, mas mantêm espaços que não traduzem essa mudança na experiência diária das pessoas.</b></p>
<p>O resultado são escritórios genéricos, pensados para acomodar todos, mas sem clareza sobre quais comportamentos devem estimular, quais resultados devem apoiar e qual papel realmente cumprem dentro do negócio.</p>
<figure id="attachment_31857" aria-describedby="caption-attachment-31857" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31857 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-1.jpg" alt="" width="650" height="801" /><figcaption id="caption-attachment-31857" class="wp-caption-text"><em>Escritório da Endress+Hauser preparado com mobiliário da RS Design para estimular a produtividade com ergonomia e bem-estar.</em></figcaption></figure>
<h2>Preparar espaços com propósito bem definido</h2>
<p>Antes de definir layout, mobiliário, salas de reunião ou áreas colaborativas, é preciso entender <b>qual função estratégica que cada ambiente precisa cumprir.</b></p>
<p>Determinado ambiente existe para aproximar equipes? Receber clientes? Fortalecer a cultura? Acelerar decisões? Estimular inovação? Promover foco? Integrar novos talentos? Gerar pertencimento?</p>
<p>Cada uma dessas respostas leva a decisões projetuais diferentes.</p>
<p>Um espaço voltado para conexão entre equipes não deve ser pensado da mesma forma que um ambiente para atividade focada. Um escritório criado para receber clientes precisa comunicar autoridade, confiança e identidade de marca. Já um ambiente pensado para inovação deve favorecer encontros, trocas rápidas, experimentação e flexibilidade.</p>
<p>Quando o propósito não está claro, o projeto tende a buscar uma solução intermediária para tudo. E, na prática, soluções intermediárias raramente geram experiências memoráveis ou resultados expressivos.</p>
<h2>O escritório como ferramenta de negócio</h2>
<p>Durante muito tempo, o espaço corporativo foi analisado principalmente pelo custo: custo por metro quadrado, custo por posição, custo de manutenção.</p>
<p>Mas vamos pensar no seguinte: quanto custa um colaborador tendo uma boa ideia?<br />
E para que isso aconteça o espaço físico poderá influenciar significativamente.</p>
<p>Dessa forma, preparar o espaço físico, com o estímulo certo para cada equipe, passa a ser ferramenta para o negócio.</p>
<p>E isso muda completamente a forma de projetar.</p>
<p>A pergunta deixa de ser apenas: <b>quantas pessoas cabem aqui?</b></p>
<p>E passa a ser: <b>que resultado este ambiente precisa gerar?</b></p>
<p>Essa mudança é fundamental para arquitetos corporativos, designers e empresas que desejam criar espaços mais relevantes. O projeto deixa de ser uma resposta espacial e passa a ser uma resposta estratégica.</p>
<figure id="attachment_31855" aria-describedby="caption-attachment-31855" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31855 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-2.jpg" alt="" width="650" height="800" /><figcaption id="caption-attachment-31855" class="wp-caption-text"><em>Escritório da Thymos Energia preparado com mobiliário modular da RS Design para estimular a colaboração entre os times. </em></figcaption></figure>
<h2><i></i>O novo papel do arquiteto corporativo</h2>
<p>Nesse contexto, o papel do arquiteto também evolui.</p>
<p>Projetar ambientes corporativos hoje exige mais do que domínio técnico, estética e funcionalidade. Exige compreensão sobre comportamento organizacional, cultura, fluxos de trabalho, tecnologia, bem-estar e objetivos de negócio.</p>
<p>O briefing de um escritório não começará perguntando quantas mesas serão necessárias.</p>
<p>Começará perguntando:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Que resultados este ambiente precisa gerar?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Que comportamentos queremos estimular?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Que conexões queremos fortalecer?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Como mediremos o sucesso desse espaço?</li>
</ul>
<p>É necessário investigar como as equipes trabalham, como se relacionam, quais atividades exigem presença, quais experiências precisam ser fortalecidas e quais barreiras o espaço atual está criando.</p>
<p><b>Arquitetos que conseguem conduzir essa conversa com profundidade tornam-se parceiros estratégicos na transformação das organizações.</b></p>
<h2>Ambientes corporativos feitos para mudar</h2>
<p>Outro ponto essencial é a <b>velocidade</b> da mudança.</p>
<p>O trabalho evolui continuamente. Novas tecnologias surgem, equipes mudam, modelos híbridos se ajustam, prioridades de negócio se transformam. Mas muitos escritórios são projetados como se fossem permanecer estáticos por dez ou quinze anos.</p>
<p>Essa rigidez cria ambientes que envelhecem rápido.</p>
<p>Por isso, a flexibilidade deixou de ser um diferencial e passou a ser uma condição estratégica. Mobiliário modular, áreas multifuncionais, espaços reconfiguráveis e soluções adaptáveis permitem que o escritório acompanhe a evolução da empresa sem exigir grandes rupturas a cada mudança.</p>
<p>O escritório que atende a nova forma de trabalhar é um sistema em constante evolução.</p>
<figure id="attachment_31854" aria-describedby="caption-attachment-31854" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31854 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-3.jpg" alt="" width="650" height="896" /><figcaption id="caption-attachment-31854" class="wp-caption-text"><em>Área colaborativa com mobiliário flexível que permite novas configurações e  que contém Sofá Casulo Nido da RS Design para atividade focada.</em></figcaption></figure>
<h2>O espaço físico ainda importa, mas por outros motivos</h2>
<p>O crescimento do trabalho remoto e híbrido não tornou o escritório irrelevante. Pelo contrário: tornou sua função mais seletiva e mais importante.</p>
<p>Se as pessoas não precisam estar no escritório todos os dias para executar tarefas individuais, <b>o ambiente presencial precisa oferecer algo que justifique esse deslocamento.</b></p>
<p>Ele deve favorecer encontros significativos, trocas de conhecimento, fortalecimento de vínculos, construção de confiança e experiências que não acontecem da mesma forma no ambiente digital.</p>
<p>O escritório passa a ser menos sobre presença obrigatória e mais sobre presença com propósito.</p>
<h2>Projetar escritórios é projetar comportamento</h2>
<p>Ao criar espaços de trabalho, primeiro precisamos observar o nosso tempo. Como as pessoas estão se comportando, quais as necessidades de bem-estar, quais gerações estão interagindo e o que é capaz de estimular cada uma delas. Essas e outras questões ajudam a direcionar a criação de ambientes mais atrativos e que geram valor para seus ocupantes.</p>
<p>Essa compreensão é fundamental para uma equação em que todos ganham: entender as pessoas para criar espaços que promovam bem-estar, fortaleçam a experiência no trabalho e impulsionem resultados para o negócio.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-31858" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-4.jpg" alt="" width="650" height="auto" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-4.jpg 1200w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-4-300x101.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-4-1024x346.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-4-768x259.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
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		<title>RS Design lança OZZO, marca de design assinado em evento exclusivo no showroom</title>
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		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 16:36:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O showroom da RS Design foi palco de um momento que marca um novo capítulo na trajetória da empresa: o lançamento oficial da OZZO, a nova marca de design assinado dedicada ao desenvolvimento de mobiliário corporativo autoral. O evento reuniu arquitetos, parceiros e convidados para apresentar as primeiras coleções da marca, além de compartilhar a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-31646 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-0-1-1024x861.jpg" alt="" width="640" height="538" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-0-1-1024x861.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-0-1-300x252.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-0-1-768x646.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-0-1-1536x1291.jpg 1536w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-0-1.jpg 1600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>O showroom da RS Design foi palco de um momento que marca um novo capítulo na trajetória da empresa: <b>o lançamento oficial da OZZO, a nova marca de design assinado dedicada ao desenvolvimento de mobiliário corporativo autoral.</b> O evento reuniu arquitetos, parceiros e convidados para apresentar as primeiras coleções da marca, além de compartilhar a visão criativa que deu origem ao projeto.</p>
<p>Mais do que uma nova linha de produtos, <b>a OZZO nasce como a assinatura criativa da RS Design.</b> Uma expressão do desejo de explorar novas possibilidades de forma e matéria no universo corporativo, sem perder a inteligência funcional construída ao longo de mais de 35 anos de experiência da marca.</p>
<h2>Um novo olhar para o mobiliário corporativo</h2>
<p>A transformação dos ambientes de trabalho trouxe novas demandas para o design: espaços mais humanos, flexíveis, acolhedores e conectados à experiência das pessoas. É dentro desse contexto que surge a OZZO.</p>
<p>“A OZZO surge a partir de uma provocação interna: até onde o mobiliário corporativo pode ir?”, destaca o manifesto apresentado durante o lançamento.</p>
<p>A proposta da marca é unir liberdade criativa à funcionalidade estratégica, criando peças que atendam às dinâmicas contemporâneas de trabalho sem abrir mão da estética autoral. <b>Cada produto carrega um equilíbrio entre conforto, performance, ergonomia e expressão visual.</b></p>
<p>Durante o evento, os convidados puderam conhecer de perto as primeiras coleções da marca, desenvolvidas para diferentes experiências dentro do ambiente corporativo: momentos de foco, colaboração, convivência, informalidade e aprendizado.</p>
<figure id="attachment_31648" aria-describedby="caption-attachment-31648" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31648 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-1-1024x586.jpg" alt="Arquitetos e designers de interiores conhecendo os produtos da coleção OZZO durante lançamento realizado no showroom da RS Design em Santo André - SP" width="640" height="366" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-1-1024x586.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-1-300x172.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-1-768x440.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-1-1536x879.jpg 1536w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-1.jpg 1600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-31648" class="wp-caption-text">Arquitetos e designers de interiores conhecendo os produtos da coleção OZZO durante lançamento realizado no showroom da RS Design em Santo André &#8211; SP</figcaption></figure>
<h2>Estudio OZZO: criatividade construída em conjunto</h2>
<p>Parte das coleções nasce dentro do Estudio OZZO, o hub criativo da marca, onde diferentes profissionais colaboram no desenvolvimento dos produtos, explorando novas soluções para os espaços de trabalho contemporâneos.</p>
<p>O estúdio é liderado por Lisandra Mascotto e conta com a participação de Ana Oliveira, além de engenheiros de fábricas, designers e especialistas de diferentes áreas que atuam de forma integrada no processo criativo e produtivo.</p>
<p>Mais do que desenhar peças, o desenvolvimento da coleção envolveu um trabalho profundo de pesquisa, testes e acompanhamento de produção.</p>
<p>“Acompanhamos cada etapa muito de perto. Avaliamos protótipos, ajustamos desenhos, estudamos materiais e buscamos soluções que realmente entregassem a experiência que imaginávamos para cada produto. A OZZO nasce desse cuidado entre criação e execução.”<br />
— comenta Lisandra Mascotto da RS Design e idealizadora da marca OZZO.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-31649 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-2-1024x431.jpg" alt="" width="640" height="269" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-2-1024x431.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-2-300x126.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-2-768x324.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-2-1536x647.jpg 1536w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-2.jpg 1600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>As imagens do processo apresentadas no evento reforçaram justamente essa construção colaborativa entre ideia, técnica e sensibilidade; mostrando os bastidores da aprovação dos protótipos e do desenvolvimento das peças.</p>
<h2>Coleções que traduzem novas formas de trabalhar</h2>
<p>Entre os destaques apresentados durante o lançamento, algumas linhas chamaram atenção pela forma como traduzem comportamentos contemporâneos dentro dos ambientes corporativos.</p>
<h3>Nido: acolhimento e foco no mesmo espaço</h3>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-31650" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-3-1024x586.jpg" alt="" width="640" height="366" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-3-1024x586.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-3-300x172.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-3-768x440.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-3-1536x879.jpg 1536w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-3.jpg 1600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Inspirada no conceito de “ninho”, a linha Nido foi criada para oferecer proteção visual e acústica em ambientes corporativos abertos.</p>
<p>Com design envolvente e formas curvas, a coleção propõe espaços mais reservados para concentração, videochamadas, reuniões rápidas ou momentos de pausa. O Sofá Nido Casulo se destacou no showroom justamente por transformar áreas abertas em pequenos refúgios de foco e conforto.</p>
<p>Além do forte apelo estético, a linha reforça uma tendência crescente nos escritórios contemporâneos: a criação de microambientes que favorecem bem-estar e produtividade.</p>
<h3>Prosa: encontros mais naturais</h3>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-31651" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-4-1024x586.jpg" alt="" width="640" height="366" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-4-1024x586.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-4-300x172.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-4-768x440.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-4-1536x879.jpg 1536w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-4.jpg 1600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>A estação de reunião Prosa traduz uma visão mais informal e humana para os encontros corporativos. Com composição circular e assentos (opção de dois e quatro lugares) distribuídos ao redor de uma mesa central, a peça foi pensada para estimular conversas fluidas, trocas rápidas e conexões espontâneas.</p>
<p>Durante o evento, a coleção foi apresentada como uma solução para ambientes que valorizam colaboração e convivência, aproximando pessoas de forma mais orgânica dentro do espaço de trabalho.</p>
<h3>Trama: liberdade para criar diferentes configurações</h3>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-31652" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-5-1024x586.jpg" alt="" width="640" height="366" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-5-1024x586.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-5-300x172.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-5-768x440.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-5-1536x879.jpg 1536w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-5.jpg 1600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>O sistema modular Trama foi desenvolvido para ambientes que exigem flexibilidade constante. Com módulos independentes e diferentes possibilidades de composição, a coleção permite criar layouts lineares, expansivos ou mais informais, adaptando-se facilmente às dinâmicas de uso de cada espaço.</p>
<p>Durante o lançamento, a linha chamou atenção pela versatilidade e pela forma como traduz uma tendência cada vez mais presente nos escritórios contemporâneos: ambientes capazes de se transformar rapidamente conforme a necessidade das equipes.</p>
<p>Além da funcionalidade, o Trama também se destaca pela estética acolhedora e contemporânea, trazendo conforto visual e liberdade criativa para projetos corporativos mais fluidos e colaborativos.</p>
<h3>Aris: informalidade que acompanha o ritmo das pessoas</h3>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-31653" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-6-1024x586.jpg" alt="" width="640" height="366" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-6-1024x586.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-6-300x172.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-6-768x440.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-6-1536x879.jpg 1536w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-6.jpg 1600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Pensada para ambientes multifuncionais, a Arquibancada Aris propõe uma nova forma de estimular encontros, treinamentos e momentos de convivência dentro dos escritórios, escolas, entre outros. Seu principal diferencial está no sistema retrátil, que permite abrir ou recolher os módulos conforme a necessidade do espaço.</p>
<p>Com desenho linear e módulos estofados que garantem conforto, a Aris consegue equilibrar funcionalidade e estética de forma leve, criando espaços mais dinâmicos e convidativos para interação entre pessoas.</p>
<h3>Flip: versatilidade para espaços dinâmicos</h3>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-31654" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-7-1024x586.jpg" alt="" width="640" height="366" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-7-1024x586.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-7-300x172.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-7-768x440.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-7-1536x879.jpg 1536w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-7.jpg 1600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Outro destaque do lançamento foi a poltrona Flip, desenvolvida para acompanhar ambientes flexíveis e multifuncionais.</p>
<p>Seu diferencial está na transformação rápida de uso: ao girar o encosto, a peça deixa de ser apenas um assento e passa a funcionar como apoio para notebooks, cadernos e dispositivos eletrônicos. Além disso, o nicho inferior integrado oferece espaço para mochilas e objetos do dia a dia.</p>
<p>A proposta da Flip conversa diretamente com novos formatos de aprendizagem, colaboração e trabalho híbrido, onde mobilidade e adaptação se tornam essenciais.</p>
<h3>Filo: formas limpas e versáteis do designer Hakim Hazim</h3>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-31655" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-8-1024x586.jpg" alt="" width="640" height="366" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-8-1024x586.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-8-300x172.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-8-768x440.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-8-1536x879.jpg 1536w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OZZO-lancamento-da-marca-de-design-assinado-da-RS-Design-8.jpg 1600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Entre as colaborações apresentadas pela OZZO durante o evento, a cadeira Filo representa a proposta da marca de conectar diferentes visões criativas ao universo do mobiliário corporativo. Assinada pelo designer Hakim Hazim, a peça possui desenho slim, linguagem contemporânea e uma estética leve que permite sua aplicação em diferentes contextos do ambiente de trabalho.</p>
<p>A cadeira combina simplicidade formal e conforto visual, resultando em uma peça versátil para áreas de convivência, reuniões, cafés corporativos e espaços colaborativos.</p>
<p>A presença da Filo no lançamento reforçou um dos pilares da OZZO: desenvolver coleções próprias, mas também abrir espaço para colaborações que tragam novos olhares sobre funcionalidade, estética e experiência no ambiente corporativo.</p>
<h2>Um lançamento que representa um novo momento</h2>
<p>Mais do que apresentar produtos, o evento marcou oficialmente um novo capítulo na trajetória da RS Design. Com o lançamento da OZZO, a empresa amplia sua atuação para além da expertise em mobiliário corporativo, consolidando também seu papel como agente criativo na transformação dos ambientes de trabalho.</p>
<p><b>A OZZO nasce com identidade própria, mas carrega o DNA da RS Design:</b> experiência, funcionalidade e entendimento profundo das dinâmicas corporativas, traduzidos em coleções autorais que unem design, flexibilidade, inovação e novas experiências para o universo do trabalho.</p>
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