
<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Espaço do arquiteto - RS Design</title>
	<atom:link href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/</link>
	<description>A RS Design fornece soluções completas de móveis para escritório, com ideias para melhorar a forma como as pessoas trabalham. Solicite o seu orçamento!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 11 Sep 2026 18:39:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.2.2</generator>

<image>
	<url>https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cropped-rs-favicon-32x32.png</url>
	<title>Espaço do arquiteto - RS Design</title>
	<link>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>As pessoas mudaram. O repertório para projetar escritórios também precisa mudar.</title>
		<link>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/as-pessoas-mudaram-o-repertorio-para-projetar-escritorios-tambem-precisa-mudar/</link>
					<comments>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/as-pessoas-mudaram-o-repertorio-para-projetar-escritorios-tambem-precisa-mudar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 13:41:11 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.rsdesign.com.br/?post_type=espaco_arquiteto&#038;p=32223</guid>

					<description><![CDATA[<p>No primeiro artigo desta série, falamos sobre uma mudança importante na lógica dos escritórios: se as pessoas realizam diferentes atividades ao longo do dia, os espaços também precisam ser pensados para apoiar diferentes formas de trabalhar. No segundo, demos um passo anterior ao projeto e mostramos como um briefing mais aprofundado ajuda a compreender a [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/as-pessoas-mudaram-o-repertorio-para-projetar-escritorios-tambem-precisa-mudar/">As pessoas mudaram. O repertório para projetar escritórios também precisa mudar.</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br">RS Design</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-32224" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-0-1024x578.webp" alt="" width="640" height="361" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-0-1024x578.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-0-300x169.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-0-768x433.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-0.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-esta-na-hora-de-projetar-por-atividades/">No primeiro artigo desta série</a>, falamos sobre uma mudança importante na lógica dos escritórios: se as pessoas realizam diferentes <b>atividades </b>ao longo do dia, os espaços também precisam ser pensados para apoiar diferentes formas de trabalhar.</p>
<p><a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-briefing-tambem-mudou-esta-na-hora-de-projetar-por-atividades/">No segundo</a>, demos um passo anterior ao projeto e mostramos como um <b>briefing </b>mais aprofundado ajuda a compreender a empresa, seu momento, sua cultura, suas perspectivas futuras e, principalmente, a maneira como as pessoas trabalham.</p>
<p>Mas, antes de começarmos a desenvolver o projeto, existe ainda uma terceira camada que consideramos fundamental: <b>o repertório do arquiteto</b>.</p>
<p>Um bom briefing nos permite olhar para dentro da empresa e compreender aquela realidade específica.</p>
<p><b>O repertório faz um movimento complementar: amplia nosso olhar para aquilo que está acontecendo fora da empresa.</b> Novas tecnologias, diferentes gerações convivendo no mercado de trabalho, modelos híbridos, mudanças sociais e novas expectativas em relação ao trabalho estão alterando comportamentos e, consequentemente, aquilo que as pessoas esperam dos ambientes corporativos.</p>
<p>É por isso que acreditamos que projetar escritórios exige atualização constante. Visitar feiras, conhecer projetos de referência, acompanhar pesquisas, conhecer e estudar novos produtos, visitar empresas e observar como diferentes organizações estão respondendo às transformações do trabalho são maneiras de construir essa bagagem.</p>
<p>Mais do que acompanhar tendências, porém, interessa compreender <b>movimentos comportamentais</b>. Tendências podem passar. Comportamentos ajudam a explicar por que os espaços estão mudando.</p>
<p>Como costumamos dizer na RS Design, <b>o corporativo não está mudando porque o design mudou. Ele está mudando porque as pessoas mudaram.</b></p>
<p>E alguns desses movimentos merecem entrar no repertório de quem projeta os escritórios de hoje e dos próximos anos.</p>
<h2>O escritório como um hub de encontros</h2>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-32225" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-1-1024x683.webp" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-1-1024x683.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-1-300x200.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-1-768x512.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-1-390x260.webp 390w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-1.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Durante décadas, ir ao escritório era praticamente sinônimo de ir trabalhar. Hoje, grande parte das atividades profissionais pode acontecer em diferentes lugares, especialmente nas empresas que adotaram modelos híbridos.</p>
<p>Isso não significa que o escritório tenha perdido sua importância. Significa que <b>a presença física precisa fazer sentido</b>.</p>
<p>Quando uma pessoa se desloca até o escritório, o espaço pode oferecer experiências que dificilmente acontecem da mesma maneira quando cada profissional está em um lugar diferente: <b>encontros entre equipes, reuniões estratégicas, conversas de alinhamento, integração de novos colaboradores, aprendizagem entre colegas e momentos de convivência que ajudam a construir relações e fortalecer a cultura da empresa.</b></p>
<p>É nesse contexto que começamos a enxergar o escritório cada vez mais como um <b>hub de encontros</b>.</p>
<p><b>O mobiliário corporativo modular e flexível será o grande aliado desse tipo de espaço</b>, por isso a importância de estar atento aos lançamentos de produtos e estreitar a parceria com fornecedores atualizados.</p>
<h2>As atividades passam a organizar os espaços</h2>
<p>Esse movimento está diretamente relacionado ao conceito que deu origem a esta série.</p>
<p>Se uma pessoa precisa se concentrar em determinado momento, participar de uma videoconferência em outro, colaborar com a equipe, receber um cliente, fazer uma apresentação ou participar de um treinamento, faz cada vez menos sentido pressupor que todas essas atividades acontecerão da mesma maneira e no mesmo lugar.</p>
<p>É justamente essa reflexão que está por trás do conceito de <b>Activity-Based Working (ABW)</b>, ou trabalho baseado em atividades. Em vez de organizar todo o escritório apenas a partir de cargos ou departamentos, passam a existir diferentes possibilidades de espaço para diferentes necessidades: concentrar, colaborar, reunir, cocriar, treinar, conviver, receber, produzir, entre outros; como mostramos na imagem ilustrativa abaixo.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-32226" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-2-1024x614.webp" alt="" width="640" height="384" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-2-1024x614.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-2-300x180.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-2-768x461.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-2.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Isso não significa, porém, que todo escritório precise eliminar postos fixos ou adotar integralmente um modelo ABW. <b>Projetar por atividades não é aplicar uma fórmula pronta.</b></p>
<p>Uma empresa pode demandar mais espaços de concentração e privacidade, enquanto outra precisa favorecer encontros constantes entre equipes. Algumas recebem clientes diariamente; outras realizam treinamentos frequentes; outras ainda precisam criar oportunidades para que profissionais de áreas diferentes se encontrem e compartilhem conhecimento.</p>
<p>É justamente por isso que o briefing que discutimos no artigo anterior é tão importante. <b>O repertório nos apresenta possibilidades, mas é o conhecimento profundo da empresa que nos permite avaliar o que realmente faz sentido para aquela realidade.</b></p>
<h2>Flexibilidade passa a fazer parte da estratégia</h2>
<p>Quando diferentes atividades precisam coexistir dentro do escritório, a capacidade de adaptação dos espaços ganha uma importância muito maior.</p>
<p>Flexibilidade, nesse contexto, não significa simplesmente colocar rodízios nos móveis. Significa pensar em ambientes capazes de assumir diferentes configurações sem exigir grandes intervenções sempre que uma necessidade muda.</p>
<p>Uma mesma sala pode receber uma reunião pela manhã, um treinamento à tarde e uma dinâmica de grupo no final do dia. Para que isso aconteça com facilidade, mesas dobráveis, mobiliário modular, arquibancadas retráteis, assentos móveis e recursos tecnológicos acessíveis podem fazer parte da solução.</p>
<figure id="attachment_32227" aria-describedby="caption-attachment-32227" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-large wp-image-32227" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-3-1024x572.webp" alt="Espaço multiúso com mobiliário flexível que estimula o movimento das pessoas e atende à diferentes tipos de atividades no escritório." width="640" height="358" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-3-1024x572.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-3-300x168.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-3-768x429.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-3.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-32227" class="wp-caption-text">Espaço multiúso com mobiliário flexível que estimula o movimento das pessoas e atende à diferentes tipos de atividades no escritório.</figcaption></figure>
<p>Mas um ambiente verdadeiramente flexível precisa ser pensado como tal desde o projeto. Circulação, armazenamento, conectividade, acústica e facilidade de reconfiguração também precisam acompanhar essa lógica.</p>
<h2>O escritório também pode estimular o movimento</h2>
<p>Outro ponto interessante que temos observado em visitas a feiras internacionais, como Orgatec e Milão, é a presença cada vez maior de soluções que convidam as pessoas a mudar de postura e incorporar movimento naturalmente à rotina de trabalho. Mesas com regulagem de altura, mobiliários que permitem diferentes formas de sentar, layouts que estimulam o movimento são alguns exemplos.</p>
<p>Essa discussão é particularmente relevante quando pensamos no tempo que passamos sentados durante o trabalho. A Organização Mundial da Saúde recomenda “movimentar-se naturalmente” durante o dia, com benefícios cruciais para saúde física e mental.</p>
<p>Para quem projeta, surge então uma questão que vai além de definir onde cada atividade acontecerá: <b>como as pessoas irão se movimentar entre essas atividades ao longo do dia?</b></p>
<p>Isso significa preparar oportunidades para que as pessoas se movimentem de forma mais orgânica. Alternar entre trabalhar sentado e em pé, deslocar-se para outro ambiente para buscar uma impressão, realizar uma conversa rápida em um espaço diferente ou escolher entre diferentes tipos de assentos são pequenas mudanças que podem fazer parte da rotina.</p>
<h2>Conforto acústico para colaboração e concentração coexistirem no escritório</h2>
<p>A busca por maior colaboração transformou profundamente os escritórios nas últimas décadas. Barreiras foram reduzidas, equipes aproximadas e áreas abertas passaram a ocupar uma parcela importante dos projetos corporativos.</p>
<p>Essa aproximação trouxe ganhos importantes, mas também evidenciou outro desafio: quanto mais encontros, conversas, videoconferências e movimentação acontecem no mesmo ambiente, maior o ruído e maior também pode ser a dificuldade para quem precisa realizar uma atividade que exige concentração.</p>
<p>Por isso, uma das mudanças que temos observado tanto nos projetos quanto nas feiras internacionais é a <b>ampliação das soluções voltadas ao conforto acústico e à privacidade.</b> Cabines, painéis, nuvens, baffles, divisórias, luminárias acústicas, estofados e outros elementos podem contribuir para controlar a propagação do som e oferecer diferentes graus de privacidade dentro de um mesmo escritório.</p>
<figure id="attachment_32228" aria-describedby="caption-attachment-32228" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-large wp-image-32228" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-4-1024x572.webp" alt="Cabines de privacidade para atividades focadas, inseridas em meio às áreas colaborativas e de alta produtividade. Mobiliário RS Design." width="640" height="358" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-4-1024x572.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-4-300x168.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-4-768x429.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-4.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-32228" class="wp-caption-text">Cabines de privacidade para atividades focadas, inseridas em meio às áreas colaborativas e de alta produtividade. Mobiliário RS Design.</figcaption></figure>
<p>Projetar por atividades significa <b>reconhecer que colaboração e foco não são necessidades opostas entre as quais precisamos escolher.</b> As pessoas precisam das duas em diferentes momentos do dia, e o espaço deve oferecer condições adequadas para ambas.</p>
<h2>Aprendizagem contínua ganha espaço dentro do escritório</h2>
<p>Há ainda um movimento que vem ganhando força e que consideramos especialmente importante incorporar ao repertório de quem projeta ambientes corporativos: <b>a aprendizagem contínua</b>.</p>
<p>A velocidade com que tecnologias, ferramentas e processos estão mudando faz com que aprender deixe de estar restrito a treinamentos formais ou momentos específicos da carreira. <b>Cada vez mais, aprendemos enquanto trabalhamos,</b> observando colegas, compartilhando descobertas, testando novas ferramentas e buscando soluções para problemas que surgem no cotidiano.</p>
<p>A inteligência artificial torna esse comportamento particularmente visível.</p>
<p>Quando uma pessoa descobre uma nova maneira de utilizar determinada ferramenta e mostra para um colega, quando alguém compartilha um prompt que funcionou melhor ou quando uma equipe experimenta conjuntamente uma nova aplicação, o conhecimento deixa de permanecer individual e começa a circular pela organização.</p>
<figure id="attachment_32229" aria-describedby="caption-attachment-32229" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-large wp-image-32229" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-5-1024x572.webp" alt="Área de escape, ao lado de estações de trabalho, com a finalidade de compartilhamento de conhecimento." width="640" height="358" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-5-1024x572.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-5-300x168.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-5-768x429.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/09/o-repertorio-para-projetar-escritorios-precisa-mudar-5.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-32229" class="wp-caption-text">Área de escape, ao lado de estações de trabalho, com a finalidade de compartilhamento de conhecimento.</figcaption></figure>
<p>A <i>Global Workplace Survey 2026</i> encontrou justamente uma relação interessante entre o uso mais intenso da IA e a aprendizagem. Segundo a pesquisa, profissionais classificados como usuários mais avançados dessas ferramentas dedicam <b>1,5 vez mais tempo à aprendizagem</b> do que aqueles que estão em estágios iniciais de adoção. Também passam menos tempo trabalhando sozinhos e mais tempo aprendendo e socializando com outras pessoas.</p>
<p>Esse dado nos leva a uma reflexão que parece paradoxal à primeira vista: <b>quanto mais algumas tarefas podem ser realizadas com tecnologia, mais valor podem ganhar os ambientes que favorecem aquilo que depende das relações humanas.</b></p>
<p>A troca de experiências, a criatividade, a experimentação, as perguntas espontâneas e o aprendizado entre colegas podem se tornar ainda mais importantes em um momento de transformação tecnológica acelerada.</p>
<p>E isso também traz consequências para o espaço físico.</p>
<p>Quando falamos em ambientes para aprendizagem, não precisamos pensar apenas em uma sala de treinamento tradicional. Uma arquibancada pode receber uma apresentação rápida; uma área colaborativa pode permitir que alguém compartilhe uma descoberta com o grupo; uma área de escape entre estações de trabalho pode ser um bom local de troca e espaços informais podem estimular conversas nas quais conhecimentos são compartilhados sem que tenha sido necessário agendar uma reunião.</p>
<p>O escritório pode, portanto, criar condições para que <b>o conhecimento circule entre as pessoas</b>. E talvez essa seja uma das funções mais interessantes que o espaço físico começa a assumir diante do avanço da tecnologia.</p>
<h2>Usar repertório não significa reproduzir referências</h2>
<p>Feiras internacionais, viagens, visitas a escritórios, pesquisas, novos produtos e projetos de referência são fontes valiosas de conhecimento para quem atua no universo corporativo. Mas construir repertório não significa simplesmente colecionar imagens ou reproduzir soluções que funcionaram em outros lugares.</p>
<p>O verdadeiro valor desse conhecimento está na capacidade de interpretá-lo.</p>
<p>Nem toda empresa precisa adotar ABW. Nem todo escritório precisa de uma grande área colaborativa. Nem toda sala precisa ser multiuso. E nem toda solução apresentada em uma feira internacional fará sentido para qualquer cliente.</p>
<p>É aqui que os dois artigos anteriores desta série começam a se conectar ainda mais com este.</p>
<p><b>O</b> <b>briefing nos ajuda a olhar profundamente para dentro da empresa</b>: entender o negócio, sua cultura, suas pessoas, suas atividades e suas necessidades.</p>
<p><b>O repertório amplia nosso olhar para fora:</b> permite compreender mudanças de comportamento, novas formas de trabalhar e diferentes possibilidades de responder a elas.</p>
<p>Um não substitui o outro. Eles se complementam.</p>
<h2>Agora temos briefing e repertório. Está na hora de projetar.</h2>
<p>Ao longo dos artigos desta série, construímos as diferentes camadas que antecedem o desenvolvimento de um projeto focado em atividades.</p>
<p>Chegamos, então, ao momento em que todo este conteúdo precisa se encontrar.</p>
<p>De um lado, temos tudo aquilo que aprendemos sobre o cliente. Do outro, referências, pesquisas, experiências, produtos e conhecimentos sobre os movimentos que estão transformando o trabalho.</p>
<p>É a partir daí que entra uma das habilidades mais importantes de quem projeta: <b>interpretar todo esse conhecimento e transformá-lo em uma solução única para aquela empresa.</b></p>
<p>É justamente sobre essa etapa que vamos falar no quarto e último artigo da série <b>Projetar por Atividades</b>: como transformar briefing e repertório em um projeto corporativo altamente personalizado, capaz de responder às atividades, às pessoas, à cultura e às necessidades reais de cada organização.</p>
<p>Aguarde nosso próximo artigo!</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/as-pessoas-mudaram-o-repertorio-para-projetar-escritorios-tambem-precisa-mudar/">As pessoas mudaram. O repertório para projetar escritórios também precisa mudar.</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br">RS Design</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/as-pessoas-mudaram-o-repertorio-para-projetar-escritorios-tambem-precisa-mudar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O briefing também mudou. Está na hora de projetar por atividades.</title>
		<link>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-briefing-tambem-mudou-esta-na-hora-de-projetar-por-atividades/</link>
					<comments>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-briefing-tambem-mudou-esta-na-hora-de-projetar-por-atividades/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 14:00:29 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.rsdesign.com.br/?post_type=espaco_arquiteto&#038;p=31993</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; No artigo anterior mostramos que os escritórios deixaram de funcionar por departamentos e passaram a funcionar por atividades. Mas isso gera uma nova pergunta. Se o projeto já não começa definindo salas, por onde ele começa? A resposta começa muito antes da planta baixa. Ela nasce de um briefing capaz de compreender a empresa, [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-briefing-tambem-mudou-esta-na-hora-de-projetar-por-atividades/">O briefing também mudou. Está na hora de projetar por atividades.</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br">RS Design</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-32220" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/o-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-0-2-1024x572.webp" alt="" width="640" height="358" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/o-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-0-2-1024x572.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/o-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-0-2-300x168.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/o-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-0-2-768x429.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/o-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-0-2.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>No <a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-esta-na-hora-de-projetar-por-atividades/">artigo anterior</a> mostramos que os escritórios deixaram de funcionar por departamentos e passaram a funcionar por atividades.</p>
<p>Mas isso gera uma nova pergunta.</p>
<p>Se o projeto já não começa definindo salas, por onde ele começa?</p>
<p>A resposta começa muito antes da planta baixa.</p>
<p>Ela nasce de um briefing capaz de compreender a empresa, sua cultura, suas pessoas e seus objetivos. E nasce também do repertório do arquiteto, construído por meio da observação constante das transformações no mundo do trabalho, do comportamento das pessoas e das soluções disponíveis para responder a essas mudanças.</p>
<p>Neste artigo vamos falar sobre o que deve conter um bom <b>briefing corporativo</b> voltado para as pessoas e o quanto o <b>repertório do arquiteto</b> vai ajudar a compor o projeto assertivo para cada situação.</p>
<p>A soma do briefing e o do repertório do arquiteto impulsiona o início do projeto corporativo.</p>
<p>Podemos definir o preparo de um projeto em 4 pilares.<br />
Vamos começar com três:</p>
<ol>
<li><b>Conhecimento da empresa.</b></li>
<li><b>Conhecimento das pessoas.</b></li>
<li><b>Conhecimento do que está acontecendo no mundo do trabalho.</b></li>
<li>O quarto pilar é o próprio PROJETO. Quando todo esse conhecimento será utilizado para desenvolver um projeto realmente personalizado. E isso será tema de outro capítulo desta série.</li>
</ol>
<h2>1. Conhecendo a empresa, o negócio do cliente!</h2>
<p>Todo projeto corporativo começa com uma investigação.</p>
<p>Antes de falar sobre salas, mesas ou estações de trabalho, vale entender a empresa.</p>
<ul>
<li>Qual é o segmento de mercado? Modelo de negócio?</li>
<li>Qual é o momento da empresa?</li>
<li>Quais as perspectivas futuras?</li>
<li>Está contratando?</li>
<li>Está reorganizando equipes?</li>
<li>Busca estimular inovação?</li>
<li>Precisa fortalecer a cultura? Precisa melhorar a integração?</li>
<li>Quais desafios motivaram este novo projeto?</li>
</ul>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-31995" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-2-1024x683.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-2-1024x683.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-2-300x200.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-2-768x512.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-2-390x260.jpg 390w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-2.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Cada resposta muda completamente a forma de pensar o projeto.</p>
<p>Duas empresas com o mesmo número de colaboradores podem precisar de escritórios completamente diferentes, dependendo de seus objetivos. E um bom projeto precisa responder ao negócio antes de responder ao layout.</p>
<h2>A visita ao escritório vale mais do que muitas respostas</h2>
<p>Sempre que possível, tem algo que é importante acontecer antes mesmo da reunião de briefing: <b>a visita ao ambiente.</b></p>
<p>É caminhando pelo escritório que o arquiteto começa a enxergar informações que muitas vezes nem aparecem durante o briefing.</p>
<p>É importante observar se as pessoas improvisam reuniões em determinados lugares, se existem áreas sempre vazias, como acontece a circulação, onde surgem conversas espontâneas, se existem espaços que estimulam encontros, ou se os espaços acabam afastando as pessoas.</p>
<p>Também é nesse momento que se percebe como o mobiliário está sendo utilizado. Ou, muitas vezes, como ele está limitando novas formas de trabalho.</p>
<p>Mais do que confirmar informações, <b>a visita revela oportunidades de melhoria</b>.</p>
<p>E muitas vezes essas oportunidades nem haviam sido percebidas pelo próprio cliente.</p>
<h2>Entendendo a cultura da empresa</h2>
<p>Toda empresa possui uma forma própria de trabalhar. Ela também estabelece comportamentos que são incentivados, tolerados ou desencorajados dentro da organização.</p>
<p>Algumas estimulam autonomia. Outras valorizam processos bem definidos.</p>
<p>Algumas tomam decisões de maneira colaborativa. Outras possuem estruturas mais hierárquicas.</p>
<p>Tudo isso influencia o projeto, porque o escritório funciona melhor quando é uma extensão da cultura da empresa, comunicando valores e estimulando comportamentos.</p>
<h2>2. Entender as pessoas e a forma como trabalham</h2>
<p><b>O briefing deixou de levantar ambientes. Passou a levantar comportamentos.</b></p>
<p>Durante muito tempo o briefing corporativo respondia perguntas como: Quantos funcionários existem? Quantas salas de reunião serão necessárias? Quantas posições de trabalho?</p>
<p>Essas informações continuam importantes. Mas já não são suficientes.</p>
<p><b>Hoje é preciso compreender como as pessoas trabalham.</b></p>
<p>Uma boa forma de construir esse briefing é acompanhar a rotina da empresa, já pensando em <b>direcionar o projeto para “atividades”.</b></p>
<p>Vale levantar perguntas como:</p>
<ul>
<li>As pessoas trabalham no modelo presencial ou híbrido?</li>
<li>Qual percentual de pessoas no presencial e com que frequência? Existem dias da semana de pico? Quais locais mais procurados?</li>
<li>Existem espaços sempre vazios?</li>
<li>Quais os tipos de atividades acontecem diariamente?</li>
<li>Onde acontecem conversas espontâneas?</li>
<li>Onde as pessoas improvisam reuniões?</li>
<li>Hoje, existe a necessidade de reservas de sala?</li>
<li>Quais atividades exigem colaboração?</li>
<li>Quais funções exigem mais privacidade?</li>
<li>Como acontecem as videoconferências?</li>
<li>Existem treinamentos frequentes?</li>
<li>Os dias presenciais concentram quais atividades?</li>
</ul>
<p>Essas respostas mostram quais experiências o escritório precisa oferecer.</p>
<p>É aqui que começa o verdadeiro conceito de projetar por atividades.</p>
<h2>3. O repertório do arquiteto também faz parte do projeto</h2>
<p>Nenhum briefing, por mais completo que seja, consegue responder sozinho a todos os desafios de um projeto corporativo.</p>
<p>O arquiteto também precisa conhecer aquilo que está acontecendo fora da empresa.</p>
<p>As formas de trabalhar continuam evoluindo. Novas gerações chegam ao mercado. Tecnologias transformam a maneira como as equipes colaboram. Mobiliário e equipamentos são desenvolvidos para atender essas mudanças.</p>
<p>Quem projeta espaços corporativos precisa acompanhar esse movimento continuamente. Seja visitando feiras, conhecendo projetos de referência, observando diferentes empresas, acompanhando estudos de comportamento e trocando experiências com parceiros fornecedores.</p>
<p>Porque muitas vezes a solução que uma empresa procura já foi experimentada em outro contexto. E conhecer essas referências permite criar projetos mais consistentes, atuais e preparados para acompanhar as transformações do trabalho.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-31996" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-3-1024x569.jpg" alt="" width="640" height="356" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-3-1024x569.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-3-300x167.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-3-768x427.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-briefing-tambem-mudou-Esta-na-hora-de-projetar-por-atividades-3.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Projetar por atividades exige muito mais do que um bom levantamento de informações. Exige compreender o negócio, observar as pessoas e manter um olhar atento para as transformações que continuam acontecendo no mundo do trabalho.</p>
<p>Quando esses três pilares caminham juntos, o briefing deixa de ser apenas uma etapa inicial do projeto. Ele passa a ser o alicerce para decisões muito mais estratégicas.</p>
<p>Depois de compreender a empresa, as pessoas e as atividades, chega o momento de transformar todas essas informações em soluções concretas. Mas antes de chegarmos no desenvolvimento do projeto, <b>vamos falar no próximo artigo das principais atualizações de comportamento das pessoas no trabalho e sobre os rumos do corporativo.</b> Essa é nossa forma de colaborar com o repertório dos arquitetos e que acreditamos ser tão importante quanto um briefing bem elaborado para a criação de espaços focados nas pessoas e nas suas atividades.</p>
<p>Siga adiante e continue nos acompanhando&#8230;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-briefing-tambem-mudou-esta-na-hora-de-projetar-por-atividades/">O briefing também mudou. Está na hora de projetar por atividades.</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br">RS Design</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-briefing-tambem-mudou-esta-na-hora-de-projetar-por-atividades/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O escritório deixou de funcionar por departamentos. Está na hora de projetar por atividades.</title>
		<link>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-esta-na-hora-de-projetar-por-atividades/</link>
					<comments>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-esta-na-hora-de-projetar-por-atividades/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:48:31 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.rsdesign.com.br/?post_type=espaco_arquiteto&#038;p=31961</guid>

					<description><![CDATA[<p>Durante décadas, projetar um escritório seguia uma lógica bastante previsível. Cada departamento ocupava seu espaço: Marketing, Comercial, Financeiro, Suprimentos, Recursos Humanos, Diretoria, salas de reunião, salas de treinamento e refeitório. O layout refletia o organograma da empresa. Cada ambiente era pensado para atender uma função específica e permanecia praticamente inalterado ao longo dos anos. Esse [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-esta-na-hora-de-projetar-por-atividades/">O escritório deixou de funcionar por departamentos. Está na hora de projetar por atividades.</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br">RS Design</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_31992" aria-describedby="caption-attachment-31992" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-large wp-image-31992" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/projeto-escritorio-por-atividades-1-1024x572.webp" alt="Ambiente preparado para promover encontros, sejam reuniões rápidas e colaborativas na Estação de Trabalho Prosa ou atividades mais concentradas na Cabine de Privacidade para várias pessoas." width="640" height="358" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/projeto-escritorio-por-atividades-1-1024x572.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/projeto-escritorio-por-atividades-1-300x168.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/projeto-escritorio-por-atividades-1-768x429.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/projeto-escritorio-por-atividades-1.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-31992" class="wp-caption-text">Ambiente preparado para promover encontros, sejam reuniões rápidas e colaborativas na Estação de Trabalho Prosa ou atividades mais concentradas na Cabine de Privacidade para várias pessoas.</figcaption></figure>
<p>Durante décadas, projetar um escritório seguia uma lógica bastante previsível.</p>
<p>Cada departamento ocupava seu espaço: Marketing, Comercial, Financeiro, Suprimentos, Recursos Humanos, Diretoria, salas de reunião, salas de treinamento e refeitório.</p>
<p>O layout refletia o organograma da empresa. Cada ambiente era pensado para atender uma função específica e permanecia praticamente inalterado ao longo dos anos.</p>
<p>Esse modelo fez sentido durante muito tempo e ainda é assim em muitas empresas. Mas naquelas empresas que buscam estimular a inovação em seus times, a transformação já vem acontecendo.</p>
<p>E duas mudanças na forma de trabalhar estão provocando essa transformação nos espaços de trabalho.</p>
<p>A primeira é a consolidação dos modelos híbridos de trabalho. Com parte da equipe trabalhando remotamente alguns dias da semana, o escritório deixa de ser o único lugar onde o trabalho acontece. Isso faz com que <b>cada momento presencial tenha muito mais valor.</b></p>
<p>Hoje, <b>o espaço físico precisa oferecer motivos para que as pessoas queiram ir ao escritório. </b>Se antes o escritório era o lugar onde o trabalho acontecia, hoje ele é o lugar onde determinadas atividades fazem mais sentido acontecer. Colaboração, integração, aprendizagem, inovação e fortalecimento da cultura organizacional são experiências que dificilmente podem ser reproduzidas da mesma forma no trabalho remoto. Por isso, os dias presenciais passaram a concentrar atividades que exigem interação entre as pessoas.</p>
<p>Os ambientes precisam estar preparados para os encontros entre as equipes, fazendo com que reuniões estratégicas aconteçam, que conversas informais fluam naturalmente e novos colaboradores se integrem à cultura da empresa.</p>
<p>A segunda transformação aconteceu na própria rotina de trabalho.</p>
<p>Mesmo quando estão presentes no escritório, <b>as pessoas alternam constantemente entre diferentes atividades. </b>Participam de uma apresentação ou treinamento pela manhã, fazem uma videoconferência logo depois, trabalham individualmente algumas horas, colaboram em uma reunião rápida à tarde e encerram o dia num encontro informal com a liderança.</p>
<p><b>Em outras palavras, o desafio deixou de ser criar espaços para pessoas.</b></p>
<p><b>O desafio agora é criar espaços para as atividades das pessoas.</b></p>
<p>E essas atividades mudam constantemente.</p>
<p>Talvez essa seja uma das maiores transformações do projeto corporativo contemporâneo: <b>deixar de pensar em departamentos para começar a projetar pelas atividades que acontecem dentro da empresa.</b></p>
<h2>O escritório projetado por atividades</h2>
<figure id="attachment_31963" aria-describedby="caption-attachment-31963" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-large wp-image-31963" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-2-1024x572.jpg" alt="Espaço preparado para a adaptação conforme a atividade, atendendo a diferentes necessidades ao longo do dia, com mobiliário modular e flexível da RS Design, como Arquibancada Aris, Mesa dobrável Stay, Cadeira com rodízios Liric e Workball." width="640" height="358" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-2-1024x572.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-2-300x168.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-2-768x429.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-2.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-31963" class="wp-caption-text">Espaço preparado para a adaptação conforme a atividade, atendendo a diferentes necessidades ao longo do dia, com mobiliário modular e flexível da RS Design, como Arquibancada Aris, Mesa dobrável Stay, Cadeira com rodízios Liric e Workball.</figcaption></figure>
<p>Nem sempre uma empresa precisa de mais salas. Muitas vezes, ela precisa de <b>ambientes capazes de assumir diferentes funções ao longo do dia.</b></p>
<p>Uma mesma sala pode receber um treinamento pela manhã, uma reunião de equipe após o almoço, um workshop de inovação no período da tarde e uma apresentação para clientes no final do expediente.</p>
<p>Para isso, o mobiliário precisa acompanhar esse dinamismo. Soluções modulares, dobráveis e com mobilidade permitem que o ambiente seja reconfigurado com rapidez, acompanhando diferentes formas de uso ao longo do dia.</p>
<p>Essa mudança exige uma <b>nova maneira de pensar o projeto de mobiliário corporativo.</b></p>
<p>Antes de definir quantos ambientes existirão, vale responder algumas perguntas fundamentais:</p>
<ul>
<li><i>Como as pessoas realmente trabalham?</i></li>
<li><i>Quais atividades acontecem durante a semana?</i></li>
<li><i>Quais espaços permanecem ociosos boa parte do tempo?</i></li>
<li><i>O ambiente consegue se adaptar rapidamente a diferentes configurações?</i></li>
<li><i>O mobiliário acompanha essas mudanças ou limita novas possibilidades?</i></li>
</ul>
<p>Quando o projeto nasce dessas respostas, o escritório passa a refletir a dinâmica real da empresa e não apenas sua estrutura organizacional.</p>
<p>Um bom exemplo é quando há necessidade de planejamento de uma sala de reuniões. Normalmente a demanda chega dessa forma:<br />
<i>&#8220;Precisamos de uma sala de reunião.&#8221;</i></p>
<p>Mas é importante questionar para entender como as pessoas se reúnem e para qual objetivo:</p>
<ul>
<li><i>Que tipos de reuniões acontecem aqui?</i></li>
<li><i>São grupos grandes ou pequenos? Com qual frequência.</i></li>
<li><i>É algo formal, com relatórios, ou mais informal?</i></li>
<li><i>Existe participação de colaboradores remotos?</i></li>
<li><i>O que queremos estimular nessas reuniões?</i></li>
<li><i>Existe a necessidade constante de treinamentos, workshops, encontros de liderança e dinâmicas colaborativas?</i></li>
</ul>
<p>Em muitos desses casos, uma única sala pode atender às diferentes necessidades, a partir de um projeto multiuso. Ou também poderá ser feita a sugestão de mais salas, tudo dependerá da análise da necessidade de cada empresa.</p>
<p>Mas o ponto de partida é pelo tipo de utilização, ou seja, da atividade.</p>
<p><b>Projetar por atividades é compreender comportamentos.</b></p>
<figure id="attachment_31964" aria-describedby="caption-attachment-31964" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-large wp-image-31964" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-3-1024x765.jpg" alt="Ambiente para atividade colaborativa ao lado de estações de trabalho para promover atividades de brainstorm, cocriação e interação entre as pessoas. Mobiliário RS Design." width="640" height="478" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-3-1024x765.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-3-300x224.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-3-768x573.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-3.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-31964" class="wp-caption-text">Ambiente para atividade colaborativa ao lado de estações de trabalho para promover atividades de brainstorm, cocriação e interação entre as pessoas. Mobiliário RS Design.</figcaption></figure>
<h2>Quais comportamentos queremos estimular neste ambiente?</h2>
<p>Se o objetivo é incentivar colaboração, concentração, aprendizagem, criatividade ou integração, o mobiliário precisa contribuir para que essas experiências aconteçam com naturalidade. <b>O mobiliário deixa de ser especificado nas etapas finais do projeto e passa a fazer parte da estratégia inicial, direcionando a forma como os ambientes irão funcionar.</b></p>
<p>O escritório contemporâneo já não é definido pela quantidade de salas ou pelo tamanho dos departamentos. Ele é definido pela capacidade de apoiar diferentes formas de trabalhar ao longo do dia. E isso exige um novo olhar sobre a especificação do mobiliário. Mais do que preencher ambientes, o desafio passa a ser criar espaços capazes de acompanhar pessoas, comportamentos e transformações constantes.</p>
<h2>Este é o primeiro artigo da série &#8220;Projetar por Atividades&#8221;</h2>
<p>Este artigo inaugura uma série de conteúdos do <b>Espaço do Arquiteto</b> dedicada às novas formas de projetar escritórios.</p>
<p>No próximo artigo, vamos explorar como construir um briefing capaz de identificar as atividades reais da empresa, para preparar em conjunto a especificação do mobiliário. Afinal, compreender como as pessoas trabalham é o primeiro passo para criar ambientes mais flexíveis, relevantes e preparados para acompanhar as transformações do mundo do trabalho.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-esta-na-hora-de-projetar-por-atividades/">O escritório deixou de funcionar por departamentos. Está na hora de projetar por atividades.</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br">RS Design</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-escritorio-deixou-de-funcionar-por-departamentos-esta-na-hora-de-projetar-por-atividades/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que realmente aprendemos na Orgatec Tokyo</title>
		<link>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-que-realmente-aprendemos-na-orgatec-tokyo/</link>
					<comments>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-que-realmente-aprendemos-na-orgatec-tokyo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 13:37:55 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.rsdesign.com.br/?post_type=espaco_arquiteto&#038;p=32060</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há mais 20 anos visito feiras, empresas e ambientes corporativos em diferentes países. Ao longo dessa trajetória, aprendi que os melhores projetos não nascem apenas da observação do design, mas da compreensão das pessoas, da cultura e da forma como elas vivem os espaços. Todos os anos acompanhamos tendências, lançamentos e novidades do mercado de [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-que-realmente-aprendemos-na-orgatec-tokyo/">O que realmente aprendemos na Orgatec Tokyo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br">RS Design</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-32061" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-0-1024x578.webp" alt="" width="640" height="361" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-0-1024x578.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-0-300x169.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-0-768x433.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-0.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Há mais 20 anos visito feiras, empresas e ambientes corporativos em diferentes países. Ao longo dessa trajetória, aprendi que os melhores projetos não nascem apenas da observação do design, mas da compreensão das pessoas, da cultura e da forma como elas vivem os espaços.</p>
<p>Todos os anos acompanhamos tendências, lançamentos e novidades do mercado de mobiliário corporativo. E como de costume, decidimos ir além.</p>
<p>Nossa participação na Orgatec Tokyo não teve como objetivo apenas conhecer novos produtos ou identificar tendências de design. Aproveitamos a viagem para visitar empresas, conversar com profissionais e, principalmente, <b>observar como os conceitos apresentados na feira são aplicados na prática, dentro de escritórios em funcionamento.</b></p>
<p>Sempre que participamos de uma feira internacional, procuramos reservar alguns dias para esse tipo de visita. Afinal, uma feira apresenta ideias. Os escritórios mostram se essas ideias realmente funcionam.</p>
<p>Entre as empresas visitadas, uma das que mais chamou nossa atenção foi a <b>Kokuyo</b>, uma das principais fabricantes japonesas de mobiliário corporativo. Além de desenvolver produtos para escritórios ao redor do mundo, a empresa utiliza seus próprios 12 andares de escritórios em Tóquio como um verdadeiro laboratório, no qual novas soluções são constantemente testadas, avaliadas e aperfeiçoadas.</p>
<p>Ao final da viagem, voltamos com uma percepção diferente daquela que imaginávamos antes de embarcar. <b>O maior aprendizado não estava em uma nova cadeira, em uma mesa, em um material ou em um acabamento inovador. Estava na forma como os japoneses observam o comportamento das pessoas.</b></p>
<figure id="attachment_32063" aria-describedby="caption-attachment-32063" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-large wp-image-32063" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-1-1024x905.webp" alt="Visita aos 12 andares da Kokuyo em Tóquio, Japão, para observar o desenvolvimento e testes das cadeiras que vão para o mercado." width="640" height="566" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-1-1024x905.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-1-300x265.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-1-768x679.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-1.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-32063" class="wp-caption-text">Visita aos 12 andares da Kokuyo em Tóquio, Japão, para observar o desenvolvimento e testes das cadeiras que vão para o mercado.</figcaption></figure>
<h2>O novo papel do escritório</h2>
<p>O ambiente de trabalho vive mais uma transformação.</p>
<p>Depois da mobilidade e da consolidação do trabalho híbrido, a Inteligência Artificial volta a modificar a maneira como as pessoas trabalham e, consequentemente, o papel dos escritórios.</p>
<p>Se hoje é possível executar inúmeras tarefas de praticamente qualquer lugar, por que as pessoas ainda deveriam ir ao escritório?</p>
<p>A resposta apareceu repetidamente durante a Orgatec Tokyo: <b>o escritório deixa de ser apenas um local destinado à execução de tarefas e passa a ser, cada vez mais, um espaço de encontro, colaboração, cultura, aprendizado e pertencimento.</b></p>
<p>Durante a feira, vimos muitas soluções inovadoras, mas percebemos que os projetos já não são mais centrados exclusivamente nos móveis. Eles são centrados nas pessoas.</p>
<p>Iluminação, acústica, vegetação, tecnologia, arquitetura e mobiliário passam a trabalhar de forma integrada para criar ambientes capazes de estimular criatividade, concentração, colaboração, bem-estar e conexão.</p>
<p>O mobiliário passa a ser estratégico, fazendo parte de um sistema muito mais amplo.</p>
<figure id="attachment_32064" aria-describedby="caption-attachment-32064" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-large wp-image-32064" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-2-1024x569.webp" alt="No laboratório da Kokuyo, destaque para a cadeira 'ing', que se move livremente a 360° de acordo com os movimentos sutis do corpo humano." width="640" height="356" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-2-1024x569.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-2-300x167.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-2-768x427.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-2.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-32064" class="wp-caption-text">No laboratório da Kokuyo, destaque para a cadeira &#8216;ing&#8217;, que se move livremente a 360° de acordo com os movimentos sutis do corpo humano.</figcaption></figure>
<h2>Projetar, observar, medir e corrigir</h2>
<p>Na visita à Kokuyo, um exemplo aparentemente simples sintetizou uma das principais lições da viagem.</p>
<p>Uma área criada para promover a interação entre os colaboradores estava sendo pouco utilizada. Em vez de reformar imediatamente o ambiente ou substituir o mobiliário, a empresa analisou os dados e procurou compreender o comportamento das pessoas.</p>
<p>Como estratégia para incentivar a circulação e os encontros espontâneos, foram instaladas máquinas que ofereciam dois <i>snacks</i> gratuitos por dia para cada colaborador. Depois da mudança, o comportamento das pessoas e a utilização do espaço voltaram a ser medidos.</p>
<p>Essa lógica resume uma postura que observamos repetidamente no Japão: projetar, observar, medir, corrigir e medir novamente.</p>
<p>Os japoneses medem praticamente tudo.</p>
<p>Não apenas a ocupação dos espaços, mas também onde as pessoas permanecem por mais tempo, quais ambientes favorecem encontros, quais áreas são pouco utilizadas e de que forma cada decisão interfere na experiência dos colaboradores.</p>
<p><b>O projeto não termina quando a obra é entregue.</b></p>
<p><b>A entrega é apenas o início de um novo processo de observação e aperfeiçoamento.</b></p>
<p>Essa talvez tenha sido uma das diferenças mais evidentes em relação à realidade brasileira. Enquanto muitas empresas ainda concentram suas discussões principalmente no investimento necessário para executar um projeto, encontramos empresas japonesas preocupadas em entender se os ambientes realmente melhoram a colaboração, o bem-estar, a produtividade e a experiência das pessoas.</p>
<p>Mais do que executar um espaço, existe uma preocupação contínua em avaliar seus resultados.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-32065" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-3-1024x905.webp" alt="" width="640" height="566" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-3-1024x905.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-3-300x265.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-3-768x679.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-3.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<h2>Um escritório também reflete a cultura de um país</h2>
<p>Outra grande lição da viagem foi perceber que não existe um escritório ideal que possa ser reproduzido da mesma maneira em todos os lugares do mundo.</p>
<p>Os ambientes refletem a cultura das pessoas que os utilizam.</p>
<p>Durante nossas visitas, ficou evidente que muitas soluções adotadas no Japão estão diretamente relacionadas à forma como os japoneses enxergam o trabalho e as relações profissionais.</p>
<p>Enquanto no Brasil o trabalho é frequentemente percebido como um meio pessoal para construir uma vida melhor, no Japão existe um forte senso de contribuição coletiva. Em diversos momentos, tivemos a impressão de que o trabalho é visto também como uma missão e como uma forma de gerar valor para a empresa, para a equipe e para a sociedade.</p>
<p>Essa diferença cultural influencia diretamente o comportamento dentro dos escritórios.</p>
<p>Em uma sociedade naturalmente mais reservada, como no Japão, muitas soluções são desenvolvidas para incentivar encontros, estimular conversas e fortalecer a interação entre as pessoas.</p>
<p>No Brasil, essas conexões tendem a acontecer de forma muito mais espontânea.</p>
<p>Por isso, nem tudo o que funciona no Japão precisa ou deve ser reproduzido no Brasil. Uma solução criada para estimular a interação em uma cultura mais introvertida pode não produzir o mesmo resultado em uma cultura expansiva, relacional e informal como a nossa.</p>
<p>A própria barreira do idioma foi um desafio durante toda a viagem. Mesmo em empresas de referência, poucas pessoas falavam inglês. Isso exigiu de nós ainda mais observação, sensibilidade e atenção aos detalhes, tornando a experiência particularmente rica.</p>
<p>Mais do que buscar referências internacionais, precisamos compreender os princípios que tornam determinadas soluções eficientes e interpretá-los à luz da nossa própria cultura.</p>
<p><b>O desafio não está em reproduzir o que vimos, mas em entender por que aquilo funciona.</b></p>
<h2>Duas formas de inovar</h2>
<p>Outra observação interessante surgiu ao compararmos a dinâmica das feiras japonesas e brasileiras.</p>
<p>Na Orgatec Tokyo, tivemos a impressão de que muitos dos produtos apresentados chegavam ao evento depois de um longo processo de pesquisa, desenvolvimento, teste e validação.</p>
<p>A feira parecia representar a consolidação de um trabalho que já vinha sendo amadurecido havia bastante tempo.</p>
<p>No Brasil, nossa percepção é diferente.</p>
<p>Muitas vezes, as feiras funcionam como espaços de experimentação. As empresas apresentam conceitos, escutam arquitetos, clientes e especificadores, observam a reação do mercado e refinam seus produtos a partir desse retorno.</p>
<p>Nenhum desses modelos é necessariamente melhor do que o outro.</p>
<p>São formas diferentes de inovar.</p>
<p>O modelo japonês transmite consistência, profundidade e disciplina, como resultado de um processo de pesquisa bastante estruturado.</p>
<p>O modelo brasileiro revela uma característica que admiramos muito: a agilidade.</p>
<p>Temos capacidade de testar rapidamente novas ideias, adaptar produtos, ouvir o mercado e responder às mudanças com velocidade.</p>
<p>Em um cenário de transformações cada vez mais rápidas, essa flexibilidade pode representar uma importante vantagem competitiva.</p>
<p>Talvez o maior aprendizado não esteja em escolher um dos modelos, mas em combinar o melhor dos dois mundos: a profundidade da pesquisa com a capacidade de adaptação.</p>
<p>Pesquisar profundamente, sem perder a agilidade.</p>
<p>Desenvolver com consistência, sem deixar de ouvir o mercado.</p>
<h2>O Brasil está realmente atrás?</h2>
<p>Antes da viagem, imaginávamos encontrar uma realidade muito superior à nossa.</p>
<p>Voltamos pensando diferente.</p>
<p>O Brasil possui excelentes arquitetos, designers e empresas desenvolvendo ambientes corporativos de altíssimo nível. Visitamos escritórios muito interessantes no Japão, mas também reforçamos a convicção de que temos projetos brasileiros comparáveis e, em determinados aspectos, até superiores aos que conhecemos durante a viagem.</p>
<p>Nossa criatividade, nossa capacidade de adaptação e nossa velocidade para transformar ideias em soluções são grandes diferenciais.</p>
<p>A principal diferença que percebemos não está necessariamente na qualidade dos projetos.</p>
<p>Está na cultura de acompanhar continuamente os resultados das decisões tomadas.</p>
<p>No Japão, encontramos empresas que não apenas projetam espaços, mas procuram compreender, com dados e observação, como esses ambientes influenciam o comportamento, os encontros, o bem-estar e a colaboração.</p>
<p>No Brasil, temos talento, criatividade e capacidade técnica. O próximo passo talvez seja fortalecer a cultura de medir, avaliar e aperfeiçoar os espaços depois de sua implantação.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-32066" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-4-1024x905.webp" alt="" width="640" height="566" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-4-1024x905.webp 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-4-300x265.webp 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-4-768x679.webp 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/08/o-que-realmente-aprendemos-na-Orgatec-Tokyo-4.webp 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<h2>A principal conclusão</h2>
<p>Voltamos do Japão admirando a capacidade das empresas japonesas de transformar observação em melhoria contínua.</p>
<p>Mas também voltamos com ainda mais confiança no potencial do mercado brasileiro.</p>
<p>Não acreditamos que o caminho seja simplesmente reproduzir modelos internacionais.</p>
<p>Acreditamos em compreender os princípios por trás dessas experiências e adaptá-los à nossa cultura, à realidade das empresas brasileiras e à forma como as pessoas realmente trabalham.</p>
<p>Talvez a maior tendência apresentada na Orgatec Tokyo não seja um novo produto, um novo material ou uma nova tecnologia. Talvez seja uma mudança de mentalidade.</p>
<p><b>Projetar ambientes corporativos vai muito além de organizar espaços.</b></p>
<p><b>Hoje, significa entender, medir e responder ao comportamento humano.</b></p>
<p>Porque, no fim das contas, o valor de um escritório está no conjunto de ideias e produtos, incluindo o mobiliário, que proporcionará as melhores experiências.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-que-realmente-aprendemos-na-orgatec-tokyo/">O que realmente aprendemos na Orgatec Tokyo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br">RS Design</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-que-realmente-aprendemos-na-orgatec-tokyo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A marca deve estar na parede ou na experiência? O novo caminho do workplace branding</title>
		<link>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/a-marca-deve-estar-na-parede-ou-na-experiencia-o-novo-caminho-do-workplace-branding/</link>
					<comments>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/a-marca-deve-estar-na-parede-ou-na-experiencia-o-novo-caminho-do-workplace-branding/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:53:21 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.rsdesign.com.br/?post_type=espaco_arquiteto&#038;p=31882</guid>

					<description><![CDATA[<p>Durante muito tempo, o workplace branding foi interpretado de forma bastante literal. Bastava aplicar o logotipo na recepção, repetir as cores institucionais em algumas paredes, inserir frases de impacto nos corredores e distribuir elementos gráficos pelo escritório para que o ambiente fosse considerado “alinhado à marca”. Essa lógica ainda está presente em muitos projetos corporativos. [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/a-marca-deve-estar-na-parede-ou-na-experiencia-o-novo-caminho-do-workplace-branding/">A marca deve estar na parede ou na experiência? O novo caminho do workplace branding</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br">RS Design</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_31883" aria-describedby="caption-attachment-31883" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31883 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-0-1024x564.jpg" alt="" width="640" height="353" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-0-1024x564.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-0-300x165.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-0-768x423.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-0.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-31883" class="wp-caption-text">Visita de Lisandra Mascotto, CEO da RS Design, ao escritório do Google em Chicago, EUA. onde existe um projeto de branding, pertencimento e alinhamento à cultura em todos os espaços.</figcaption></figure>
<p>Durante muito tempo, o <em>workplace branding</em> foi interpretado de forma bastante literal. Bastava aplicar o logotipo na recepção, repetir as cores institucionais em algumas paredes, inserir frases de impacto nos corredores e distribuir elementos gráficos pelo escritório para que o ambiente fosse considerado “alinhado à marca”.</p>
<p>Essa lógica ainda está presente em muitos projetos corporativos. Mas ela começa a se mostrar insuficiente diante de uma pergunta cada vez mais relevante: <strong>um escritório realmente comunica a essência de uma empresa apenas porque exibe sua identidade visual?</strong></p>
<p>Em um contexto em que o trabalho híbrido redefiniu a relação das pessoas com o escritório, o espaço físico passou a ter uma responsabilidade muito maior. Ele precisa justificar a presença, estimular conexões, apoiar diferentes formas de trabalho, fortalecer o sentimento de pertencimento e traduzir, na prática, os valores que a empresa declara em seu discurso.</p>
<p>É nesse ponto que o <strong><em>workplace branding</em> deixa de ser uma questão estética e passa a ser uma estratégia de experiência.</strong></p>
<p>A marca, afinal, não está apenas naquilo que se vê. Está também, e talvez principalmente, naquilo que se vive dentro do espaço.</p>
<figure id="attachment_31884" aria-describedby="caption-attachment-31884" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31884 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-1-1-1024x564.jpg" alt="" width="640" height="353" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-1-1-1024x564.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-1-1-300x165.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-1-1-768x423.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-1-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-31884" class="wp-caption-text">Visita de Lisandra Mascotto, CEO da RS Design, ao escritório da Adobe, em São Francisco, EUA. onde existe uma forte identificação com a marca na entrada, mas o principal do projeto são os espaços preparados para estimular os times.</figcaption></figure>
<h2><strong>Do branding visual ao branding experiencial</strong></h2>
<p>O uso de elementos visuais continua tendo seu valor. Cores, logotipos, grafismos, sinalização, materiais e linguagem visual ajudam a construir reconhecimento e coerência. O problema surge quando esses recursos são tratados como a principal expressão da marca dentro do ambiente corporativo.</p>
<p>Uma parede com a cor institucional pode reforçar presença visual, mas não necessariamente gera conexão. Um logotipo ampliado pode comunicar quem ocupa aquele espaço, mas não explica como aquela empresa trabalha, o que valoriza ou como deseja que suas pessoas se sintam no dia a dia.</p>
<p>O <em>workplace branding</em> contemporâneo propõe um deslocamento importante: <strong>em vez de apenas aplicar a marca ao espaço, o projeto deve traduzir a cultura da empresa em experiências concretas.</strong></p>
<p>Isso significa pensar o escritório como um ambiente capaz de revelar, por meio da arquitetura, do mobiliário, da iluminação, da acústica, dos fluxos e das escolhas sensoriais, o que aquela organização acredita e deseja estimular.</p>
<p>Se uma empresa fala sobre colaboração, o espaço favorece encontros reais entre as pessoas? Se valoriza inovação, existem ambientes que promovam experimentação, troca e pensamento criativo? Se defende bem-estar, o projeto oferece conforto, equilíbrio sensorial e autonomia de uso?</p>
<p>Quando essas respostas aparecem no ambiente, a marca deixa de ser apenas uma imagem na parede e passa a ser uma experiência cotidiana.</p>
<h2><strong><br />
A pergunta não deve começar pela cor da marca</strong></h2>
<p>Um dos equívocos mais comuns em projetos corporativos é iniciar a definição da paleta do ambiente a partir das cores do logotipo.</p>
<p>Essa pode parecer uma escolha natural, mas nem sempre é a mais estratégica. As cores institucionais foram, muitas vezes, pensadas para aplicações gráficas, digitais ou comerciais. Uma cor que funciona muito bem em uma marca, em um site ou em uma peça publicitária pode se tornar excessiva, cansativa ou inadequada quando aplicada em larga escala no espaço físico.</p>
<p>Por isso, antes de perguntar “quais são as cores da marca?”, talvez o arquiteto precise fazer outra pergunta:</p>
<h2><strong>Que tipo de experiência este ambiente precisa provocar?</strong></h2>
<p>Essa mudança de perspectiva altera toda a lógica do projeto.</p>
<p>Em uma área de concentração, por exemplo, o objetivo pode ser reduzir distrações, favorecer o foco e criar uma atmosfera de estabilidade. Nesse caso, uma paleta mais suave, materiais acolhedores, controle acústico, iluminação adequada e mobiliário ergonômico podem ser mais importantes do que a reprodução literal da cor institucional.</p>
<p>Já em uma área de colaboração, o projeto pode pedir outra abordagem. Ambientes mais dinâmicos, flexíveis e convidativos podem estimular trocas, encontros espontâneos e construção coletiva de ideias. Aqui, cores mais presentes, mobiliário reconfigurável e espaços de apoio à interação podem fazer mais sentido.</p>
<p>Isso não significa ignorar a identidade visual da empresa. Significa colocá-la em uma camada mais sofisticada do projeto.</p>
<p>As cores da marca podem aparecer em pontos estratégicos, detalhes, grafismos, mobiliários, objetos, sinalização ou composições sutis. Mas elas não devem se sobrepor à função emocional, cognitiva e comportamental de cada ambiente.</p>
<p><strong>A marca não precisa gritar para estar presente. Muitas vezes, ela se torna mais forte quando é percebida de forma integrada, coerente e sensível.</strong></p>
<p>Quando o espaço é coerente com a cultura, ele não apenas comunica a marca. Ele ajuda a sustentá-la.</p>
<p>Essa é uma mudança importante para arquitetos e empresas: o escritório deixa de ser cenário e passa a ser uma ferramenta ativa de comportamento organizacional.</p>
<figure id="attachment_31886" aria-describedby="caption-attachment-31886" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31886 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-2-1-1024x788.jpg" alt="" width="640" height="493" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-2-1-1024x788.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-2-1-300x231.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-2-1-768x591.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/marca-na-experiencia-do-escritorio-novo-caminho-workplace-branding-2-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-31886" class="wp-caption-text">Visita de Lisandra Mascotto, CEO da RS Design, ao escritório Mc Donald’s em Chicago, EUA. em que cada espaço foi pensado para mostrar que a marca se preocupa com o bem-estar e aprendizado das pessoas.</figcaption></figure>
<h2><strong>O novo papel do arquiteto no <em>workplace branding</em></strong></h2>
<p>Essa nova visão amplia o papel do arquiteto corporativo. Mais do que traduzir uma identidade visual em soluções espaciais, o arquiteto passa a atuar como intérprete da cultura da empresa. Seu desafio é <strong>compreender o que a organização deseja comunicar, mas também o que precisa estimular em suas pessoas.</strong></p>
<p>Isso exige uma escuta mais profunda.</p>
<p>Antes de definir cores, materiais ou mobiliário, é preciso:</p>
<ul>
<li>Entender como os times trabalham;</li>
<li>Quais atividades acontecem em cada ambiente;</li>
<li>Quais comportamentos precisam ser incentivados;</li>
<li>Quais barreiras o espaço atual impõe à produtividade, ao bem-estar ou à integração.</li>
</ul>
<p>Nesse processo, o projeto corporativo se torna uma ferramenta estratégica, ultrapassando a pergunta “como este escritório deve parecer?” e passa a responder também “como este escritório deve funcionar, acolher, estimular e transformar?”</p>
<p>Essa é uma mudança especialmente relevante para empresas que desejam fortalecer sua cultura, atrair talentos e criar ambientes mais alinhados às novas formas de trabalho.</p>
<h2><strong>A marca deve estar na parede ou na experiência?</strong></h2>
<p>A resposta talvez seja: nas duas. Mas não com o mesmo peso.</p>
<p>A marca pode, sim, estar na parede, nos elementos gráficos, nas cores, nos materiais e na sinalização. Mas ela precisa estar, antes de tudo, na experiência que o ambiente proporciona.</p>
<p>Porque um logotipo pode ser visto por alguns segundos. Uma cor institucional pode ser percebida rapidamente. Já um espaço bem planejado influencia todos os dias a forma como as pessoas trabalham, se concentram, colaboram, criam, descansam e se relacionam.</p>
<p>É essa vivência cotidiana que constrói uma conexão mais profunda com a marca.</p>
<p>O novo caminho do <em>workplace branding</em> não elimina a identidade visual. Ele a reposiciona dentro de uma estratégia maior, orientada por cultura, comportamento e experiência humana.</p>
<p>Afinal, o escritório fortalece uma marca quando faz as pessoas vivenciarem, na prática, aquilo que ela representa.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/a-marca-deve-estar-na-parede-ou-na-experiencia-o-novo-caminho-do-workplace-branding/">A marca deve estar na parede ou na experiência? O novo caminho do workplace branding</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br">RS Design</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/a-marca-deve-estar-na-parede-ou-na-experiencia-o-novo-caminho-do-workplace-branding/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O trabalho mudou. Por que tantos escritórios continuam iguais?</title>
		<link>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-trabalho-mudou-por-que-tantos-escritorios-continuam-iguais/</link>
					<comments>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-trabalho-mudou-por-que-tantos-escritorios-continuam-iguais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 16:38:35 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.rsdesign.com.br/?post_type=espaco_arquiteto&#038;p=31853</guid>

					<description><![CDATA[<p>As empresas estão falando sobre inteligência artificial, produtividade, cultura organizacional, trabalho híbrido e novas formas de colaboração. Mas, em muitas delas, uma pergunta essencial continua sendo deixada de lado: o ambiente físico está acompanhando a evolução do trabalho? Nos últimos anos, a forma como as pessoas trabalham mudou profundamente. As equipes se tornaram mais distribuídas, [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-trabalho-mudou-por-que-tantos-escritorios-continuam-iguais/">O trabalho mudou. Por que tantos escritórios continuam iguais?</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br">RS Design</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_31856" aria-describedby="caption-attachment-31856" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31856 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-00.jpg" alt="" width="650" height="896" /><figcaption id="caption-attachment-31856" class="wp-caption-text"><em>Área com mobiliário modular da RS Design que permite a mudança rápida de configuração conforme a necessidade, acompanhando o dinamismo das atividades colaborativas.</em></figcaption></figure>
<p>As empresas estão falando sobre inteligência artificial, produtividade, cultura organizacional, trabalho híbrido e novas formas de colaboração. Mas, em muitas delas, uma pergunta essencial continua sendo deixada de lado: <b>o ambiente físico está acompanhando a evolução do trabalho?</b></p>
<p>Nos últimos anos, a forma como as pessoas trabalham mudou profundamente. As equipes se tornaram mais distribuídas, os encontros presenciais ganharam novos significados e a tecnologia passou a mediar grande parte das interações. Ainda assim, muitos escritórios continuam sendo planejados com a mesma lógica de antes: número de pessoas, quantidade de posições, metragem disponível e distribuição de departamentos.</p>
<p>Esses critérios continuam importantes, mas já não são suficientes.</p>
<p>O escritório corporativo deixou de ser apenas o lugar onde as pessoas trabalham. Ele precisa se tornar uma ferramenta estratégica para impulsionar cultura, colaboração, inovação e desempenho.</p>
<h2>O paradoxo dos escritórios corporativos</h2>
<p>Existe hoje uma desconexão evidente dentro de muitas organizações.</p>
<p>De um lado, líderes de RH discutem engajamento, retenção de talentos e cultura. As áreas de tecnologia falam sobre transformação digital, automação e inteligência artificial. A liderança executiva busca produtividade, crescimento e vantagem competitiva.</p>
<p>De outro, <b>o ambiente físico muitas vezes continua sendo tratado como infraestrutura.</b></p>
<p>Essa separação cria um problema silencioso: <b>empresas transformam sua estratégia, mas mantêm espaços que não traduzem essa mudança na experiência diária das pessoas.</b></p>
<p>O resultado são escritórios genéricos, pensados para acomodar todos, mas sem clareza sobre quais comportamentos devem estimular, quais resultados devem apoiar e qual papel realmente cumprem dentro do negócio.</p>
<figure id="attachment_31857" aria-describedby="caption-attachment-31857" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31857 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-1.jpg" alt="" width="650" height="801" /><figcaption id="caption-attachment-31857" class="wp-caption-text"><em>Escritório da Endress+Hauser preparado com mobiliário da RS Design para estimular a produtividade com ergonomia e bem-estar.</em></figcaption></figure>
<h2>Preparar espaços com propósito bem definido</h2>
<p>Antes de definir layout, mobiliário, salas de reunião ou áreas colaborativas, é preciso entender <b>qual função estratégica que cada ambiente precisa cumprir.</b></p>
<p>Determinado ambiente existe para aproximar equipes? Receber clientes? Fortalecer a cultura? Acelerar decisões? Estimular inovação? Promover foco? Integrar novos talentos? Gerar pertencimento?</p>
<p>Cada uma dessas respostas leva a decisões projetuais diferentes.</p>
<p>Um espaço voltado para conexão entre equipes não deve ser pensado da mesma forma que um ambiente para atividade focada. Um escritório criado para receber clientes precisa comunicar autoridade, confiança e identidade de marca. Já um ambiente pensado para inovação deve favorecer encontros, trocas rápidas, experimentação e flexibilidade.</p>
<p>Quando o propósito não está claro, o projeto tende a buscar uma solução intermediária para tudo. E, na prática, soluções intermediárias raramente geram experiências memoráveis ou resultados expressivos.</p>
<h2>O escritório como ferramenta de negócio</h2>
<p>Durante muito tempo, o espaço corporativo foi analisado principalmente pelo custo: custo por metro quadrado, custo por posição, custo de manutenção.</p>
<p>Mas vamos pensar no seguinte: quanto custa um colaborador tendo uma boa ideia?<br />
E para que isso aconteça o espaço físico poderá influenciar significativamente.</p>
<p>Dessa forma, preparar o espaço físico, com o estímulo certo para cada equipe, passa a ser ferramenta para o negócio.</p>
<p>E isso muda completamente a forma de projetar.</p>
<p>A pergunta deixa de ser apenas: <b>quantas pessoas cabem aqui?</b></p>
<p>E passa a ser: <b>que resultado este ambiente precisa gerar?</b></p>
<p>Essa mudança é fundamental para arquitetos corporativos, designers e empresas que desejam criar espaços mais relevantes. O projeto deixa de ser uma resposta espacial e passa a ser uma resposta estratégica.</p>
<figure id="attachment_31855" aria-describedby="caption-attachment-31855" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31855 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-2.jpg" alt="" width="650" height="800" /><figcaption id="caption-attachment-31855" class="wp-caption-text"><em>Escritório da Thymos Energia preparado com mobiliário modular da RS Design para estimular a colaboração entre os times. </em></figcaption></figure>
<h2><i></i>O novo papel do arquiteto corporativo</h2>
<p>Nesse contexto, o papel do arquiteto também evolui.</p>
<p>Projetar ambientes corporativos hoje exige mais do que domínio técnico, estética e funcionalidade. Exige compreensão sobre comportamento organizacional, cultura, fluxos de trabalho, tecnologia, bem-estar e objetivos de negócio.</p>
<p>O briefing de um escritório não começará perguntando quantas mesas serão necessárias.</p>
<p>Começará perguntando:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Que resultados este ambiente precisa gerar?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Que comportamentos queremos estimular?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Que conexões queremos fortalecer?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Como mediremos o sucesso desse espaço?</li>
</ul>
<p>É necessário investigar como as equipes trabalham, como se relacionam, quais atividades exigem presença, quais experiências precisam ser fortalecidas e quais barreiras o espaço atual está criando.</p>
<p><b>Arquitetos que conseguem conduzir essa conversa com profundidade tornam-se parceiros estratégicos na transformação das organizações.</b></p>
<h2>Ambientes corporativos feitos para mudar</h2>
<p>Outro ponto essencial é a <b>velocidade</b> da mudança.</p>
<p>O trabalho evolui continuamente. Novas tecnologias surgem, equipes mudam, modelos híbridos se ajustam, prioridades de negócio se transformam. Mas muitos escritórios são projetados como se fossem permanecer estáticos por dez ou quinze anos.</p>
<p>Essa rigidez cria ambientes que envelhecem rápido.</p>
<p>Por isso, a flexibilidade deixou de ser um diferencial e passou a ser uma condição estratégica. Mobiliário modular, áreas multifuncionais, espaços reconfiguráveis e soluções adaptáveis permitem que o escritório acompanhe a evolução da empresa sem exigir grandes rupturas a cada mudança.</p>
<p>O escritório que atende a nova forma de trabalhar é um sistema em constante evolução.</p>
<figure id="attachment_31854" aria-describedby="caption-attachment-31854" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31854 size-large" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-3.jpg" alt="" width="650" height="896" /><figcaption id="caption-attachment-31854" class="wp-caption-text"><em>Área colaborativa com mobiliário flexível que permite novas configurações e  que contém Sofá Casulo Nido da RS Design para atividade focada.</em></figcaption></figure>
<h2>O espaço físico ainda importa, mas por outros motivos</h2>
<p>O crescimento do trabalho remoto e híbrido não tornou o escritório irrelevante. Pelo contrário: tornou sua função mais seletiva e mais importante.</p>
<p>Se as pessoas não precisam estar no escritório todos os dias para executar tarefas individuais, <b>o ambiente presencial precisa oferecer algo que justifique esse deslocamento.</b></p>
<p>Ele deve favorecer encontros significativos, trocas de conhecimento, fortalecimento de vínculos, construção de confiança e experiências que não acontecem da mesma forma no ambiente digital.</p>
<p>O escritório passa a ser menos sobre presença obrigatória e mais sobre presença com propósito.</p>
<h2>Projetar escritórios é projetar comportamento</h2>
<p>Ao criar espaços de trabalho, primeiro precisamos observar o nosso tempo. Como as pessoas estão se comportando, quais as necessidades de bem-estar, quais gerações estão interagindo e o que é capaz de estimular cada uma delas. Essas e outras questões ajudam a direcionar a criação de ambientes mais atrativos e que geram valor para seus ocupantes.</p>
<p>Essa compreensão é fundamental para uma equação em que todos ganham: entender as pessoas para criar espaços que promovam bem-estar, fortaleçam a experiência no trabalho e impulsionem resultados para o negócio.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-31858" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-4.jpg" alt="" width="650" height="auto" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-4.jpg 1200w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-4-300x101.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-4-1024x346.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/06/escritorio-deve-acompanhar-o-novo-comportamento-das-pessoas-4-768x259.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-trabalho-mudou-por-que-tantos-escritorios-continuam-iguais/">O trabalho mudou. Por que tantos escritórios continuam iguais?</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br">RS Design</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-trabalho-mudou-por-que-tantos-escritorios-continuam-iguais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
