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	<title>Projetos corporativos Archives - RS Design</title>
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	<description>A RS Design fornece soluções completas de móveis para escritório, com ideias para melhorar a forma como as pessoas trabalham. Solicite o seu orçamento!</description>
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	<title>Projetos corporativos Archives - RS Design</title>
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		<title>Saúde mental no trabalho agora é norma: o que muda para quem projeta escritórios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 17:05:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A atualização da NR-1 traz a saúde mental para o centro da gestão das empresas e abre uma nova oportunidade para arquitetos que projetam ambientes de trabalho mais saudáveis. Nos últimos anos, a saúde mental já vinha deixando de ser apenas um tema de bem-estar corporativo para se tornar uma pauta estratégica dentro das empresas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-medium wp-image-31271 aligncenter" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Nova_Norma_NR_1_saude_mental_no_trabalho_agora_e_norma_0.jpg" alt="" width="650" height="auto" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Nova_Norma_NR_1_saude_mental_no_trabalho_agora_e_norma_0.jpg 1600w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Nova_Norma_NR_1_saude_mental_no_trabalho_agora_e_norma_0-300x224.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Nova_Norma_NR_1_saude_mental_no_trabalho_agora_e_norma_0-1024x765.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Nova_Norma_NR_1_saude_mental_no_trabalho_agora_e_norma_0-768x574.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Nova_Norma_NR_1_saude_mental_no_trabalho_agora_e_norma_0-1536x1147.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p><b><i>A atualização da NR-1 traz a saúde mental para o centro da gestão das empresas e abre uma nova oportunidade para arquitetos que projetam ambientes de trabalho mais saudáveis.</i></b></p>
<p>Nos últimos anos, a <b>saúde mental</b> já vinha deixando de ser apenas um tema de bem-estar corporativo para se tornar uma pauta estratégica dentro das empresas.</p>
<p>Estresse, ansiedade e sobrecarga emocional passaram a ser discutidos com mais profundidade, não apenas pelo impacto humano, mas também pelos efeitos diretos na produtividade e retenção de talentos.</p>
<p>Agora, esse debate ganha um novo capítulo no Brasil.</p>
<p>Com a atualização da <b>NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1)</b>, que trata do gerenciamento de riscos ocupacionais nas empresas, os <b>fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho passam a integrar oficialmente a gestão de riscos das organizações</b>.</p>
<p>A nova exigência entra em vigor em <b>25 de maio de 2026</b> e amplia a responsabilidade das empresas na identificação e prevenção de <b>situações que possam impactar a saúde mental dos trabalhadores.</b></p>
<p>Mas essa mudança não diz respeito apenas aos setores de RH ou de segurança do trabalho. Ela abre uma oportunidade importante para arquitetos e designers que atuam com projetos corporativos.</p>
<p>Afinal, o ambiente físico influencia diretamente a forma como as pessoas trabalham, se concentram, interagem e se recuperam ao longo do dia.</p>
<p>E isso significa que <b>o projeto do escritório passa a ter ainda mais relevância dentro das estratégias de bem-estar organizacional;</b> não apenas como um espaço funcional, mas como um ambiente capaz de apoiar a saúde.</p>
<h2>Por que arquitetos precisam estar atentos a mudança da NR-1</h2>
<p>Em muitos projetos corporativos, o briefing inicial costuma girar em torno de temas como layout, densidade de ocupação, número de estações de trabalho ou identidade da marca.</p>
<p>Mas o cenário está mudando.</p>
<p>Com a nova abordagem da NR-1, as empresas passam a olhar de forma mais estruturada para os <b>riscos psicossociais presentes no ambiente de trabalho;</b> como excesso de estímulos, falta de privacidade, ruído constante ou ambientes pouco adequados para diferentes tipos de atividade ou ainda pouco inclusivos.</p>
<p>Nesse contexto, arquitetos e designers têm uma oportunidade importante de ampliar a conversa com empresários e gestores.</p>
<p><b>Estar atualizado sobre esse tema permite conduzir o briefing de forma mais estratégica</b>, trazendo perguntas como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Como as equipes realizam atividades que exigem concentração profunda?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">O ambiente atual gera interrupções constantes?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Existem espaços adequados para pausas e recuperação mental?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Existe um excesso e estímulos e distrações impactando as pessoas?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">O ambiente favorece movimento e variação de postura ao longo do dia?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Os espaços estão preparados para atender as pessoas neurodivergentes?</li>
</ul>
<p>Esse tipo de abordagem demonstra que o projeto corporativo vai muito além da organização do espaço físico. Ele pode se tornar <b>uma ferramenta concreta para melhorar a experiência de trabalho das pessoas; e isso passa a fazer parte também da gestão de riscos das empresas.</b></p>
<h2>O ambiente de trabalho pode ajudar ou atrapalhar</h2>
<p>Diversas pesquisas já demonstram que o <b>ambiente físico influencia</b> diretamente fatores como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">níveis de estresse</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">capacidade de concentração</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">qualidade das interações entre equipes</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">sensação de pertencimento</li>
</ul>
<p>Espaços excessivamente ruidosos, layouts superlotados ou ambientes com poucos recursos para diferentes atividades podem aumentar a sensação de desgaste mental.</p>
<p>O ruído, por exemplo, é um dos fatores mais críticos nesse cenário. Segundo o <b><i>Leesman Index</i></b>, <b>55% do nível de estresse no trabalho está relacionado ao ruído no ambiente corporativo</b>.</p>
<p>Isso mostra como decisões de projeto aparentemente simples, como materiais, layout ou setorização de atividades, podem ter impacto direto na experiência de trabalho das pessoas.</p>
<figure id="attachment_31274" aria-describedby="caption-attachment-31274" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31274 size-medium" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Nova_Norma_NR_1_saude_mental_no_trabalho_agora_e_norma_1.jpg" alt="" width="650" height="736" /><figcaption id="caption-attachment-31274" class="wp-caption-text"><em>Na imagem “antes” um espaço sem planejamento e conforto para as pessoas. Na imagem “depois” o espaço foi totalmente preparado para conforto acústico, com nuvens no teto e painéis acústicos divisórios nas mesas. Também foram inseridas cabines de privacidade para atividades focadas, cadeiras totalmente ergonômicas e lockers para armazenamento dos pertences. Mobiliário e soluções acústicas da RS Design</em></figcaption></figure>
<p>Por outro lado, ambientes preparados com planejamento e direcionamento para o bem-estar das pessoas, contribuem para:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">maior foco nas atividades</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">relações de trabalho mais equilibradas</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">pausas mais saudáveis durante o dia</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">sensação de controle e conforto no ambiente.</li>
</ul>
<p>É por isso que, cada vez mais, o projeto corporativo precisa considerar não apenas estética e funcionalidade, mas também <b>o impacto emocional e cognitivo do espaço nas pessoas</b>.</p>
<h2>Estratégias de projeto que contribuem para ambientes mais saudáveis</h2>
<p>Quando se fala em <b>saúde mental no trabalho</b>, é importante lembrar que o ambiente físico não resolve todos os desafios organizacionais.</p>
<p>Cultura da empresa, liderança e gestão de equipes continuam sendo fatores determinantes.</p>
<p>No entanto, o espaço pode atuar como <b>um grande aliado na redução de estressores cotidianos</b>.</p>
<p>Algumas estratégias de projeto ajudam a construir ambientes mais equilibrados.</p>
<h3>1. Espaços para diferentes tipos de trabalho</h3>
<p>Nos últimos tempos, muitos escritórios adotaram layouts abertos com foco na colaboração.</p>
<p>Mas a experiência mostrou que ambientes excessivamente abertos podem gerar interrupções constantes e dificuldade de concentração.</p>
<p>Projetos mais equilibrados buscam oferecer <b>variedade de ambientes</b>, permitindo que as pessoas escolham o espaço mais adequado para cada tipo de atividade.</p>
<p>Isso inclui:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">cabines de privacidade ou espaços com sofás de encosto alto</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">espaços silenciosos para concentração</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">salas de reuniões menores, para atender pequenos grupos</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">áreas colaborativas com mobiliário flexível, que permite mudanças rápidas</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Painéis, biombos e estantes para criar microambientes dentro de áreas do escritório. De preferência com materiais acústicos.</li>
</ul>
<p>Essa diversidade ajuda as pessoas escolherem onde trabalhar conforma a atividade a ser exercida, reduzindo a sobrecarga cognitiva e melhorando a qualidade do trabalho realizado.</p>
<figure id="attachment_31272" aria-describedby="caption-attachment-31272" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31272 size-medium" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Nova_Norma_NR_1_saude_mental_no_trabalho_agora_e_norma_2.jpg" alt="" width="650" height="800" /><figcaption id="caption-attachment-31272" class="wp-caption-text"><em>Ambiente que mescla espaço tanto para atividade colaborativa, com pufes e sofás modulares, como para atividade focada, com cabine de privacidade; considerando sempre o conforto acústico com baffles no teto. Mobiliário e soluções acústicas da RS Design</em></figcaption></figure>
<h3>2. Conforto acústico como estratégia de bem-estar</h3>
<p>O ruído é um dos fatores mais frequentemente apontados como causa de estresse em escritórios.</p>
<p>Conversas paralelas, telefonemas e circulação intensa podem gerar distrações contínuas e aumentar a fadiga mental ao longo do dia.</p>
<p>Por isso, o <b>conforto acústico</b> deve ser pensado de forma estratégica desde o início do projeto.</p>
<p>Entre as soluções mais utilizadas estão:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">mobiliário com propriedades de absorção sonora</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">cabines de privacidade para chamadas e reuniões</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">materiais acústicos como nuvens, baffles, biombos, painéis e placas</li>
</ul>
<p>Quando bem planejado, o ambiente se torna naturalmente mais equilibrado e confortável para diferentes tipos de atividade.</p>
<figure id="attachment_31273" aria-describedby="caption-attachment-31273" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31273 size-medium" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Nova_Norma_NR_1_saude_mental_no_trabalho_agora_e_norma_3.jpg" alt="" width="650" height="1067" /><figcaption id="caption-attachment-31273" class="wp-caption-text"><em>Projeto de escritório com mobiliário e soluções acústicas da RS Design que alinha identidade da marca em painéis acústicos nas paredes, inserindo conforto e reforçando pertencimento das pessoas ao negócio.</em></figcaption></figure>
<h3>3. Layout que estimule o movimento ao longo do dia</h3>
<p>Outro aspecto importante é incentivar o movimento natural das pessoas dentro do ambiente de trabalho.</p>
<p>A <b>Organização Mundial da Saúde (OMS)</b> recomenda que adultos evitem longos períodos em posição sedentária e incorporem pequenas movimentações ao longo da rotina diária.</p>
<p>Esses movimentos contribuem para:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">melhora da circulação</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">redução da fadiga</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">estímulo cognitivo</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">maior sensação de bem-estar físico e mental.</li>
</ul>
<p>O projeto do escritório pode colaborar com isso de diversas formas.</p>
<p>A distribuição estratégica de áreas de apoio, cafés, pontos de impressão ou espaços de encontro pode incentivar pequenos deslocamentos ao longo do dia.</p>
<p>Além disso, o próprio mobiliário tem evoluído nesse sentido.</p>
<p>Hoje já são cada vez mais comuns soluções como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">mesas com regulagem de altura</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">mobiliário modular</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">móveis com rodízios que permitem reconfigurações rápidas</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">ambientes flexíveis que estimulam diferentes posturas de trabalho.</li>
</ul>
<p>Essas soluções ajudam a tornar o ambiente mais dinâmico e saudável.</p>
<figure id="attachment_31270" aria-describedby="caption-attachment-31270" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31270 size-medium" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Nova_Norma_NR_1_saude_mental_no_trabalho_agora_e_norma_4.jpg" alt="" width="650" height="900" /><figcaption id="caption-attachment-31270" class="wp-caption-text"><em>Espaço com mobiliário flexível e modular da RS Design que pode ser reconfigurado conforme a atividade, incentivando o movimento.</em></figcaption></figure>
<h3>4. Espaços de convivência e saúde social no ambiente de trabalho</h3>
<p>Outro conceito que vem ganhando força nos projetos corporativos é o da <b>saúde social no ambiente de trabalho</b>.</p>
<p>Mais do que oferecer locais para execução das tarefas, o escritório também deve apoiar a forma como as pessoas se relacionam e convivem dentro da organização.</p>
<p>Espaços de convivência, áreas de encontro informal e ambientes pensados para socialização ajudam a fortalecer o senso de comunidade entre os colaboradores.</p>
<p>Ao mesmo tempo, projetos mais sensíveis às diferentes necessidades humanas também consideram aspectos como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">ambientes que respeitem diferentes níveis de estímulo sensorial</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">espaços adequados para pessoas neurodivergentes</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">possibilidade de escolha entre ambientes mais silenciosos ou mais ativos</li>
</ul>
<p>Quando o ambiente corporativo é pensado para acolher essa diversidade, cria-se uma comunidade de trabalho mais equilibrada.</p>
<p>E essa <b>qualidade das relações sociais no espaço influencia diretamente a saúde mental individual das pessoas</b>.</p>
<h3>5. Qualidade ambiental e ergonomia</h3>
<p>Fatores como iluminação, ventilação, conforto térmico e ergonomia também têm impacto direto na saúde física e mental.</p>
<p>Ambientes com boa iluminação natural, ventilação adequada e mobiliário ergonômico reduzem desconfortos físicos e contribuem para uma experiência de trabalho mais equilibrada.</p>
<p>Quando esses aspectos são considerados desde a concepção do projeto, o ambiente se torna mais saudável e funcional.</p>
<h2>Mais do que cumprir uma norma</h2>
<p>A atualização da NR-1 reforça algo que muitas empresas já vinham percebendo na prática: o ambiente de trabalho influencia profundamente a forma como as pessoas se sentem e performam dentro das organizações.</p>
<p>Cumprir uma exigência normativa é apenas o ponto de partida.</p>
<p>Empresas que investem em ambientes mais saudáveis tendem a:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">aumentar o engajamento das equipes</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">fortalecer o sentimento de pertencimento</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">reduzir desgaste e rotatividade</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">melhorar a experiência de trabalho.</li>
</ul>
<p>E nesse processo, arquitetos e designers têm um papel fundamental: criar ambientes que contribuam para que as pessoas se sintam melhor no trabalho  e, consequentemente, trabalhem melhor.</p>
<p>Quando o espaço é planejado com intenção, ele favorece a concentração, estimula interações mais saudáveis e contribui para uma experiência de trabalho mais equilibrada.</p>
<p>É um verdadeiro processo de ganha-ganha: o arquiteto demonstra conhecimento e fortalece sua credibilidade junto ao cliente, as pessoas encontram um ambiente mais adequado para realizar suas atividades e a empresa colhe os resultados de equipes mais engajadas e satisfeitas.</p>
<p>No fim, todos ganham, inclusive com mais saúde mental no ambiente de trabalho.</p>
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		<title>O futuro do escritório já mudou: 7 movimentos que estão redesenhando o corporativo</title>
		<link>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-futuro-do-escritorio-ja-mudou-7-movimentos-que-estao-redesenhando-o-corporativo/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 16:02:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O debate sobre “o futuro do trabalho” deixou de ser apenas sobre tendências e virou uma realidade que já está transformando decisões de investimento, estratégia imobiliária e design corporativo. Empresas de consultoria, pesquisadores acadêmicos e gigantes do mercado já documentam mudanças estruturais na forma como o espaço de trabalho é usado, percebido e planejado. Fonte: [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/o-futuro-do-escritorio-ja-mudou-7-movimentos-que-estao-redesenhando-o-corporativo/">O futuro do escritório já mudou: 7 movimentos que estão redesenhando o corporativo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br">RS Design</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-medium wp-image-31149 aligncenter" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/02/escritorio-mudou-movimentos-que-estao-redesenhando-o-corporativo-0.jpg" alt="" width="650" height="auto" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/02/escritorio-mudou-movimentos-que-estao-redesenhando-o-corporativo-0.jpg 1600w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/02/escritorio-mudou-movimentos-que-estao-redesenhando-o-corporativo-0-300x150.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/02/escritorio-mudou-movimentos-que-estao-redesenhando-o-corporativo-0-1024x512.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/02/escritorio-mudou-movimentos-que-estao-redesenhando-o-corporativo-0-768x384.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/02/escritorio-mudou-movimentos-que-estao-redesenhando-o-corporativo-0-1536x768.jpg 1536w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/02/escritorio-mudou-movimentos-que-estao-redesenhando-o-corporativo-0-800x400.jpg 800w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p>O debate sobre <b>“o futuro do trabalho”</b> deixou de ser apenas sobre tendências e virou uma realidade que já está transformando decisões de investimento, estratégia imobiliária e design corporativo.</p>
<p>Empresas de consultoria, pesquisadores acadêmicos e gigantes do mercado já documentam mudanças estruturais na forma como o espaço de trabalho é usado, percebido e planejado. <i>Fonte: </i><a href="https://www.cbre.com/insights/reports/2026-global-workplace-and-occupancy-insights?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><i>cbre.com</i></a></p>
<p><b>O escritório deixou de ser símbolo de crescimento e passou a ser instrumento de resiliência</b>, com implicações profundas para quem projeta esses ambientes.</p>
<p>A seguir, reunimos os sete movimentos estruturais que estão, de fato, redesenhando o ambiente corporativo.</p>
<h2>1. Do crescimento à resiliência: o escritório como ativo estratégico</h2>
<p>Durante décadas, expansão física era sinônimo de sucesso. Hoje, o foco mudou.</p>
<p>Relatórios globais indicam que empresas estão priorizando:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Renovações de contratos de locação em vez de novas construções</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Consolidação de áreas antes de expansão</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Infraestrutura resiliente antes de acabamentos supérfluos</li>
</ul>
<p>O espaço corporativo passou a ser gerenciado como parte do balanço patrimonial. Modularidade, reversibilidade e adaptabilidade não são mais diferenciais: são proteção de capital.</p>
<p>Para arquitetos e especificadores, isso significa uma mudança importante:<br />
<b>é preciso falar a linguagem do CFO, não apenas a do design.</b></p>
<p>Projetos precisam demonstrar:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Capacidade de reconfiguração</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Longevidade do investimento</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Mitigação de risco imobiliário</li>
</ul>
<p>O escritório é visto como estratégia financeira.</p>
<h2>2. O híbrido não é mais um debate. É regra de projeto.</h2>
<p>A ideia de “corrigir o híbrido?” ficou para trás. A inconsistência na frequência é aceita como estrutural.</p>
<p>Pesquisas recentes do <a href="https://www.leesmanindex.com/hybrid-working-research/"><i>Leesman Index</i></a><i> e da </i><a href="https://www.gensler.com/research-insight/gensler-research-institute"><i>Gensler</i></a> confirmam que o modelo híbrido se consolidou globalmente como padrão estrutural, mesmo com variações culturais e regionais.</p>
<p>O que estamos vendo atualmente?</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Empresas abandonaram metas rígidas de frequência.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">A ocupação se tornou variável.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">A previsibilidade desapareceu.</li>
</ul>
<p>Isso significa que o arquiteto não projeta mais para uma taxa média de ocupação.<br />
Projeta-se para a incerteza.</p>
<p><b>Layouts precisam funcionar tanto para uma taxa de 40% de ocupação ou de 70% de ocupação, ou ainda para picos inesperados.</b></p>
<p>O projeto de arquitetura corporativa utiliza o híbrido como base, mas sem esperar dados perfeitos de utilização para validar o novo modelo.</p>
<figure id="attachment_31152" aria-describedby="caption-attachment-31152" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31152 size-medium" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/02/escritorio-mudou-movimentos-que-estao-redesenhando-o-corporativo-1.jpg" alt="" width="650" height="1039" /><figcaption id="caption-attachment-31152" class="wp-caption-text"><em>Escritório preparado para receber diversas equipes presenciais e online ao mesmo tempo, com espaços colaborativos e privativos. Mobiliário RS Design.</em></figcaption></figure>
<h2>3. Flexibilidade virou Governança</h2>
<p>Antes, os espaços flexíveis eram um benefício. Atualmente é exigência de governança.</p>
<p>Empresas estão evitando:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Paredes rígidas</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Marcenaria excessivamente fixa</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Estruturas difíceis de modificar</li>
</ul>
<p>Mobiliário modular, divisórias móveis e layouts adaptáveis tornaram-se políticas internas de gestão.</p>
<p>A lógica é clara:<br />
<b>Tudo o que não se move pode virar ativo ocioso.</b></p>
<p>E o <b>mobiliário corporativo</b> deve acompanhar essa dinâmica com sistemas modulares, ergonomia ajustável e soluções inteligentes, sem a necessidade de obra.</p>
<h2>4. Projetar gerando valor emocional</h2>
<p>Durante anos, falar de “experiência” parecia subjetivo demais para o ambiente corporativo.</p>
<p>Hoje, o discurso mudou.</p>
<p>Estudos publicados na <a href="https://hbr.org/2022/01/design-an-office-that-people-want-to-come-back-to?">Harvard Business Review</a> mostram correlação direta entre:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Pertencimento</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Engajamento</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Retenção de talentos</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Produtividade sustentável: que é a capacidade de manter produtividade e resultados consistentes a longo prazo, sem esgotar a saúde física e mental das pessoas.</li>
</ul>
<p>O bem-estar deixou de ser apenas discurso de RH e está sendo vinculado a resultados.</p>
<p>Líderes começam a reconhecer que ambientes que emocionam e geram sensação de pertencimento impactam cultura e fortalecem a marca.</p>
<figure id="attachment_31150" aria-describedby="caption-attachment-31150" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31150 size-medium" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/02/escritorio-mudou-movimentos-que-estao-redesenhando-o-corporativo-2.jpg" alt="" width="650" height="1067" /><figcaption id="caption-attachment-31150" class="wp-caption-text"><em>Espaço preparado para gerar experiência e conexão com as pessoas. Um refúgio de regeneração dentro do escritório. Mobiliário RS Design.</em></figcaption></figure>
<p><i>Espaço preparado para gerar experiência e conexão com as pessoas. Um refúgio de regeneração dentro do escritório. Mobiliário RS Design.</i></p>
<h2>5. Foco e desempenho cognitivo são infraestrutura</h2>
<p>Durante um período, o escritório foi desenhado quase exclusivamente para colaboração.</p>
<p>Agora, a balança está se ajustando.</p>
<p>Pesquisas sobre produtividade e carga cognitiva indicam que ambientes ruidosos reduzem concentração, aumentam fadiga mental e comprometem desempenho.</p>
<p>O que estamos vendo no mercado:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Retorno dos espaços silenciosos</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Cabines de privacidade</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Salas de foco e vídeo privadas</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Tratamento acústico como item essencial</li>
</ul>
<p>Espaços de foco deixam de ser negligenciados e tornam-se infraestrutura de produtividade.</p>
<figure id="attachment_31151" aria-describedby="caption-attachment-31151" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31151 size-medium" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/02/escritorio-mudou-movimentos-que-estao-redesenhando-o-corporativo-3.jpg" alt="" width="650" height="1132" /><figcaption id="caption-attachment-31151" class="wp-caption-text"><em>Escritório preparado com estações de trabalho (para atividades de alta produtividade) e com cabines de privacidade para favorecer o foco. Mobiliário e soluções acústicas da RS Design.</em></figcaption></figure>
<h2>6. A transmissão em vídeo virou protagonista nas salas</h2>
<p>Antes, a sala de reunião era projetada para quem estava presente.</p>
<p>Hoje, é projetada para a câmera. Para que as pessoas apareçam bem nas telas.</p>
<p>Ambientes preparados para transmissões em vídeo, são pensados em:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Iluminação frontal adequada</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ângulo e distância de câmera planejados</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Fundos neutros e profissionais</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Acústica controlada</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Conectividade robusta</li>
</ul>
<p>Organizações já entenderam que experiências ruins de vídeo afetam a inclusão e a imagem profissional das pessoas, prejudicando a eficiência das reuniões e percepção da marca.</p>
<p>É importante o planejamento de todas as necessidades para um ambiente de reuniões híbridas desde o início do projeto, pois adaptações posteriores são mais custosas e trabalhosas.</p>
<figure id="attachment_31153" aria-describedby="caption-attachment-31153" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31153 size-medium" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/02/escritorio-mudou-movimentos-que-estao-redesenhando-o-corporativo-4.jpg" alt="" width="650" height="1067" /><figcaption id="caption-attachment-31153" class="wp-caption-text"><em>Hub de encontros do escritório da Nestlé preparado para encontros híbridos. Mobiliário da RS Design.</em></figcaption></figure>
<h2>7. Inclusão virou indispensável</h2>
<p>Design inclusivo não é mais uma “solicitação especial”. É princípio estruturante.</p>
<p>Organizações estão incorporando:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ergonomia como base</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Design universal</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Acessibilidade integrada e não estigmatizante</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Considerações sobre neurodiversidade</li>
</ul>
<p>Além disso, <b>critérios ESG e responsabilidade social</b> estão cada vez mais presentes nas decisões da empresa, impactando na reputação da marca e retenção de talentos.</p>
<h2>Resumo para quem projeta</h2>
<p>O novo escritório não está sendo moldado por tendências instagramáveis.</p>
<p>Ele está sendo moldado por:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Resiliência financeira</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Híbrido como padrão</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Flexibilidade como política, não como tendência</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Experiência emocional</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Espaços de foco para melhorar o desempenho</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Projetar espaços e infraestrutura para presencial e híbrido</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Inclusão como premissa</li>
</ul>
<p>A pergunta agora é:<br />
<b>É preciso atender todas essas demandas em um projeto corporativo?</b></p>
<p>Cada projeto é desenvolvido para uma empresa única, com suas próprias particularidades e necessidades. Por isso, é fundamental compreender profundamente sua cultura, o momento atual do negócio, suas perspectivas futuras e, principalmente, os anseios e perfis dos colaboradores.</p>
<p>No entanto, é possível afirmar que um projeto corporativo que contempla os tópicos abordados neste artigo demonstra alinhamento com objetivos estratégicos como crescimento sustentável, inovação e retenção de talentos.</p>
<p>É nesse ponto que o projeto corporativo deixa de ser apenas a definição de áreas e mobiliário e passa a integrar o planejamento estratégico da empresa, gerando impacto direto no desempenho do negócio.</p>
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		<title>O que o refeitório está dizendo sobre a empresa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 16:38:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muito tempo, o refeitório corporativo foi tratado como um espaço puramente funcional: um lugar para comer e seguir o dia. Mas, na prática, ele é um dos ambientes que mais revelam a cultura real da empresa, aquela vivida no cotidiano, não a que aparece nos discursos institucionais. Ambientes mal cuidados, filas longas, desconforto ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-medium wp-image-31041 aligncenter" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-0.jpg" alt="" width="650" height="auto" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-0.jpg 1600w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-0-300x200.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-0-1024x682.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-0-768x512.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-0-1536x1023.jpg 1536w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-0-390x260.jpg 390w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p>Durante muito tempo, o refeitório corporativo foi tratado como um espaço puramente funcional: um lugar para comer e seguir o dia. Mas, na prática, ele é um dos ambientes que <b>mais revelam a cultura real da empresa,</b> aquela vivida no cotidiano, não a que aparece nos discursos institucionais.</p>
<p>Ambientes mal cuidados, filas longas, desconforto ou soluções genéricas comunicam mais do que parece. Eles mostram como a organização lida com a rotina, com o tempo e o bem-estar das pessoas. Já espaços bem planejados, acolhedores e flexíveis reforçam valores como cuidado, respeito e visão estratégica sobre o ambiente de trabalho.</p>
<p>Neste artigo, vamos analisar <b>como o espaço de alimentação corporativo tornou-se um indicador sensível de identidade, valores e práticas de gestão</b>. Esse espaço fala sobre como a organização lida com sua rotina, suas equipes, sociabilidade interna e com a saúde e o bem-estar do colaborador.</p>
<h2>O refeitório como reflexo da cultura</h2>
<p>A cultura organizacional se manifesta nas pequenas experiências do dia a dia. E poucas são tão recorrentes quanto o momento da refeição.</p>
<p>Quando o colaborador encontra um espaço improvisado, pouco funcional ou desconfortável, a mensagem é silenciosa, mas clara:</p>
<p><i>“Aqui, alimentação e bem-estar não são prioridades”.</i></p>
<p>Por outro lado, um refeitório bem planejado demonstra que a empresa:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">valoriza o descanso como parte da produtividade;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">entende a alimentação como fator de bem-estar;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">promove integração e sociabilidade entre equipes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">reforça valores como cuidado com pessoas e qualidade de vida.</li>
</ul>
<p>É importante a <b>coerência entre discurso e prática</b>. O ambiente físico passa a reforçar aquilo que a empresa diz acreditar.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-medium wp-image-31042 aligncenter" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-1.jpg" alt="" width="650" height="auto" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-1.jpg 1600w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-1-300x212.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-1-1024x724.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-1-768x543.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-1-1536x1087.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<h2>Alimentação, bem-estar e novas necessidades no trabalho</h2>
<p>Nos últimos anos, a relação das pessoas com a alimentação mudou — e o ambiente corporativo precisa acompanhar esse movimento. A preocupação com saúde, qualidade dos alimentos e rotina fez crescer significativamente o hábito de <b>levar marmita para o trabalho</b>.</p>
<p>Isso traz novas exigências para o espaço de refeição, como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">áreas adequadas para armazenamento e aquecimento de alimentos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">mesas confortáveis para diferentes tempos de uso;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">ambientes que permitam pausa real, descanso mental e desconexão;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">opções para quem prefere comer sozinho ou em grupo.</li>
</ul>
<p>Quando essas necessidades não são atendidas, o refeitório deixa de cumprir seu papel e passa a ser apenas um espaço de passagem. Já quando são consideradas no projeto, ele se transforma em um <b>ponto de apoio ao bem-estar diário</b>.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-medium wp-image-31043 aligncenter" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-2.jpg" alt="" width="650" height="auto" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-2.jpg 1600w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-2-300x169.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-2-1024x576.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-2-768x432.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/o-que-o-refeitorio-esta-dizendo-sobre-a-empresa-2-1536x864.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<h2>Refeitórios multifuncionais: menos espaço ocioso, mais estratégia</h2>
<p>Uma das principais tendências nos projetos corporativos é o <b>uso multifuncional do refeitório</b>. Cada vez mais, empresas entendem que esse ambiente pode — e deve — ir além do horário das refeições.</p>
<p>Projetado de forma inteligente, esse espaço pode funcionar como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">refeitório em horários específicos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">área para reuniões informais e encontros rápidos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">ambiente para treinamentos, dinâmicas de grupo e eventos internos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">local para atividades individuais ou colaborativas ao longo do dia.</li>
</ul>
<p>Essa flexibilidade reduz o tempo ocioso do espaço e torna o escritório mais dinâmico, estimulando encontros espontâneos, troca de ideias e integração entre áreas. O resultado é um ambiente mais vivo, conectado e alinhado às novas formas de trabalhar.</p>
<h2>Projeto arquitetônico: o que faz um refeitório funcionar de verdade</h2>
<p>Para que o refeitório cumpra esse papel estratégico, o projeto precisa considerar alguns pontos-chave:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>layout flexível</b>, com mobiliário que permita diferentes usos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>conforto acústico</b>, essencial para descanso e conversas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>iluminação adequada</b>, que contribua para a sensação de acolhimento;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>materiais duráveis e fáceis de manter</b>, sem abrir mão da estética;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>integração com a identidade da empresa</b>, reforçando cultura e posicionamento.</li>
</ul>
<p>Mais do que um espaço bonito, o refeitório precisa ser <b>funcional, convidativo e coerente com a rotina real das pessoas</b>.</p>
<h2>O impacto direto na experiência do colaborador</h2>
<p>Um refeitório bem projetado influencia diretamente:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">o nível de satisfação no dia a dia;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">a percepção de cuidado por parte da empresa;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">o engajamento e a permanência dos talentos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">a qualidade das interações entre equipes.</li>
</ul>
<p>Ele deixa de ser apenas um local de pausa e passa a ser um <b>espaço de convivência, troca e pertencimento;</b> algo cada vez mais valorizado nos ambientes corporativos contemporâneos.</p>
<h2>Um bom começo é transformar o refeitório</h2>
<p>Uma boa transformação nos espaços corporativos, para impactar as pessoas e impulsionar uma “nova energia” no escritório é começar pelo refeitório.</p>
<p>O ideal é fazer uma atualização e transformação na empresa inteira, mas caso não seja possível, começar pelo refeitório promove a abertura para um entendimento da mudança que está por vir nos espaços, com o apoio de quem mais importa nesse contexto: as pessoas que trabalham no local.</p>
<p>Por isso, os espaços de alimentação são ideais para  <b>reforçar a cultura organizacional</b>. Um refeitório bem pensado traduz valores em experiência concreta, e isso é percebido, vivido e lembrado por quem faz a empresa acontecer todos os dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tendências para projetos de escritórios em 2026: o espaço como centro das relações</title>
		<link>https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-o-espaco-como-centro-das-relacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 20:12:04 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.rsdesign.com.br/?post_type=espaco_arquiteto&#038;p=30996</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por muito tempo, o escritório foi pensado como um centro de operações: um lugar para executar tarefas, controlar processos e concentrar equipes. Em 2026, essa lógica se inverte. Na verdade, isso já vem acontecendo há alguns anos, porém agora fica muito evidente. O escritório deixa de ser o centro da operação para assumir um papel [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-medium wp-image-31002 aligncenter" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-0.jpg" alt="" width="650" height="auto" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-0.jpg 1600w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-0-300x142.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-0-1024x485.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-0-768x364.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-0-1536x728.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p>Por muito tempo, o escritório foi pensado como um centro de operações:<br />
um lugar para executar tarefas, controlar processos e concentrar equipes.</p>
<p>Em 2026, essa lógica se inverte. Na verdade, isso já vem acontecendo há alguns anos, porém agora fica muito evidente.<br />
O escritório deixa de ser o centro da operação para assumir um papel muito mais estratégico: <b>o centro das relações humanas</b>.</p>
<p>Essa mudança não é estética, nem pontual. Ela nasce de transformações profundas no comportamento, na tecnologia e na forma como as pessoas se conectam com o trabalho.</p>
<p>A seguir, reunimos as principais tendências que já estão moldando os projetos de escritórios e, principalmente, <b>o impacto direto dessas mudanças na hora de projetar escritórios</b>.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-medium wp-image-31000 aligncenter" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-1.jpg" alt="" width="650" height="auto" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-1.jpg 1600w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-1-300x200.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-1-1024x683.jpg 1024w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-1-768x512.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-1-1536x1024.jpg 1536w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-1-390x260.jpg 390w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<h2>1. O escritório como plataforma de relações, muito além das tarefas</h2>
<p>Com o trabalho distribuído e híbrido consolidado, tarefas operacionais deixaram de depender do espaço físico.<br />
As pessoas vão ao escritório para aquilo que não acontece com a mesma força no digital: troca, colaboração, pertencimento e cultura.</p>
<h3>Impacto no projeto</h3>
<p>Arquitetos e designers passam a projetar menos estações fixas e mais:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Áreas de encontro informal</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Espaços que incentivam conversas espontâneas</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ambientes que favorecem interação visual e proximidade</li>
</ul>
<p>O foco deixa de ser “onde sentar” e passa a ser <b>como as pessoas se encontram</b>.</p>
<figure id="attachment_30998" aria-describedby="caption-attachment-30998" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-30998 size-medium" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-2.jpg" alt="" width="650" height="868" /><figcaption id="caption-attachment-30998" class="wp-caption-text"><em>Espaço de reunião do Escritório do McDonald’s em Chicado,EUA, fotografado em visita da CEO da RS Design, Lisandra Mascotto.</em></figcaption></figure>
<h2>2. O escritório como experiência, não como destino obrigatório</h2>
<p>O escritório não é mais um lugar para permanecer por obrigação, mas para estar por escolha.<br />
Ele passa a competir com casa, cafés, coworkings e outros ambientes que oferecem conforto e autonomia.</p>
<h3>Impacto no projeto</h3>
<p>Isso exige espaços que entreguem:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Conforto físico e sensorial</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ambientes acolhedores, com linguagem mais próxima do residencial</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Materiais, iluminação e acústica pensados para permanência qualitativa</li>
</ul>
<p>O projeto deixa de ser neutro e passa a criar <b>experiências memoráveis</b>.</p>
<figure id="attachment_31001" aria-describedby="caption-attachment-31001" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-31001 size-medium" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-3.jpg" alt="" width="650" height="1067" /><figcaption id="caption-attachment-31001" class="wp-caption-text"><em>Espaço colaborativo da Thymos Energia preparado com mobiliário modular e flexível da RS Design.</em></figcaption></figure>
<h2>3. Espaços mutáveis, com o mínimo de fricção</h2>
<p>A imprevisibilidade virou regra, pois times mudam, formatos de trabalho se alternam e o espaço precisa acompanhar essa dinâmica sem depender de obras constantes. O mobiliário certo vira protagonista para acompanhar essa dinâmica, fazendo com que o ambiente responda às necessidades das pessoas em tempo real.</p>
<h3>Impacto no projeto</h3>
<p>Ganha força:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Mobiliário inteligente, modular e reconfigurável</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ambientes híbridos, sem função única</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Layouts que se transformam com poucos movimentos</li>
</ul>
<p>O bom projeto em 2026 não é rígido, e sim o que <b>permanece atual ao longo do tempo</b>.</p>
<figure id="attachment_30999" aria-describedby="caption-attachment-30999" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-30999 size-medium" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tendencias-para-projetos-de-escritorios-em-2026-4.jpg" alt="" width="650" height="900" /><figcaption id="caption-attachment-30999" class="wp-caption-text"><em>Projeto idealizado com conceito de flexibilidade, incluindo mesas dobráveis com rodízios, cadeiras com rodízios e sofá modular. Mobiliário da RS Design.</em></figcaption></figure>
<h2>4. Tecnologia invisível, funcional e humana</h2>
<p>Em 2026, tecnologia não é mais protagonista visual.<br />
Ela opera nos bastidores, simplificando experiências e reduzindo fricções.</p>
<h3>Impacto no projeto</h3>
<p>Isso se traduz em:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Menos equipamentos aparentes</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Infraestrutura preparada para evoluir</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Espaços mais limpos, intuitivos e fluídos</li>
</ul>
<p>A tecnologia existe para <b>servir às pessoas</b>, não para se impor ao espaço. Podemos citar os sistemas automatizados de iluminação e temperatura. Além de programas e aparelhos para reservas de salas (com análise de ocupação dos espaços) e equipamentos para videoconferências, cada vez mais avançados.</p>
<h2>5. Sustentabilidade como lógica de projeto, não como discurso</h2>
<p>Sustentabilidade deixa de ser um atributo isolado e passa a estruturar decisões de projeto.</p>
<p>Flexibilidade, durabilidade e eficiência tornam-se estratégias ambientais, econômicas e sociais.</p>
<h3>Impacto no projeto</h3>
<p>Arquitetos passam a priorizar:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Materiais e produtos de longa vida útil</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Sistemas que reduzem desperdícios</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Soluções que evitam reformas constantes</li>
</ul>
<p>Projetar bem também é projetar para durar.</p>
<h2>Mais do que tendências, uma mudança de mentalidade</h2>
<p>Tecnologia, IA e sustentabilidade seguem em pauta.<br />
Mas, acima de tudo, está o entendimento de que <b>somos seres sociais</b>.</p>
<p>É por meio das relações, das trocas e das conexões que a inovação acontece.<br />
E o escritório de 2026 existe para potencializar exatamente isso.</p>
<p>Acreditamos que projetar escritórios, hoje, é projetar para <b>experiências humanas em constante transformação</b>.</p>
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		<title>Como contar uma história ao fazer um projeto corporativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 16:29:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cada espaço tem algo a dizer Antes de qualquer traço no papel, é importante o arquiteto entender todo o contexto do projeto, começando por uma escuta sensível: da marca, das pessoas e, sobretudo, do lugar. Cada edifício, cada bairro e cada cidade carregam uma energia própria, uma atmosfera que se impõe e pede interpretação. Projetar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-28268" src="https://projetos4.exentdev.com.br/ws/8.0/rsdesign/dev/wp-content/uploads/2025/11/como-contar-uma-historia-ao-fazer-um-projeto-corporativo-0.jpg" alt="" width="650" height="auto" /></p>
<h2>Cada espaço tem algo a dizer</h2>
<p>Antes de qualquer traço no papel, é importante o arquiteto entender todo o contexto do projeto, começando por uma escuta sensível: da marca, das pessoas e, sobretudo, do <b>lugar</b>.</p>
<p><b>Cada edifício, cada bairro e cada cidade carregam uma energia própria, uma atmosfera que se impõe e pede interpretação.</b><b><br />
</b>Projetar um escritório de investimentos numa torre da Avenida Faria Lima, em São Paulo, é diferente de projetar para uma agência criativa instalada numa casa antiga em Pinheiros.<br />
Ambos os espaços podem abrigar empresas do mesmo segmento, mas <b>nunca falarão da mesma forma</b>.</p>
<p>A arquitetura que se aprofunda nas questões entende isso.<br />
Ela reconhece que o contexto físico, histórico e simbólico, <b>é parte da identidade do projeto</b>.<br />
E é dessa conversa entre marca, espaço e cidade que nasce a verdadeira personalização.</p>
<figure id="attachment_28270" aria-describedby="caption-attachment-28270" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-28270 size-full" src="https://projetos4.exentdev.com.br/ws/8.0/rsdesign/dev/wp-content/uploads/2025/11/como-contar-uma-historia-ao-fazer-um-projeto-corporativo-1.jpg" alt="" width="650" height="1000" /><figcaption id="caption-attachment-28270" class="wp-caption-text"></p>
<p><strong>Escritório:</strong> Construtora</p>
<p><strong>Imagem:</strong> Acervo RS Design</p>
<p><strong>Projeto:</strong> Arquiteta Natália Guesso</p>
<p><strong>Mobiliário:</strong> RS Design</p>
<p><strong>Análise:</strong> Foi realizado nesse projeto um alinhamento da identidade da marca com a arquitetura do prédio, que possui colunas inclinadas nas janelas e estrutura mais brutalista. A parte interna manteve o teto aparente com a inserção de vigas de madeira para preencher alguns espaços. O mobiliário foi escolhido pensando principalmente na ergonomia dos colaboradores, com cadeiras plenamente ajustáveis. Além de pensar nas necessidades de armários para as demandas das atividades.</figcaption></figure>
<h2>O espaço como coautor do projeto</h2>
<p>Um bom projeto corporativo não impõe sua estética ao lugar; ele <b>dialoga com o espaço existente</b>.<br />
Cada tipologia arquitetônica tem sua própria “voz” e o arquiteto é quem traduz essa voz em linguagem de design.</p>
<p>Uma laje comercial em um edifício corporativo da metrópole pede clareza, sofisticação e fluidez.<br />
Um galpão industrial reformado oferece amplitude e liberdade criativa.<br />
Uma casa antiga adaptada traz memórias, afetos e a chance de explorar o contraste entre o novo e o antigo.</p>
<p>Em cada caso, o entorno se torna coautor.<br />
O projeto ganha potência quando <b>reconhece e valoriza a narrativa que o espaço já conta,</b> seja ela urbana, histórica ou simbólica.</p>
<figure id="attachment_28269" aria-describedby="caption-attachment-28269" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-28269 size-full" src="https://projetos4.exentdev.com.br/ws/8.0/rsdesign/dev/wp-content/uploads/2025/11/como-contar-uma-historia-ao-fazer-um-projeto-corporativo-2.jpg" alt="" width="650" height="922" /><figcaption id="caption-attachment-28269" class="wp-caption-text"></p>
<p><strong>Escritório:</strong> Google, escritório em Chicago, EUA</p>
<p><strong>Imagem:</strong> Reprodução portal International Living Future Institute e Imagem de Lisandra Mascotto no local.</p>
<p><strong>Análise:</strong> A CEO da RS Design visitou o escritório do Google em Chicago e pode verificar como o projeto alinhou tanto a identidade da marca, quanto o perfil dos colaboradores, a arquitetura do prédio e o dinamismo da própria cidade. O projeto atendeu todas as narrativas para fortalecer a imagem do próprio Google.</figcaption></figure>
<h2>Linguagem e identidade: traduzir a marca sem apagar o lugar</h2>
<p>A personalização no design corporativo vai além da escolha de cores ou mobiliário sob medida.<br />
Ela é o resultado de uma equação delicada entre três variáveis:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">a <b>identidade da marca;</b></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">a <b>linguagem do espaço existente;</b></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">e a <b>experiência desejada pelo usuário</b>.</li>
</ol>
<p>O desafio é encontrar o ponto de equilíbrio entre elas.<br />
Um projeto bem resolvido <b>não sobrepõe a identidade da marca ao caráter do espaço</b>, mas permite que ambas coexistam e se fortaleçam mutuamente.</p>
<p>Exemplos ajudam a visualizar:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Em uma laje de um prédio corporativo, o design pode refletir o ritmo da cidade — linhas limpas, transparência, materiais tecnológicos.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Em uma casa adaptada, o projeto pode explorar o acolhimento e a textura do passado, mesclando história e contemporaneidade.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Em um galpão, o espaço pode se abrir à experimentação, revelando estruturas aparentes e liberdade criativa.</li>
</ul>
<p>A chave está na coerência.<br />
Quando o arquiteto compreende o contexto e o traduz com sensibilidade, o resultado é um ambiente autêntico, <b>onde o espaço e a marca falam a mesma língua</b>.</p>
<h2>A arquitetura como narrativa visual</h2>
<p>Todo projeto é uma narrativa e o arquiteto, seu roteirista.<br />
O que se deseja comunicar? Que atmosfera se quer criar? Qual sentimento deve permanecer depois da experiência do espaço? <b>Qual a história que se deseja contar?</b></p>
<p>Essas perguntas guiam a composição dos elementos: layout, iluminação, mobiliário, materiais e comunicação visual.<br />
Cada escolha reforça uma mensagem.</p>
<p>O escritório, assim como uma peça publicitária ou uma cena de cinema, precisa contar uma história coerente; e cada detalhe contribui para isso.<br />
Um piso pode sugerir estabilidade, uma paleta de cores pode evocar criatividade, uma iluminação pode inspirar acolhimento.<br />
A soma dessas percepções constrói a <b>narrativa sensorial e simbólica do ambiente</b>.</p>
<figure id="attachment_28267" aria-describedby="caption-attachment-28267" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-28267 size-full" src="https://projetos4.exentdev.com.br/ws/8.0/rsdesign/dev/wp-content/uploads/2025/11/como-contar-uma-historia-ao-fazer-um-projeto-corporativo-3.jpg" alt="" width="650" height="936" /><figcaption id="caption-attachment-28267" class="wp-caption-text"></p>
<p><strong>Escritório:</strong> Empresa de TI</p>
<p><strong>Imagem:</strong> Acervo RS Design</p>
<p><strong>Projeto:</strong> Studio Meraki</p>
<p><strong>Mobiliário:</strong> RS Design</p>
<p><strong>Análise:</strong> A linguagem de tecnologia foi incorporada ao projeto corporativo, alinhando com a identidade da marca e com o visual minimalista do edifício. O mobiliário escolhido também apresenta linhas retas e visual mais minimalista, acompanhando a narrativa do projeto.</figcaption></figure>
<h2>O papel do arquiteto como intérprete</h2>
<p>O arquiteto corporativo é, antes de tudo, um <b>intérprete</b>.<br />
Traduz intenções em formas, culturas em experiências, e lugares em identidades.<br />
É ele quem equilibra técnica e sensibilidade para que o espaço não seja apenas funcional, mas também expressivo.</p>
<p>Projetar com personalização exige curiosidade e empatia: observar o entorno, compreender a história do edifício, absorver a cultura da empresa e ouvir as pessoas que ali vão viver o dia a dia.<br />
Quando essa escuta se transforma em projeto, o resultado é um ambiente que <b>pertence ao seu contexto e, ao mesmo tempo, traduz a essência da marca</b>.</p>
<h2>O espaço como voz da marca</h2>
<p>Todo espaço carrega uma narrativa.<br />
Cabe ao arquiteto descobrir qual é, e ampliá-la através do design.</p>
<p>A personalização é, no fim das contas, a arte de traduzir histórias.<br />
Cada empresa tem sua voz, cada espaço tem seu tom e o arquiteto é o autor que harmoniza essa conversa.<br />
Quando o projeto nasce dessa escuta atenta, o resultado não é apenas um escritório bonito, mas um <b>ambiente que comunica quem a empresa é e quem ela quer se tornar.</b></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Séries famosas que mostram a evolução da arquitetura corporativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[exent]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2022 18:09:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se você é arquiteto ou designer de interiores e também um telespectador assíduo de séries gringas, vai se identificar com esse post. Que tal analisarmos a evolução da arquitetura corporativa observando os cenários de The Office, Mad Men e Suits?! Vamos lá! The Office A série norte-americana estreou em meados de 2005, tem mais de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-23205" src="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/05/rs-design-seriados-arquitetura-corporativa-analise.jpg" alt="" width="660" height="440" srcset="https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/05/rs-design-seriados-arquitetura-corporativa-analise.jpg 800w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/05/rs-design-seriados-arquitetura-corporativa-analise-300x200.jpg 300w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/05/rs-design-seriados-arquitetura-corporativa-analise-768x512.jpg 768w, https://www.rsdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/05/rs-design-seriados-arquitetura-corporativa-analise-390x260.jpg 390w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /></p>
<p>Se você é arquiteto ou designer de interiores e também um telespectador assíduo de séries gringas, vai se identificar com esse post. Que tal analisarmos a evolução da arquitetura corporativa observando os cenários de The Office, Mad Men e Suits?! Vamos lá!</p>
<h2><strong>The Office</strong></h2>
<p>A série norte-americana estreou em meados de 2005, tem mais de 200 episódios e retrata o dia a dia dos funcionários de um escritório de uma fábrica de papel instalada na Pensilvânia. Será que a realidade mudou muito nos últimos 15 anos? Se observarmos o ambiente construído onde se passa o seriado, podemos ver que reflete muito bem um ambiente corporativo tradicional. Há uma sala de reunião com cadeiras enfileiradas, um espaço aberto com postos fixos de trabalho e a típica sala do diretor.</p>
<p>Há mobiliário em tons de madeira, persianas horizontais, vasos de plantas espalhados pelo ambiente, carpete acinzentado, grandes (e tradicionais) armários de arquivo de documentos, divisórias de vidro jateado entre os ambientes e muita (muita mesmo) poluição visual.</p>
<p>Muito disso sofreu adaptações com o passar dos anos. A sala de reunião, por exemplo, pode ser menos “engessada”, ou seja, ter diferentes tipos de assentos dispostos de maneira a permitir o contato visual entre as pessoas. Além disso, muitas empresas optaram pela horizontalização, ou seja, pela menor divisão hierárquica do espaço. Assim, os diretores passam a ocupar o mesmo ambiente do restante da empresa, utilizando salas de reunião rotativas quando necessitam de privacidade. Na perspectiva das bancadas de trabalho, com a possibilidade de trabalho remoto, hoje em dias muitas empresas optam por abolir as mesas individuais, liberando espaços compartilhados. Para isso, é preciso implantar também um sistema de armários, como lockers, para que os colaboradores tenham onde guardar seus pertences.</p>
<ul>
<li>Onde assistir: Amazon Prime Video</li>
</ul>
<h3><strong>Mad Men</strong></h3>
<p>Criada nos Estados Unidos, a série teve seu primeiro episódio em 2007. Porém, o enredo se passa na década de 1960 apresentando o cotidiano de uma agência de publicidade e o comportamento das equipes que nela atuam. O cenário é bastante característico para a época em que a produção se passa. Ao centro do espaço estão as bancadas individuais de trabalho, enfileiradas. Na lateral, notam-se as salas dos diretores e do alto escalão, normalmente revestidas por vidro. Há, também, uma típica sala de reunião com uma mesa oval e uma recepção.</p>
<p>O que muda nos tempos de hoje em dia? As agências de publicidade e as startups foram as primeiras empresas a investir na modernização dos ambientes corporativos. Deixando de lado a seriedade e abraçando estilos mais leves e descontraídos, muitas delas apostaram e um estilo que prometia atrair (e reter) jovens talentos: ambientes mais aconchegantes, com múltiplos espaços, mais flexível e amigável. Hoje, o ambiente apresentado na série Mad Men em nada se parece com o encontrado nas mais famosas agências de publicidade do mundo.</p>
<p>Uma curiosidade: Em 2019, o escritório Beza Projekt criou, na Polônia, um escritório totalmente inspirado na série Mad Men.</p>
<ul>
<li>Onde assistir: Globo Play</li>
</ul>
<h4><strong>Suits</strong></h4>
<p>Berço das mais reconhecidas séries, os Estados Unidos também criaram Suits, um seriado que estreou em 2011 e mostra um escritório de advocacia de Nova Iorque. Apesar de se passar na atualidade, o cenário de Suits tem muitos aspectos bastante parecidos com o de Mad Men. Principalmente as salas do alto escalão instaladas na lateral com paredes de vidro e as diferentes bancadas de trabalho individuais no espaço. Porém, nesse cenário podemos ver um padrão mais moderno: amplas janelas dando acesso visual à cidade e demonstrando que o escritório está instalado no alto de um edifício comercial.</p>
<p>O piso deixa de lado o carpete para dar espaço a um revestimento, as mesas também deixam de lado os tons amadeirados e assumem um aspecto mais fino e reflexivo. Para refletir bem a concepção sóbria dos escritórios de advocacia, não há cores vibrantes e tudo fica prioritariamente em tons de cinza. Será que se a série incorporasse a vivência da pandemia, teríamos cabines de privacidade para a realização de audiências (se você não entendeu essa referência, clique <a href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/muda-rotina-muda-infraestrutura-audiencias-virtuais-exigem-alteracao-no-mobiliario-de-escritorios-de-advocacia/">AQUI</a> para entender).</p>
<ul>
<li>Onde assistir: Netflix</li>
</ul>
<p>Para quem achou essa análise interessante, o ArchDaily fez uma publicação com a reprodução, em modelos 3D, destas e de outras séries. Vale a pena conferir <a href="https://www.archdaily.com.br/br/805253/mad-men-suits-e-the-office-sete-escritorios-de-series-famosas-em-modelos-3d-detalhados" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>.</p>
<p>Por fim, as séries famosas que retratam ambientes corporativos podem ser bons gatilhos para despertar a criatividade e o aprendizado. Será que, em breve, teremos alguma nova série mostrando os ambientes modernos que vivenciamos hoje em dia?</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br/espaco_arquiteto/series-famosas-que-mostram-evolucao-da-arquitetura-corporativa/">Séries famosas que mostram a evolução da arquitetura corporativa</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.rsdesign.com.br">RS Design</a>.</p>
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